Archive for janeiro 12th, 2021

Ministro Tarcísio diz que 1° trecho da Reta Tabajara será inaugurada em março

Tarcísio Freitas também anunciou que o ministério conclui em junho desse ano todas as melhorias da BR-101. — Foto: Stênio Dantas/Portal Grande Ponto

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciou que os primeiros seis quilômetros da duplicação da Reta Tabajara (BR-304) serão liberados em março desse ano. Ele também anunciou uma série de obras e a conclusão de outras que já estão em andamento no Rio Grande do Norte.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (11), quando o ministro inaugurou a parte superior do Viaduto do Gancho de Igapó, na Zona Norte de Natal.

Ele também anunciou que o ministério conclui em junho desse ano todas as melhorias da BR-101.

Além disso, Tarcísio afirmou que encontra-se na fase de projetos a pavimentação da BR-104 e da BR-437 (Estrada do Cajueiro).

Fonte: Portal Grande Ponto

Motores de Taubaté para o mundo: reveja a trajetória da fábrica da Ford na cidade

Inauguração da planta da Ford em Taubaté — Foto: Reprodução/Facebook - Página Resgatando Taubaté, Ontem, Hoje e Sempre
Inauguração da planta da Ford em Taubaté — Foto: Reprodução/Facebook – Página Resgatando Taubaté, Ontem, Hoje e Sempre

Foram 52 anos de história em Taubaté. O último capítulo, entretanto, foi escrito nesta segunda-feira (11): a Ford anunciou o fechamento da unidade no município do Vale do Paraíba. Com a decisão da empresa, 830 funcionários da planta serão demitidos, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos.

Os capítulos anteriores já indicam um possível encerramento da história. A montadora vinha passando por dificuldades diante do cenário econômico e adotou algumas medidas na fábrica em Taubaté, como paralisação da produção, redução de salários e jornadas e demissões. Diante da crise gerada pela pandemia do coronavírus, a montadora norte-americana optou pelo encerramento da produção no Brasil (veja vídeo abaixo).

É o fim de uma planta inaugurada em 1974 e que produziu mais de oito milhões de motores e sete milhões de transmissões para o Brasil e para o exterior. A história da planta tem esses números de produção, mas também é recheada de histórias dos funcionários que passaram por ela ao longo desses 52 anos.

Benedito José de Andrade trabalhando na Ford — Foto: Reprodução/YouTube

Benedito José de Andrade trabalhando na Ford — Foto: Reprodução/YouTube

Chão de terra batida

Benedito José de Andrade, de 66 anos e um dos funcionários da inauguração, é um dos que ajudaram a construir essa história. O ano era 1974. Benedito foi jogar futebol em um campo ao lado onde seria implantada a fábrica da Ford em Taubaté e, logo após o jogo, diz ter recebido o convite para preencher uma ficha de recrutamento para trabalhar na montadora. Ficha preenchida, entrevista feita e a admissão não demorou a vir.

“Foi fácil a entrada [na empresa]. Acho que como estava começando a industrialização, era mais fácil. A Ford, nessa época, ainda era chão de terra batida, algumas áreas já estavam começando até a fazer. O complexo era uma réplica da planta de Ohio [nos EUA]. A fábrica iria fazer motores para o Maveric, no Brasil. Entrei como inspetor de qualidade na empresa e saí como supervisor. Foram 12 anos”, contou Benedito José de Andrade.

Desses 12 anos, Benedito diz guardar boas lembranças. Fato que o faz lamentar o encerramento das operações da fábrica em Taubaté.

“Muito triste essa notícia. A Ford era uma família. Era realmente uma família. Os primeiros americanos que vieram para cá, para implantar a fábrica, foram de uma gentileza total com o povo. A Ford foi como uma família. Estou com 66 anos. Fiquei 12 anos na Ford. Depois de que saí, em 1986, trabalhei em outras 17 empresas. Mas a melhor foi a Ford em todos os sentidos”, disse.

Em 2018, ao completar 50 anos da fábrica em Taubaté, a Ford produziu um vídeo com histórias de funcionários da planta no Vale do Paraíba (veja abaixo).

História

A fábrica de motores e fundição da Ford em Taubaté foi inaugurada oficialmente em 1974. Na solenidade de inauguração, o presidente da empresa na época, Joseph W. O’Neill, anunciou mais de 400 milhões de dólares de novos investimentos na expansão das atividades da empresa no Brasil.

Na década de 1970, a Ford estava em período de expansão no Brasil. O Corcel chegou a 500 mil unidades vendidas em 1976. O Maveric de quatro cilindros, que tinha o motor produzido em Taubaté, também era produzido em São Bernardo do Campo.

Nos anos 1980, o Corcel passou a ser produzido com motor a álcool também. A chegada do Escort também foi um marco para a montadora nessa década. Em 1996, a Ford inaugurou a nova fábrica de transmissões em Taubaté.

