Brasil: o bandido tenta prender o delegado

CPMI resolveu não inquerir Janot – Geraldo Magela /Agência Senado

O que está acontecendo com o nosso Brasil?

Onde estão os valores éticos e sociais de nosso país?

As indagações acima aqui expressas pode não ter mais resposta, já que tudo é feito com o objetivo de mudar as verdades, os fatos que estão claramente expostos para a população, quando um bandido como o senhor Rodrigo Loure, do PMDB/PR, assessor especial do presidente da República do Brasil, Michel Temer (PMDB) foi flagrado conduzindo uma mala cheia de dinheiro de propina, meio milhão de Real, dão conta de que alguns políticos, principalmente do PMDB, como também do PT, estão tentando manchar a reputação das autoridades judiciária de nosso país.

Este é caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra senhor juiz federal Sérgio Moro. Lula está em todos os pré-comícios acusando-o por tê-lo condenado; por outro lado, o Ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, está sendo acusado por uma CPMI instalada com objetivo exclusivo de contradizer os fatos já acima mencionados contra o Temer (PMDB). Onde o relator é o deputado federal, Carlos Marun, também do PMDB.

Tentam camuflar as notoriedades de que eles é que deveriam está respondendo criminalmente pelos crimes elencados em favor da quadrilha que planejaram a tomada do poder, juntos ao presidente Michel Temer. Por causa do privilégio da imunidade a justiça fica minguada perante os políticos com mandato.

O artifício usado pelos peemedebistas foi à instalação de uma CPMI com objetivo de inverterem os papéis institucionais, no caso, tentado constranger a atual Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, a oferecer denuncia contra Janot.

Na ânsia de se salvar das garras da justiça, esses políticos corruptos (não são todos) estão tentando virar os fatos contra a verdade. Quer dizer: “o bandido tenta prender o delegado”.

No entanto, as últimas notícias é de que a CPMI resolveu não oferecer denúncia contra Rodrigo Janot.

O desmantelo das articulações contra Janot foi um aconselhamento da parte do deputado federal, Delegado Francischini (SD-PR) que aconselhou a Marun de não incluir no texto nada contra Janot, por causa da PL. 7596/2017, que trata do tema de abuso de autoridade de membros do Ministério Público.

— Esse projeto é destinado a punir policiais e membros do Ministério Público — disse Francischini.

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