Category: Economia

Classes D e E são 80% dos inadimplentes no cartão de crédito

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Do G1RN

Os juros do cartão de crédito, que superam 330% ao ano, atingem principalmente os mais pobres. 80% dos que atrasam o pagamento da fatura fazem parte das classes D e E, que recebem até 3 salários mínimos por mês (até R$ 2.811), segundo levantamento da Boa Vista SCPC obtido pelo G1. Na outra ponta, a classe mais rica (A, com ganho mensal superior a 15 salários mínimos, ou R$ 14.055) concentra apenas 1% dos atrasos na fatura.

O gasto com itens de primeira necessidade é o principal uso que o brasileiro faz do cartão de crédito. Um estudo da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) com dados de setembro mostra que os alimentos aparecem na fatura de 50% desses consumidores. Em seguida, vêm os produtos de farmácia, consumidos por 37% (veja gráfico completo mais abaixo).

“Muitas vezes o cartão é a única forma de aquisição de bens e serviços possível para sobreviver”, diz a educadora financeira e diretora da Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial, Dora Ramos. Segundo ela, o desemprego e a renda mais baixa incentivam o uso do cartão como salário, ou seja, como fonte de receita, e não de dívida (crédito).

Quando isso acontece, o consumidor gasta o que não tem. Quando a fatura do cartão não é paga durante um ano, uma dívida de R$ 1.000 que entra no rotativo salta para mais de R$ 4.300 com os juros de 330% ao ano desta linha de crédito.

Se esse consumidor estivesse devendo em uma linha mais barata como o crédito consignado, cuja taxa é de 26,58% ao ano, a dívida seria bem menor, de R$ 1.265,80.

“É muito fácil perder o controle e não conseguir pagar a fatura “, diz Dora.

A facilidade para obter um número ilimitado de cartões, aliada à falta de informações a respeito das transações, são fatores que contribuem para o endividamento.

Pesquisas mostram, ainda, que o brasileiro tende a parcelar suas compras no cartão de crédito. De acordo com especialistas em finanças pessoais, tais hábitos multiplicam o risco de descontrole.

Veja, abaixo, um diagnóstico dos principais problemas que levam ao atraso nas dívidas do cartão, segundo especialistas ouvidos pelo G1:

  • Usar o cartão de crédito para fazer as compras básicas do mês;
  • Fazer um cartão somente para obter descontos em lojas;
  • Parcelar as compras quando é possível pagar à vista;
  • Utilizar vários cartões de crédito para aumentar o limite de gastos;
  • Acumular novas compras parceladas e esquecer das prestações já existentes;
  • Priorizar o valor da parcela e esquecer os juros da operação;
  • Pagar o valor mínimo da fatura (15%) quando há dinheiro suficiente para quitar o valor total;

Orçamento de 2018 tem deficit menor e salário mínimo de R$ 965

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Leão: Mais de 2,2 milhões de contribuintes serão contemplados neste lote de restituição do IR (Vinicius Tupinamba/Thinkstock)

Da Exame

Aprovada com rapidez pelo Congresso Nacional na noite desta quarta-feira (13), a proposta orçamentária de 2018 (PLN 20/2017) é a primeira sob a Emenda Constitucional 95, que instituiu um teto para os gastos públicos. O Orçamento para o ano que vem conta com um crescimento de 2,5% da economia e com um salário mínimo de R$ 965 (o atual é de R$ 937). Os gastos com a Previdência Social ficam em R$ 585 bilhões, enquanto o pagamento com juros da dívida pública alcança R$ 316 bilhões.

Apesar de saudada por parlamentares de todos os partidos pela celeridade — e pelo clima tranquilo — com que foi aprovada pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) e pelo Congresso, a peça orçamentária recebeu duras críticas dos oposicionistas em razão dos cortes nos programas sociais.

O projeto vai à sanção prevendo um deficit primário de R$ 157 bilhões para o governo federal no próximo ano. O número é um pouco menor do que os R$ 159 bilhões determinados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO, Lei 13.473/2017) como meta fiscal para o próximo ano.

 

Apesar da pequena melhora no deficit primário, o número só será atingido se forem aprovadas as propostas do governo que elevam a arrecadação e reduzem as despesas em 2018. Entre elas estão a ampliação da alíquota previdenciária dos servidores públicos (Medida Provisória 805/2017), o aumento do imposto de renda sobre fundos de investimentos fechados (MP 806/2017) e o fim da desoneração da folha de pagamento (Projeto de Lei 8456/2017). Somente essas três medidas representam uma receita de R$ 14 bilhões. 

