Brasil registrou 45.163 mortes por violência em 2019, o Covid-19 não chegará nem a 20% disso

Rio de Janeiro - Campanha contra homicídios de jovens negros pinta centenas de silhuetas de corpos no chão do Largo da Carioca (Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)
Foto de Fernando Frazão/ Arquivo da Agência Brasil

A estatística do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou que as mortes por violência, ano 2019, alcançaram o número de 45.163 pessoas em todo o Brasil. Mas o Congresso fechou os ouvidos ao clamor da população brasileira, que ainda pede por mais segurança.

Mas estão fechando o Brasil por uma causa bem menos danoso, o Covid-19 que não chegará a matar 20% desse número supracitado.

Entendemos que há interesse de quebrar a economia brasileira apenas para atingir o presidente Jair Messias Bolsonaro.

Não há uma só pessoa que saia para o trabalho sem ter medo de ser assaltada, de não conseguir voltar para casa, de ser vítima de latrocínio. Mas esse clamor que se faz há décadas, o congresso não escuta.

Não devemos nuca minimizar os cuidado contra o coronavírus, mas com certeza, há mais medo constante e real no povo brasileiro de ser assaltado e morto por um bandido do que ser morto pelo Covid-19.

Vejam que as mortes causadas por assaltantes não é difícil de se conter, pois aumentado as penas com mais severidades, tanto de quem comete a materialidade delitiva fatal, como os que cometem o crime de receptação.

Sempre vimos que o receptador é um grande patrocinador do crime do roubo (Art. 157 do CP), que tem pena de 4 a 10 anos, e multa; enquanto o crime de receptação (Art. 180 do CP) tem pena de 1 a 4 anos, e multa. Mas nas muitas vezes esse receptador nem mesmo vai ficar preso.

Contra o Covid-19, só há um remédio até agora, é imunizar mais de 50% da população, e atender nos hospitais os casos mais graves.

Os mais jovens e saudáveis podem saírem e adquirirem os anticorpos, o que irá promover a defesa dos mais vulneráveis.

Ciência defendida pelo Dr, Osmar Terra e Anthony Wong.