Archive for janeiro 10th, 2022

TRISTEZA: Morre o ator e humorista Batoré, aos 61 anos, em São Paulo

Vídeo de Batoré falando do STF viralizou nas redes sociais / Foto reproduzida

Morreu nesta segunda-feira, 10, em São Paulo, o ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, conhecido como Batoré. Ele tinha 61 anos, tratava um câncer e estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, zona norte da capital paulista. “A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), lamenta informar que o paciente Ivanildo Gomes Nogueira (Batoré) faleceu nesta segunda-feira (10), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Pirituba.

Os devidos esclarecimentos médicos foram repassados à família”, diz a íntegra do comunicado divulgado pela administração paulista. Natural da cidade de Serra Talhada, no Estado de Pernambuco, o humorista se mudou para São Paulo ainda criança. O artista integrou o elenco do programa humorístico “A Praça é Nossa”, do SBT, e fez o papel do delegado Queiroz na novela “Velho Chico”, da TV Globo. Além dos trabalhos na televisão, Batoré foi vereador de Mauá, por dois mandatos. O velório será em Cabreúva, no interior de São Paulo.

TERÁ SIDO O CARNATAL? Com novos casos de Covid-19 e gripe, MPRN suspende atendimentos presenciais

Foto reproduzida

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) vai suspender novamente o atendimento presencial ao público externo, excetuadas situações comprovadamente excepcionais. O motivo da suspensão é o aumento dos casos confirmados e da taxa de transmissibilidade da Covid-19 no Estado e o crescimento do número de acometidos com síndromes gripais, com sintomas semelhantes ao da Covid, e a sobrecarga nos atendimentos de urgência nas unidades de saúde. A medida passa a valer já a partir desta segunda-feira (10).

Para tomar essa decisão, o MPRN levou em consideração a crescente confirmação de casos de Covid-19 de integrantes da instituição e a necessidade de evitar a transmissão da doença, resguardando a saúde dos integrantes e demais colaboradores do MPRN, bem como da população.

O retorno das atividades presenciais, enquanto não estiver controlada a disseminação da Covid-19 em todo o território do Rio Grande do Norte, ocorrerá de forma gradual, por meio de rodízio, no percentual de até 50% do total de integrantes nas respectivas unidades, respeitando o distanciamento social entre as estações de trabalho, de modo a conciliar a preservação da saúde e a produtividade institucional, cabendo às respectivas chefias imediatas a definição de escalas de trabalho.

O horário de funcionamento do MPRN será, de forma presencial e remota, de segunda a quinta-feira, das 8h às 15h, e sexta-feira, das 8h às 14h, bem como, apenas remotamente, de segunda a quinta-feira, das 15h às 17h. Com isso, fica suspensa a contabilização de créditos e eventuais compensações do banco de horas dos servidores.

O horário de atendimento ao público ocorrerá, de segunda a quinta-feira, das 8h às 17h e, sexta-feira, das 8h às 14h, pelos meios disponíveis no portal do MPRN (clique aqui), tais como e-mail e telefone funcional.

Além dessas formas de atendimento, estão disponíveis o WhatsApp do Gaeco (98863-4585) e da Ouvidoria do MPRN (99994-6057), e, fora do horário de expediente, o telefone de Atendimento ao Cidadão (99972-5298).

Fica suspensa a realização de eventos, cursos e treinamentos presenciais dentro do MPRN.

BG

Evasão escolar deve chegar a 11 mil alunos no RN

Foto: Alex Régis/Tribuna do Norte

Com o retorno às aulas presenciais em 2021, a Secretaria de Estado da Educação (SEEC) estima que o impacto sentido pela evasão de alunos em sua rede deve ser menor do que aquele sentido no ano de 2020. Segundo dados fornecidos pela pasta, os números de acompanhamento interno registram 5% de evasão no ano letivo de 2021, correspondendo a cerca de 11 mil alunos. No entanto, o secretário Getúlio Marques esclarece que o número real deve ser maior e será divulgado após conclusão do Censo Escolar anual, previsto para março de 2022.

Em seu levantamento interno, a SEEC analisa dados fornecidos pelas próprias escolas e Diretorias Regionais de Educação e Cultura (Direc). Entretanto, a Secretaria explica que esses números não possuem caráter censitário visto que só com a virada do ano letivo, esses dados poderão ser calculados pelo Ministério da Educação com precisão. “Em 2021, houve uma tendência de redução na evasão porque a maior parte dos alunos voltaram para as aulas presenciais mas só vamos ter essa resposta efetiva com o Censo Escolar. Com as dificuldades que tivemos e com a autorização de retorno somente em 2021, o período de 2020 ficou mais prejudicado em termos de evasão e controle. Houve uma indicação do Conselho Nacional de Educação para que não se colocasse reprovação nem evasão para aproveitar a maior parte dos alunos e buscar reaproximar aqueles afastados da escola”, explica o titular da pasta, Getúlio Marques.