 

Assistência social

Na reta final da votação do parecer de Leão, houve reivindicação de parlamentares para ele elevar recursos para algumas áreas, como as dotações para pesquisas da Embrapa, que receberam mais R$ 14 milhões, totalizando R$ 240 milhões, e para ações de assistência social. Neste último caso, a pressão foi para atender integralmente uma emenda da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, que destinava R$ 1,5 bilhão para custear Centros de Referência da Assistência Social (Cras).

Estes centros prestam atendimento a famílias instaladas em áreas de maior vulnerabilidade e risco social. O dinheiro federal é repassado para estados e municípios. O relator-geral atendeu parte da emenda (R$ 300 milhões).

A deputada Carmen Zanotto (PPS-SC) disse que entendia a falta de recursos, mas advertiu o governo que será preciso fazer uma suplementação orçamentária ainda no primeiro semestre de 2018, pois o valor atendido não financia as despesas de todo o ano.

— Prefeito nenhum e secretário de Assistência Social nenhum vão dar conta dessa política sem mais recursos — disse.

A senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) também alertou para a falta de recursos na assistência social.

— Em um período de desemprego tão elevado, precisamos fortalecer a assistência social do país.

Emendas parlamentares

As emendas individuais de deputados e senadores ao projeto somaram R$ 8,8 bilhões. Cada um dos 594 congressistas pode apresentar R$ 14,8 milhões em emendas. Eles direcionam os recursos para obras e serviços em suas bases eleitorais. Por determinação constitucional, metade do valor das emendas deve ir para ações e serviços públicos de saúde.

Comércio de Natal amplia horário de atendimento em dezembro

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Foto: da Internet

O comércio de Natal vai modificar seus horários de atendimento ao público durante o mês de dezembro para poder atender ao aumento da demanda dos consumidores nas compras de fim de ano, informou a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). As mudanças já começam na próxima semana, nos principais estabelecimentos da capital e seguem até o feriado de 1º de janeiro.

As grandes magazines localizadas no Centro da cidade e no Alecrim, na zona Leste, começam a abrir aos domingos a partir do próximo, dia 10. Alguns shoppings mudam seus horários já a partir da segunda-feira (11).

As grandes lojas do centro, como Riachuelo, Renner, C&A, Leader e Americanas anunciaram que vão abrir nos domingos das 8h às 16h. Segundo a CDL, os demais estabelecimentos abrem das 9h às 15h, com alguma variação em parte do comércio.

Durante a semana, o horário de atendimento durante a semana só deverá ser estendido na semana que antecede o Natal, do dia 18 a 22, das 08 às 20h.

Confira abaixo os horários dos shoppings

Natal Shopping

17 /12 (domingo) – 12h às 22h
18 e 19/12 – 10h às 22h
20 à 23/12 – 10h às 23h
25/12 – lojas e quiosques fechados
Alimentação e lazer facultativo
31/12 – 10h às 19h
01/01 – lojas e quiosques fechados
Alimentação e lazer facultativo

Praia Shopping

07 a 22/12 – 10h às 22h de segunda a sábado.
Domingos – das 15h às 21h.
23 e 30/12 – 10h às 18h
25/12 e 01/01 – lojas e quiosques fechados
Alimentação e lazer facultativo a partir das 11h

Partage Norte Shopping

Domingo 17/12 – 10 às 22h
18 e 23/12 – 10 às 23h
24/12 – 10 às 19h
25/12 – 11 às 22h – lojas e quiosques com abertura facultativa – lazer e alimentação abertos.
26 a 30/12 – 10 às 22h
31/12 – 10h às 19h
01/01 – lojas e quiosques com abertura facultativa – lazer e alimentação abertos.