Inauguração oficial da Ford em Taubaté em 1974 — Foto: Divulgação/Ford

Inauguração oficial da Ford em Taubaté em 1974 — Foto: Divulgação/Ford

Ainda na década de 1990, no ano de 1999, a fábrica de motores Zetec RoCam foi inaugurada em Taubaté. Foi a primeira do mundo a produzir a nova família de motores.

Em 2004, a fábrica de Taubaté comemorou a produção de um milhão de motores Zetec RoCam. Cinco anos depois, foi inaugurada na planta a linha dos motores Sigma.

A unidade taubateana da Ford atingiu a marca de cinco milhões de motores e quatro milhões de transmissões produzidos em 2011. No ano seguinte, a fábrica chegou ao número de três milhões de motores Zetec Rocam.

Em 2018, quando completou 50 anos, a planta em Taubaté tinha produzido oito milhões de motores e sete milhões de transmissores. Nesses 52 anos de história em Taubaté, destaque para a produção de motores para o Mustang nos Estados Unidos e para o Focus montado na Europa. A planta também produziu peças para vários modelos do Brasil e da América do Sul, como Maverick, F-1000, Escort, Fiesta, Ka, Focus e EcoSport.

G1SP

Preço da cesta básica sobe 19% em 2020 em Natal, diz Dieese

Óleo de cozinha impulsionou aumento no preço da cesta básica — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi
Óleo de cozinha impulsionou aumento no preço da cesta básica — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

O preço da cesta básica subiu 19,55% no ano de 2020 em Natal. É o que aponta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, que foi divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta segunda-feira (11).

Assim, a cesta básica fechou dezembro de 2020 em Natal custando R$ 458,79. Em dezembro de 2019, um ano antes, ela custava R$ 383,76.

Apesar da alta, Natal foi a terceira capital com o menor aumento entre as 17 federações analisadas pelo órgão. Abaixo, ficaram apenas Recife (19,20%) e Curitiba (17,76%). O maior aumento foi em Salvador: 32,89%.

Mesmo com o aumento e chegando a R$ 458,79 no valor total, Natal fechou o ano passado como a segunda capital com o menor preço da cesta básica. Entre as capitais analisadas, apenas Aracaju tem a cesta mais barata: R$ 453,16.

Entre os produtos da cesta básica, o que teve o maior aumento foi o óleo de cozinha de 900 ml em 2020. Ele custava R$ 4,16 no fim de 2019 e fechou o ano passado custando em média R$ 8,73, um aumento de 109,86%.

O segundo maior aumento foi o do arroz (3,6 quilos), subindo 84,20% em um ano – saindo de R$ 11,20 para R$ 20,63.

Dos 12 produtos da cesta básica, 11 tiveram alta. Além do óleo de cozinha e do arroz, subiram também o açúcar (33,48%), o leite (28,31%), o feijão (27,98%), o pão (20,99%), a carne (18,84%), a farinha (17,92%), o tomate (9,68%), a manteiga (8,57%) e o café (3,39%).

O único produto que caiu de preço foi a banana (-7,51%), saindo de R$ 29,03 para 26,85 (7,5 dúzias).

Banana foi o único produto que teve queda em Natal — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Banana foi o único produto que teve queda em Natal — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em Natal, o Dieese estima que a jornada de trabalho necessária para comprar a cesta básica, baseado no salário mínimo, é de 96 horas e 35 minutos. O percentual do salário mínimo líquido para compra dos produtos da cesta é 47,46%.

G1RN

Prefeito de Serra Negra do Norte é eleito presidente do Consórcio de Resíduos Sólidos do Seridó

Foto cedida

A nova diretoria do Consórcio Público Regional de Resíduos Sólidos do Seridó foi eleita nesta segunda-feira (11). A reunião virtual aclamou de forma unânime a chapa única encabeçada pelo prefeito da cidade de Serra Negra do Norte, Sérgio Fernandes, para o biênio 2021-2022.

Abrangendo 25 municípios (24 da região do Seridó além de Santana do Matos), o consórcio em 2021 deverá debater pautas importantes, com foco na proteção do meio-ambiente. Além de Serginho como presidente, a nova composição tem como vice-presidente o prefeito de Lagoa Nova, Luciano Santos, que já esteve à frente do órgão; o prefeito de Timbaúba dos Batistas, Ivanildinho, como tesoureiro. Já no conselho fiscal os prefeitos Odon de Currais Novos, Amazan de Jardim do Seridó e Gilson de Carnaúba dos Dantas.

O Consórcio de Resíduos Sólidos do Seridó foi formalizado em 2009 e a grande luta dos gestores é quanto à viabilidade de contar com um aterro regional para destinação adequada dos rejeitos. Para Serginho um grande desafio que abraça e tentará lutar por toda região. “Com o sentimento de unidade e amor ao nosso Seridó, aceitei o desafio, que não será fácil. Mas, com a ajuda de todos os prefeitos, vamos tirar do papel o sonho de construção do aterro sanitário da região do Seridó”.