De acordo com os dados preliminares, o índice de evasão escolar é considerado alto em apenas quatro municípios potiguares, onde o registro é maior que 20%: Baraúna (31%), Boa Saúde (29%), Jaçanã (23%) e Antônio Martins (23%). Com evasão maior que 15%, o RN tem mais dois municípios: Grossos e Coronel Ezequiel. Todas as outras localidades do estado apresentam evasão abaixo desse percentual. De qualquer modo, o secretário explica que as matriculas escolares para o ano letivo de 2022, que devem ocorrer no mês de janeiro, vão esclarecer a questão da evasão.

Tribuna do Norte / BG

‘Faltou fiscalização e capacidade técnica dos barqueiros’, diz especialista sobre Capitólio

Alessandro Azzoni acredita que o acidente deve levar a revisões na região, com a instalação de medidas cautelares / Reprodução/YouTube

O desabamento de um cânion em Capitólio, cidade de Minas Gerais, pode levar à responsabilização do Estado, do município e até da Marinha do Brasil. A avaliação é do advogado especialista em Direito Ambiental Alessandro Azzoni. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, ele explicou quais autoridades eram responsáveis pela fiscalização do local turístico. “Compete ao Estado e ao município a questão do mapeamento. Caso o município não tenha capacidade técnica para fazer o mapeamento geológico, então compete ao Estado o assessoramento da responsabilidade geológica. E mesmo tendo uma legislação local que proíbe a questão de ancoragem dos barcos, faltou uma fiscalização tanto da Marinha quanto do município no turismo”, afirmou, reforçando que, neste caso, há mais responsabilidade civil do que ambiental.

Azzoni também reforçou o alerta da Defesa Civil, emitido horas antes do desabamento, que alertava para o risco na região. Na avaliação dele, considerando a mensagem e os avisos de outras lanchas, feitos momentos antes da queda, é possível dizer que também houve uma imprudência dos barqueiros. “As que sofreram os acidentes fatais permaneceram no local. Isso pode ser uma questão de imprudência dos barqueiros, mas também do próprio turismo no local à frente desses alertas. Minas está sofrendo uma pressão pluviométrica muito grande em todo o seu território e isso também potencializa [os riscos]. O alerta da Defesa Civil e das outras lanchas mostra que faltou uma fiscalização e capacidade técnica dos barqueiros”, completa.

A respeito do desabamento e da responsabilidade das autoridades, Alessandro Azzoni acredita que o acidente deve levar a revisões na região, com a instalação de medidas cautelares, como o cabeamento de partes fragilizadas e maior fiscalização da Marinha. “Estamos falando de eventos extremamente raros. Como é raro, você não tem uma previsão de que isso venha a acontecer, então provavelmente as administrações regionais acabavam ignorando esses acontecimentos. Isso vai abrir um precedente para que seja monitorado e evite os acidentes, que são raros, mas acontecem”, finaliza.

Jovem Pan

Aquecedor elétrico foi a provável causa do incêndio em prédio de NY

Incêndio deixou pelo menos 19 mortos, incluindo nove crianças, e 30 hospitalizados, sendo alguns em estado muito grave / Reprodução/Twitter @PMBreakingNews

incêndio que atingiu um prédio residencial no Bronx, bairro de Nova York, no domingo, 9, teve como provável origem um aquecedor elétrico, que colocou fogo em um dos apartamentos localizados entre o segundo e o terceiro andar. De acordo com o chefe do Corpo de Bombeiros, Dan Nigro, a hipótese mais provável é que um dos moradores, ao sair do local em chamas, deixou a porta aberta, o que contribuiu para a rápida propagação do fogo e da fumaça em outros andares. Considerado o mais grave da história recente de Nova York, o incêndio deixou pelo menos 19 mortos, incluindo nove crianças, e 30 hospitalizados, sendo alguns em estado muito grave. Ainda de acordo com Dan Nigro, os bombeiros resgataram pessoas “em todos os andares”, muitas com parada cardíaca e respiratória.

Os moradores estão sendo realojados em hotéis próximos e outros prédios públicos. Imagens nas redes sociais mostram bombeiros salvando pessoas pelas janelas do prédio. “Eu estava gritando: ajudem-me! Por favor, venham nos pegar!”, disse o morador Wesley Patterson, que foi resgatado por bombeiros com uma escada, ao jornal “The New York Times”. Cristal Diaz, também moradora do prédio, disse ao New York Post que colocou toalhas molhadas na porta ao sentir a fumaça. “Não sabíamos o que fazer. Olhamos pelas janelas e vimos todos os corpos que estavam sendo retirados com lençóis”. A governadora do Estado de Nova York, Kathy Hochul, disse estar horrorizada com o incêndio. “Meu coração está com os entes queridos de todos aqueles que perdemos tragicamente, a todos os afetados e aos nossos heroicos bombeiros.”

Jovem Pan