Shopping Cidade Jardim

De 11 a 17/12 – 9h às 22h
De 18 a 23/12 – 9h às 23h
24/12 – 9h às 19h
25/12 – Fechado
De 26 a 30/12 – 9h às 22h
31/12 – 9h às 18h
01/01 – Fechado

Via Direta

Domingos (10 e 17) – lojas, boxs e quiosques: 14h às 20h.
Alimentação: 12h às 22h
Do dia 11 a 23/12, nos dias de semana – lojas, boxs e quiosques abertos das 09h às 21h (facultativo até às 22h)
Alimentação: 09h às 22h
24/12 – Lojas, boxs, quiosques e Alimentação – 12h às 18h (facultativo até às 19h)
25/12 – totalmente fechado.
Do dia 26 a 30/12
Lojas, boxs e quiosques: 09h às 21h
Alimentação: 09h às 22h
31/12 – Lojas, boxs, quiosques e alimentação – 12h às 18h (facultativo até às 19h)
01/01 – totalmente fechado

Midway Mall

18 a 23/12 – 10h às 23h
24/12 – 10h às 19h
25/12 – abertos apenas a Praça de Alimentação e Lazer de 11h às 22h em regime facultativo e o Cinemark conforme sua programação. Todas as demais lojas fechadas.
31/12 – 10h às 18h
01/01 – Funciona apenas o Cinemark. A portaria G5 ficará aberta para receber os clientes do cinema. Restante das lojas fechadas.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/comercio-de-natal-amplia-horario-de-atendimento-em-dezembro.ghtml

Aplicativo potiguar de consultas médicas se consolida no mercado nordestino

Em operação há pouco mais de um mês, o aplicativo Bomédico, desenvolvido pela empresa potiguar Global Gapps Markerting, que facilita o agendamento de consultas médicas virou referência no Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará,  Pernambuco e iniciando os trabalhos em Alagoas tem sido elogiado tanto por médicos, quanto por pacientes.
O aplicativo faz parte de uma plataforma de agendamento e gerenciamento de consultas que tem por objetivo promover uma maior agilidade na marcação, no gerenciamento das consultas e no relacionamento com os pacientes, reduzindo o tempo de espera nas consultas. Entre os benefícios diretos para os médicos estão: a disponibilidade da agenda, aumento na participação do mercado, criação de um canal de relacionamento direto com os pacientes (via atendente), preenchimento e organização da agenda, aumento do número de atendimentos e a redução dos custos administrativos.
O diretor da Global Gapps, Rilton Campos, contou que, mesmo com o curto prazo de tempo, quase 100 médicos de diversas especialidades, além de profissionais da área da saúde como odontologistas, nutricionistas e fisioterapeuta já estão cadastrados.
“Nós invertemos o processo. Na nossa plataforma o médico passa a oferecer a sua agenda. Isso permite que o cliente baixe o aplicativo gratuitamente e possa localizar imediatamente aquele profissional que ele quer naquele dia com alguns filtros como localidade, especialidade, subespecialidade e gênero”, contou.

Irregularidades em terminal marítimo interrompem carregamento de sal no RN

Porto-Ilha, no RN, é o único terminal salineiro do mundo que funciona sobre uma plataforma instalada no meio do oceano (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Porto-Ilha, no RN, é o único terminal salineiro do mundo que funciona sobre uma plataforma instalada no meio do oceano (Foto: Anderson Barbosa/G1)

O carregamento de sal marinho a partir do Porto-Ilha, terminal marítimo que fica a 14 quilômetros de Areia Branca, no litoral Norte potiguar, está parado desde a sexta-feira (1º). A interrupção foi confirmada na manhã desta segunda (4) pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte. Em nota, a Codern explicou que o terminal parou de operar em razão de irregularidades na documentação e sinalização da plataforma, fato constatado em inspeção feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo o Sindicato da Indústria de Sal do RN, apenas um navio, que já estava no meio do processo, concluiu o carregamento ainda na sexta. Desde então, o terminal está parado. Diretores do sindicato estão em natal, na sede da Codern, aguardando um posicionamento da companhia para solucionar os problemas.

A Codern disse que está empenhada em solucionar o problema. “As pendências listadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego relacionadas ao Terminal Salineiro de Areia Branca não envolvem aspectos estruturais, dizem respeito em sua maior parte à questões documentais, que já estavam em pleno encaminhamento de solução e estão em fase conclusiva”, afirmou.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/irregularidades-em-terminal-maritimo-interrompem-carregamento-de-sal-no-rn.ghtml

IBGE mostra crescimento do número de trabalhadores por conta própria no país

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Foto: da Internet

O desemprego continua em queda no país e a taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em outubro deste ano fechou em 12,2%, índice 0,6 ponto percentual superior ao trimestre anterior.

