Após depredação em escola no RN, vândalos ateiam fogo em livros

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O Brasil está ficando perdido. Principalmente o Rio Grande do Norte, onde as ações violentas tem sofrido um enorme aumento. Todos os dias tem mais de uma dezena de notícias de violação das leis, como homicídios, furtos, assaltos e fugas em massas. Chegamos ao fundo do poço! Uma escola, que deveria ser respeitada por ser um dos maiores símbolos da recuperação de delinquentes em uma sociedade com índices alarmante de violência tão auto como o nosso.

O governador Robinson Faria, Ainda ontem em suas entrevistas, na cidade de Currais Novos, deu diversas justificativas, mas na maioria sem saber o que vai fazer para conter essa situação. Chegou a relembrar a morte da universitária Karol, que foi assassinada no início deste ano, na Zona Norte de Natal, como uma referência de irresponsabilidade da justiça. “A polícia prende a justiça solta um bandido como esse. O que pode fazer um governador em uma situação como esta?” Disse o governador.

Mas o Brasil sabe que os juízes só aplicam as leis. Sem a força da lei não se pode deter ninguém preso. Nem mesmo um cruel assassino.

A nosso ver a irresponsabilidades desse caus é dos deputados federais, dos representantes do povo. Não podemos deixar de incluir aqui: os senadores, os deputados estaduais, e até mesmo os vereadores e prefeitos, governadores e o Presidente da Republica Federativa do Brasil.

Segue ainda o governador Robinson em sua explicações: “Os números da paraíba e de outros estados também são alarmante na violência”. O governador usa as estatísticas frias dos números das violência ocorridas em outras Unidades da Federação para justificar que não vai ter solução. O problema é a falta do dinheiro! Afirma o governador.

Ele sabia da situação do Estado, já que foi vice-governador na gestão de Rosalba Ciarline, logo, se disser que não sabia que estava assim, será no mínimo uma confissão de que só recebia seus proventos.

Veja matéria que segue do G1 

Vândalos atearam fogo em livros didáticos e carteiras na Escola Municipal Limírio Cardoso Dávila, em Parnamirim, na Grande Natal, na noite desta sexta-feira (15). A escola vem sendo depredada e saqueada desde a quinta (14). Mesas, cadeiras, armários, fios de cobre e até o portão já foram roubados pelos vândalos em plena luz do dia.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte, os vândalos atearam fogo na escola por volta das 21h40. Os livros didáticos que estavam jogados no chão e as acrteiras onde os estudantes sentam ficaram destruídos.

A depredação começou na tarde da quinta-feira e continuou durante a sexta-feira. A reportagem da Inter TV Cabugi esteve no local. Na chegada da equipe de reportagem, um homem tentava colocar o portão da escola em cima de um carro. “Isso aqui tava ali jogado. Os meninos quebraram, aí eu… eu peguei. Eu cheguei agora, eu cheguei agora, o pessoal já tá levando tudo, aí eu vim e peguei esse que estava lá jogado. Não é certo não, mas o pessoal levou tudo”, relatou o homem que levou o portão da escola.

Mulher utilizou um carrinho de mão para roubar um armário da escola (Foto: Reprodução/ Inter TV Cabugi)
Mulher utilizou um carrinho de mão para roubar um armário da escola (Foto: Reprodução/ Inter TV Cabugi)

Mesmo com a presença da equipe de reportagem, os vândalos continuaram o saque e a depredação. Em um trecho da reportagem é possível ver um homem utilizando um pedaço de madeira para quebrar o forro de uma sala de aula. Em outro trecho, uma mulher usa um carrinho de mão para roubar um armário.

Mudança na direção motivou vandalismo
Segundo o secretário de educação de Parnamirim, José Rildo Martins, a depredação pode ter sido motivada pela saída do antigo diretor da coordenação da escola. Segundo o secretário, o diretor saiu após professores reclamarem que ele teria uma postura muito permissiva com os alunos.

“Fui procurado pelos professores informando que não gostariam mais de trabalhar com o diretor anterior dado a sua forma de trabalho, que segundo os professores era uma forma permissiva, na qual os alunos poderiam fazer o que achassem que deviam”, explicou José Rildo Martins.

Outro lado
De acordo com as pessoas que estavam praticando o vandalismo e não quiseram se identificar, os atos teriam sido motivados porque eles souberam que a escola seria fechada. Portas, janelas e o forro do teto de várias salas de aula foram destruídos. Centenas de livros didáticos foram rasgados.