Archive for janeiro 2nd, 2018

Após decisão judicial, PMs começam a voltar às ruas no RN

Equipe de policiais militares deixa o 9º Batalhão da PM, em Natal, na manhã desta terça-feira, 19. (Foto: Reprodução)

Após decisão da Justiça do Rio Grande do Norte que determinou a prisão de policiais que promovam e defendam a paralisação iniciada no dia 19 de dezembro, policiais militares começaram a deixar os batalhões da região metropolitana de Natal para fazer patrulhamento, durante a manhã desta terça-feira (2). Algumas equipes permaneceram nas unidades.

A Justiça também determinou multa diária de R$ 100 mil para as associações que representam os militares. Apesar de as associação de militares negarem que haja uma greve, reforçaram que a operação ‘Segurança com Segurança’ – segundo a qual os militares só devem atuar com carros e equipamentos em condições de uso – continua.

Policiais militares, civis e bombeiros do estado estavam paralisados desde o dia 19 de dezembro, em protesto contra atrasos salariais. Sem policiamento nas ruas, houve aumento da violência. Foram registrados de arrombamentos, assaltos e homicídios. No último final de semana, o governo federal enviou 2,8 mil homens e mulheres das Forças Armadas para reforçar a segurança no estado.

Policiais civis, que atuam em regime de plantão desde o dia 20 de dezembro, tiveram reunião com a delegada-geral de polícia na manhã desta terça-feira (2) e agendaram uma assembleia para o período da tarde.

No início da manhã, dois dos cinco carros do 9º BPM deixaram a unidade. Segundo os policiais, as outras viaturas não estavam em condições de uso. Nas horas seguintes, três carros saíram do 1º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo patrulhamento na Zona Leste da capital, e cinco viaturas do 5º Batalhão tomaram as ruas na Zona Sul da capital. As confirmações são dos comandantes e oficiais das unidades.

Até a metade da manhã, o 4º Batalhão na Zona Norte da capital não tinha carro circulando nas ruas. De acordo com os policiais, os veículos estavam sendo adequados para uso.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia

Gêmeos nascem em anos diferentes no Hospital de Clínicas

(Foto: Jairo Nascimento / Rede Massa) - Gêmeos nascem em anos diferentes no Hospital de Clínicas
(Foto: Jairo Nascimento / Rede Massa)

A vendedora Michele Ferreira Maciel Ribeiro tem agora filhos da mesma idade, mas nascidos em anos diferentes. A primeira mãe de 2018 em Curitiba passou por uma experiência diferente ao dar à luz gêmeos no Hospital de Clínicas.

Samuel nasceu às 23h44 do dia 31 de dezembro de 2017, com 2,810 quilos e 47 centímetros; já Sara, o segundo bebê, chegou às 0h06 dessa segunda-feira, 01 de janeiro  de 2018, com 2,755 quilos e 48 centímetros. Os gêmeos nasceram após 38 semanas de gestação, em parto normal.

A diferença de tempo entre os nascimentos foi de 22 minutos. Um fato possivelmente comum que antes de termos uma comunicação tão rápida, como a da internet, o WhatSapp,  ficava apenas entre a vizinhança dos pais.

Mãe e bebês passam bem.

 

Fonte: https://massanews.com/noticias/plantao/gemeos-nascem-em-anos-diferentes-no-hospital-de-clinicas-vzlO5.html

Militar é encontrado morto em alojamento das Forças Armadas no RN

Mudança na Segurança. Homens do Exército fazem patrulhamento nas ruas de Natal para conter onda de violência – Tripé Fotografia  

Um militar foi encontrado morto em alojamento das Forças Armadas montado em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Ele participava da Operação Potiguar III — ação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) determinada pelo presidente Michel Temer no dia 29 de dezembro para conter a onda de crimes ocorridas durante a paralisação de policiais militares e civis no estado. O movimento de protesto das forças de segurança estaduais teve início no dia 19 de dezembro. Até o dia 31, 94 homicídios foram registrados no período da paralisação.

A morte do militar ocorreu na madrugada desta segunda-feira, dia 1º de janeiro. Segundo o G1, o Exército confirmou a morte, mas não informou o nome, a idade e a patente do militar. A motivação da morte também não foi informada pelo Exército. O ministro da Defesa, Raul Jungamn, disse que o caso está sendo investigado:

— Ainda não temos informações concretas. Mas o que já podemos informar é que não houve um crime — declarou o ministro em entrevista coletiva nesta segunda-feira.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/militar-encontrado-morto-em-alojamento-das-forcas-armadas-no-rn-1-22245006#ixzz52zsP1Ch5
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Sesed e PM vão cumprir decisão que decreta prisão de policiais que colaboram com paralisação no RN

Coletiva aconteceu na tarde desta segunda-feira (1) (Foto: Lucas Cortez/ G1 RN)
Coletiva aconteceu na tarde desta segunda-feira (1) (Foto: Lucas Cortez/ G1 RN)

Entrevista coletiva nesta segunda-feira (1), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed) e o Comando Geral da PM informaram que a partir desta terça-feira (2) irão cumprir a decisão judicial decretada pelo desembargador Cláudio Santos, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), que determina a prisão de policiais que incitem e defendam a paralisação no estado, que foi iniciada no dia 19 de dezembro.

A secretária da Sesed, Sheila Freitas, entende que é crucial o fim da paralisação dos policiais civis e militares. Como justificativa, ela cita as duas ordens judiciais que determinam a volta imediata dos servidores aos postos de trabalho. A primeira foi decretada pela desembargadora Judite Nunes no dia 24 de dezembro, que considerou o movimento ilegal e, a mais recente, estabelecida pelo desembargador Cláudio Santos, neste domingo (31), que determina punições para os servidores que colaborarem com a paralisação.

“Nós preparamos essa coletiva para que os policiais tenham conhecimento do teor das decisões. Que é imperioso amanhã (terça-feira) a reabertura das delegacias, é imperioso que se vá para os batalhões e se faça o patrulhamento”, disse Sheila Freitas, que ressaltou que a paralisação não acontece em todo o estado, mas em Natal, Grande Natal e parte de Mossoró.

Já o comandante-geral da PM, Osmar de Oliveira, declarou que reconhece os problemas estruturais enfrentados pelos policiais e os atrasos salariais, mas que não pode ir contra duas decisões da Justiça. “Eu não posso fechar os olhos para duas decisões judiciais e deixar minha tropa caminhar ao abismo, achando que alguém vai salvá-la no final. É preciso uma reflexão”, alegou.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/sesed-e-pm-vao-cumprir-decisao-que-decreta-prisao-de-policiais-que-colaboram-com-paralisacao-no-rn.ghtml