Ainda assim, havia no país, em outubro, 12,7 milhões de pessoas desempregadas. Foram gerados 868 mil novos postos de trabalho de agosto a outubro deste ano.

O contingente de trabalhadores por conta própria cresceu 1,4% em um trimestre, atingindo em outubro 23 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo período de 2016, houve alta de 5,6% (aumento de 1,2 milhão de pessoas).

O trabalho doméstico foi o principal item que contribuiu para a queda na desocupação. No entanto, se considerado apenas o trimestre de agosto a outubro, a taxa de desemprego é a maior da série histórica, iniciada em 2012.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Se comparada a igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego era de 11,8%, houve aumento de 0,4 ponto percentual.

 

 

Fonte: http://radioagencianacional.ebc.com.br/geral/audio/2017-11/ibge-mostra-crescimento-do-numero-de-trabalhadores-por-conta-propria-no-pais

Concessões do PSDB à Previdência podem custar R$ 109 bi

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Foto: Ulisses Marcelino/Reuters

O governo endureceu o discurso para barrar novas concessões na versão já enxuta da reforma da Previdência, mesmo sem ter os 308 votos necessários para aprová-la.

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta quarta-feira, 29, que a reforma “está no osso” e que o governo não concordará com novas alterações.

O recado era dirigido ao PSDB, a terceira maior bancada na Câmara. Cálculos do governo apontam que as três mudanças sugeridas pelos tucanos, se atendidas, levariam a uma redução adicional de R$ 109 bilhões na economia esperada em dez anos, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

A versão atual já reduziu a R$ 480 bilhões o impacto fiscal da reforma da Previdência em uma década, 60% da proposta original. Acatar os pedidos do PSDB resumiria a economia a menos da metade do esperado inicialmente.

Ao fechar a porta para novas flexibilizações, a intenção do governo é costurar o apoio dos parlamentares em negociações de outros temas, como os parcelamentos de débitos tributários (Refis).

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o secretário da Receita, Jorge Rachid, já se reuniram com o presidente Michel Temer para discutir essas medidas.

A área econômica corre contra o tempo para tentar colocar a reforma em votação na primeira semana de dezembro. Mas lideranças acham difícil que isso ocorra e já admitem uma dilatação no prazo.

Um panorama mais concreto do placar de votos deve ser obtido até domingo, quando Temer se reúne com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e lideranças partidárias. A data limite para uma votação ainda este ano é 17 de dezembro.

A percepção do governo é que a nova versão da Previdência já afastou a “gritaria” maior ao retirar pontos que eram mais polêmicos entre as bancadas, como a aposentadoria rural e o BPC, pago a pessoas de baixa renda que sejam idosas ou com deficiência.

O maior problema segue sendo político, diante do temor dos parlamentares em relação ao efeito que a votação pode ter eleições de 2018.

Os tucanos defendem que os servidores que ingressaram até 2003 possam se aposentar com o último salário da carreira e reajustes iguais aos da ativa sem ter de cumprir as idades mínimas finais de 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens), como requer a versão atual da proposta.

Em entrevista ao Estado, na terça-feira, o economista Edmar Bacha, um dos criadores do Plano Real, disse que é um absurdo o partido não fechar questão com a reforma proposta pelo governo.

Nesta quarta, o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli, disse, em nota, que os pedidos não são exigências da bancada para votar a reforma e reafirmou o compromisso da legenda com a proposta.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte:https://exame.abril.com.br/economia/concessoes-do-psdb-a-previdencia-podem-custar-r-109-bi/

Black Friday: uma moda do Brasil aos Emirados Árabes

Shoppers reach out for television sets as they compete to purchase retail items on Black Friday at a store in Sao Paulo
Black Friday: data é o maior dia de vendas do planeta

Uma data tipicamente americana tem se transformado em uma das principais fontes de receitas de varejistas ao redor do mundo.

Black Friday teve início à zero hora desta sexta-feira em lugares que vão desde o Reino Unido até os Emirados Árabes (onde a data leva o nome de White Friday).

No Brasil, onde milhares de pessoas esperaram a abertura das portas de lojas e supermercados à meia-noite, varejistas esperam vender mais de 2,2 bilhões de reais.

Na terra onde a data se originou, a expectativa é que, após comerem 51,65 milhões de perus durante a celebração do Dia de Ação de Graças na quinta-feira, 115 milhões de americanos façam compras nesta sexta-feira.

