IEADERN: “não queremos reconciliação”, disse a Diretoria

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Membros da Diretoria da IEADERN/ Foto: da Internet
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Pr. Hilton Andrade / Foto: da Internet

No último dia 30 de maio, compareceram na 8ª Vara Cível do Fórum Miguel Seabra, para audiência de reconciliação os autores do processo de nº 0803346-96.2018.8.20.5001, o Pr. Hilton Andrade e o Pb. Waldson; do outro lado, como parte réu,  a Diretoria da IEADERN, representada pelos pastores Dr. Estevan (advogado) e o Pr. Oaldo Dantas.

Resultado: na audiência ficou bem claro que a determinação que partiu do presidente da IEADERN é que “não querem reconciliação”, foi o que ficou bem enfatizado pelos representantes da Diretoria.

O que ficamos imaginando, é como fica a nossa mente quando vemos uma bela festa do centenário como a que ocorreu; mas poucos dias após o presidente determina a falta do consenso para resolver um problema que já dura por mais de 5 anos; uma irreconciliação.

“Não queremos reconciliação” não deveria dispor no vocábulo de pastores que pregam o bom evangelho do Cristo. Parece que estamos na contra mão da boa fé.

Este processo reaberto pelo Pr. Hilton Andrade e outros membros da IEADERN é uma continuação daquele que foi aberto pelo Diácono Lurivan de Sousa que demandou em busca de anulação de uma Ata de uma Assembleia Geral que não aconteceu.

Por reflexo, essa Ata que foi ato de simulação, ato jurídico nulo em de acordo com o Código Civil, atinge diretamente a eleição, na qual saiu como vencedor o senhor presidente da IEADERN, Martim Alves da Silva, com menos de 30 votos contra o Pr. Ivan Gonçalves.

Estamos apenas expondo os fatos para quem tiver interesse

Veja a petição dizendo que não querem reconciliação: 

documento protocolado a pedido do presidente Martim Alves da Silva.