O faturamento deve ser até 20% maior que no ano passado, totalizando 4,2 bilhões de dólares.

A tradição é antiga: há registros de que o dia de promoções que se repete toda quarta sexta-feira do mês de novembro, exista no país desde 1869. Sua origem está ligada à necessidade dos lojistas de reverter prejuízos acumulados no ano.

Enquanto nos Estados Unidos a Black Friday sempre foi sinônimo de filas quilométricas e clientes se acotovelando nas lojas, o e-commerce foi o principal fator para o desenvolvimento da data em outros países.

Na União Europeia o faturamento dos varejistas nesta sexta-feira deve ser 450% maior do que uma sexta-feira comum.

O principal destaque do bloco é o Reino Unido, onde a Black Friday se tornou a principal data de vendas dos varejistas.

Se consumidores brasileiros reclamam que os descontos por aqui são pequenos, os britânicos também têm do reclamar: a média de redução nos preços é de apenas 9%.

No México, uma pesquisa mostra que, ao invés de se planejarem, 25% das compras dos clientes são feitas por impulso. No Brasil, o percentual está em 17%.

O risco por aqui, para os lojistas, é que o sucesso da data de compras esvazie as compras de natal. Nos vizinhos Argentina e Chile, curiosamente a Cyber Monday (que traz ofertas de eletroeletrônicos na segunda-feira posterior à Black Friday) é mais popular que a data celebrada na sexta-feira.

Nada disso, no entanto, pegou na China. Por lá, o Dia dos Solteiros, celebrado em 11 de novembro é o dia de glória dos comerciantes.

A data também é o maior dia de vendas do planeta. Em 24 horas são vendidos 25 bilhões de dólares em produtos. A Black Friday, e os varejistas ocidentais, ainda têm muito o que aprender para chegar lá.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/black-friday-uma-moda-do-brasil-aos-emirados-arabes/?bt_ee=77iLOmOdALBC1RSF8kN2vHBBUezyFfdff3Q5gGnb9nfYwjITR65rZm/ecfN52TUl&bt_ts=1511516744844

Governo do RN não pode sacar dinheiro do fundo previdenciário, informa banco

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Instituto Previdenciário do Rio Grande do Norte (Ipern) não pode sacar os recursos do Fundo Financeiro do Estado (Funfirn) para pagar salários de aposentados e pensionistas. A informação foi repassada oficialmente pela gerência geral do Banco do Brasil aos representantes do Estado e confirmada ao G1 pelo procurador-geral adjunto do Estado, João Carlos Coque. O governo queria usar o dinheiro para liberar recursos e pagar os duodécimos dos poderes estaduais, que estão atrasados.

De acordo com o procurador, o banco informou que os recursos não podem ser sacados até o prazo final das aplicações financeiras em que foram depositados. Elas acabarão entre 2019 e 2021. Ao todo, o fundo conta atualmente com R$ 321 milhões. “Não pode ser usado nada, à exceção de um valor bem pequeno, que não resolve o problema do Estado”, afirmou Coque.

Questionado pelo G1, o procurador-geral adjunto explicou que, diante da negativa do banco, não há muito o que ser feito do ponto de vista judicial, e que o Estado terá que buscar uma solução financeira para a falta de recursos. “Hoje a situação é muito menos jurídica que financeira”, argumentou o procurador, ressaltando que a procuradoria sempre está à disposição do governo para buscar as melhores soluções no campo da Justiça. O procurador ressaltou que o acordo da semana passada não previa o saque, mas sim um estudo para avaliar a possibilidade de sacar.

Após o acordo, a 60ª Promotoria do Patrimônio Público entrou com uma ação cautelar na Justiça para impedir que o Ipern sacasse o dinheiro sem antes receber garantia de que o Estado não teria que pagar multa por sacar os recursos fora do prazo das aplicações. De acordo com o promotor Afonso de Ligório Bezerra Júnior, o Estado poderia perder até R$ 80 milhões. Ele também considerou que o instituto não participou do acordo e que o saque não foi aprovado por meio de projeto de lei submetido à Assembleia Legislativa do Estado.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/governo-do-rn-nao-pode-sacar-dinheiro-do-fundo-previdenciario-informa-banco.ghtml

Trabalhadores terão ferias de 30 dia divididos em três vezes no ano

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Foto: da Internet

O trabalhador que tinha 30 dias de ferias corrido, agora, com a nova lei, o patrão pode dividir as ferias do seu funcionário em até três vezes. O trabalhador de qualquer idade poderá tirar até três férias por ano, não ultrapassando os trinta dias, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, 5 dias cada um. As férias não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

Nova lei trabalhista entra em vigor dia 11 e muda jornada de trabalho

Nova CLT vale para todos os trabalhadores com carteira assinada, tanto para contratos vigentes como novos (Foto: Jana Pessôa/Setas-MT)
Nova CLT vale para todos os trabalhadores com carteira assinada, tanto para contratos vigentes como novos (Foto: Jana Pessôa/Setas-MT)

A nova lei trabalhista, Lei Nº 13.467, que foi publicada no DOU em 17 de julho de 2017, em seu Art. 6º determina 120 dias de Vacatio Legis; período de tempo para que a lei entre em vigor após sua publicação. Neste próximo sábado, 11, a lei entra em vigor, fazendo real suas mudanças no mundo do trabalho, da mão de obra vendida. no labor, possivelmente trazendo “mais valia” para os empresários.

As alterações mexem em pontos como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente (por período trabalhado).

O projeto engloba ainda mudanças nos processos trabalhistas e no papel dos sindicatos, tornando mais rigoroso o questionamento de direitos trabalhistas na Justiça e retirando a obrigatoriedade de pagar a contribuição sindical.

Pelo que parece, os objetivos é de diminuir os processos judiciais que protegia o direito do trabalhador, que agora fica compartilhado direto com o patrão.

Isso é avanço? Claro que não. É um retrocesso sem prescindente para o trabalhador brasileiro.

Mas um país que registra 14 milhões de desempregados, e nem uma política de construção de desenvolvimento; onde o políticos de Brasília vivem a procura de meios de continuarem apenas se protegendo; o que pode se esperar de melhor para a classe proletariado.

Privatização da Eletrobras chega ao Congresso

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Eletrobras: a União e fundos ligados ao governo detém 63% da estatal. A participação deve cair a menos de 40% / Foto: Internet

Em busca de agendas positivas, o governo prevê que o projeto de lei que dá as diretrizes de privatização da Eletrobras será entregue à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira.

O assunto precisa passar pelo Congresso porque a lei que criou a Eletrobras proíbe que a União perca o controle da estatal. A União e fundos ligados ao governo detém 63% da estatal. A participação deve cair a menos de 40%.

Na segunda-feira foi realizada uma reunião entre o presidente, Michel Temer, e integrantes do Ministério de Minas e Energia para acertar os ponteiros. Inicialmente, o governo anunciou que a transação renderia 7,5 bilhões, mas a equipe econômica conta com ao menos 12,2 bilhões de reais com a venda.

Temer deve usar o dinheiro para, além de aliviar as contas públicas, cobrir encargos setoriais para reduzir as contas de luz em 2019 e para um programa de revitalização do Rio São Francisco.

O programa do São Francisco terá investimento ao longo de 30 anos, sendo 350 milhões de reais nos primeiros 15. O restante formará caixa para o Tesouro Nacional. O grupo do ministro Fernando Coelho Filho defendia que pontos do processo fossem discutidos via medida provisória, pela maior velocidade de tramitação, mas o governo preferiu a precaução.

Enviado o texto, será respondida a grande questão da privatização da companhia: o modelo a seguir. Será o grande desafio para convencer os parlamentares que hoje têm interesses de cargos e negócios com a estatal.

Se houver vitória, como quer o governo, até o fim do ano, daria fôlego para Temer sonhar com uma reforma da Previdência. A tramitação, que corre em paralelo com a PEC da aposentadoria, servirá de algum termômetro para testar o que ainda tem de força no Congresso.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/projeto-de-privatizacao-da-eletrobras-chega-ao-congresso/?bt_ee=zHDwwvC9BINrXoV8Pl0/MdSsAMUvx/WqseBwQHtehmZuluTwGiPYR7xxeuyx68ZS&bt_ts=1510220213936

No Rio Grande do Norte, 7% dos presos recebem auxílio-reclusão

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O INSS paga quase R$ 580 mil a famílias de presos do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte. O valor é a soma de 640 auxílios-reclusão, benefício pago a dependentes de contribuintes da previdência federal que estão presos. Em todo o país, são depositados cerca de 49 mil benefícios, que totalizam R$ 48,7 milhões.

Os dados são de setembro e foram divulgados pelo próprio INSS a pedido do G1. De acordo com levantamento, o número de apenados que tiveram acesso ao benefício representa cerca de 7% das mais de 8,3 mil pessoas que cumprem pena no sistema estadual – número disponibilizado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) do Estado.

A concessão do benefício é polêmica e causa discussão. Há pessoas que discordam do pagamento, que se tornou conhecida em muitos artigos contrários como “bolsa bandido”. Porém, para o padre Hugo Galvão, coordenador da Pastoral Carcerária, o benefício é muito importante, especialmente no caso de famílias que dependiam exclusivamente da renda dos presos. “A gente conhece o lado bom e o lado ruim desses benefícios”, considera.

O padre conta que conheceu, por exemplo, a história de uma idosa, cujo filho trabalhava como motorista e sustentava a família. Ele cometeu um crime, foi preso, e o benefício é agora o sustento da mulher e das duas netas, que ficaram sob seus cuidados. “Muitas vezes esses benefícios não chegam a um salário mínimo, mas são muito necessários. E as famílias não têm culpa pelo crime cometido por essas pessoas”, argumenta.

Laia mais no clicando no link do G1: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/no-rio-grande-do-norte-7-dos-presos-recebem-auxilio-reclusao.ghtml

Meirelles vai à Câmara tentar manter Previdência viva

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante conferência em Brasília, Brasil
Meirelles: entre os temas de interesse dos deputados está o panorama sobre a dívida pública do país e o peso da Previdência (Adriano Machado/Reuters)

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles vai hoje à Câmara dos Deputados debater os panoramas para o futuro da economia no país. Ele participa de uma audiência nas comissões de Finanças e Tributação; de Fiscalização Financeira e Controle; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços.

Entre os temas de interesse dos deputados está o panorama sobre a dívida pública do país e o peso da Previdência. O tema não poderia ser mais quente – ou frio, a depender do ponto de vista.

Ontem, o presidente Michel Temer praticamente desembarcou do compromisso com fazer a reforma ainda em 2017 ao dizer que vai insistir no tema, mas que “sozinho, o governo não tem condições de aprovar a reforma da Previdência”.

O efeito foi imediato, com o Ibovespa caindo 2,55% ao longo do dia, e fazendo Temer tentar uma retratação num vídeo divulgado na noite de ontem, em que diz que toda sua “energia” está concentrada em aprovar a reforma.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/meirelles-vai-a-camara-tentar-manter-previdencia-viva/?bt_ee=UskdsTLMUGAdQrS21+vMiGAN2+U8BDCJBrZ651qRVmJ08+u2Yvf9pBpValhdKgiG&bt_ts=1510133885586

Temer admitiu aprovar só idade mínima, diz Raimundo Lira

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB)
Raimundo Lira: segundo o senador, Temer defendeu idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres (Jefferson Rudy/ Agência Senado/Agência Senado)

Brasília – O líder do PMDB no Senado, Raimundo Lira (PB), contou que o presidente Michel Temer defendeu a aprovação de pelo menos uma idade mínima para aposentadoria durante reunião com líderes partidários do Senado, nesta terça-feira, 7. Outros pontos da reforma da Previdência proposta inicialmente pelo governo ficariam para a próxima gestão.

“O presidente acha que a reforma da Previdência, principalmente no que se refere à idade mínima, é importante para o País, e a reforma propriamente dita ficaria para o próximo governo eleito em 2018”, declarou o senador paraibano à imprensa. Ainda de acordo com Lira, o presidente da República defendeu idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Para o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), Temer “perdeu as condições” para aprovar a reforma, mesmo que em um formato mais enxuto.

“Acho que essa coisa de se tratar de idade mínima é tardia. Isso deveria ter sido colocado em um cenário lá atrás, com critérios de transição”, comentou Calheiros ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o governo não vai recuar na reforma da Previdência e acredita que há a possibilidade de aprovação do texto ainda neste ano.

Na segunda-feira, Temer admitiu pela primeira vez a possibilidade de uma derrota do governo ao tentar aprovar a proposta. “Se não quiserem aprová-la, paciência, mas eu continuarei a lutar por ela”, afirmou o peemedebista.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/temer-admitiu-aprovar-so-idade-minima-diz-raimundo-lira/