Category: Greve

Em greve, servidores da Saúde e professores da UERN fazem manifestação em Natal

Entrada lateral da Governadoria do RN também foi fechada por manifestantes, que tentaram ocupar o prédio neste segunda-feira (13), em Natal (Foto: Divulgação/Aduern)

Servidores da Saúde e professores da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte realizaram uma manifestação na manhã desta sexta-feira (13), em Natal, em protesto contra atraso no pagamento dos salários. O movimento fechou a Governadoria – sede do Poder Executivo Estadual e houve acirramento de ânimos durante uma tentativa de ocupação do prédio. Os policiais militares que fazem a segurança do local chegaram a usar spray de pimenta para dispersar os manifestantes e evitar a entrada deles.

As duas categorias estão em greve. De acordo com o Sindsaúde, 13 mil servidores, além dos médicos que atuam nas unidades estaduais de saúde, entraram em greve nesta segunda-feira (13). No entanto a paralisação não atinge os serviços de urgência e emergência nos hospitais potiguares, de acordo com o sindicato. Devem ficar suspensas, por exemplo, marcações de exames ambulatoriais e consultas que não se encaixam em urgência e emergência.

Já as aulas da UERN estão suspensas desde a última sexta-feira (10), quando foi deflagrada a greve dos professores. De acordo com a Associação dos Docentes da universidade, os cerca de 1,2 mil professores do ensino superior suspenderam atividades por tempo ideterminado nos campus da instituição em todo o estado.

Procurado pelo G1, o governo do estado afirmou que “em função do acirramento dos ânimos dos servidores, não há previsão para uma reunião entre o governo e manifestantes”.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte

Greve dos bancários pode terminar hoje em todo o país

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A paralisação dos bancários que hoje (6) completa 31 dias pode ser encerrada no final da tarde desta quinta-feira. O Comando Nacional dos Bancários está orientando a categoria a aprovar a nova proposta feita ontem (5), pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nas assembleias que vão ocorrer às 17h.

Os banqueiros elevaram a oferta de 7% para 8% de reajuste salarial e também ofereceram um abono de R$ 3,5 mil e a garantia de conceder, no próximo ano, a reposição da inflação e 1% de aumento real, entre outros benefícios.

Nessa décima rodada de negociações, os bancos se comprometeram ainda a corrigir o vale-alimentação em 15%; o vale-refeição e o auxílio creche/babá em 10% e a implantar a licença-paternidade de 20 dias. Em relação à Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o acordo prevê parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 4.367,07, sendo que a primeira parcela será paga até dez dias após assinatura do Contrato de Convenção Coletiva.

Por meio de nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) observou que a defesa do emprego está entre as prioridades e que “neste sentido, a negociação conquistou a instalação de um Centro de Realocação e Requalificação Profissional nos bancos”.

Dias parados não serão descontados

Os dias parados não serão descontados, mas desde que a categoria ponha um fim à greve nas assembleias de hoje (6), retornando ao trabalho amanhã (7).

Para o presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários, Roberto von der Osten, “os bancários saem vitoriosos de uma das campanhas mais difíceis dos últimos anos, impactada pela conjuntura política e econômica do país”, salientou ele, por meio de nota. Informou que, inicialmente, a Fenaban havia oferecido reajuste de 6,5% nos salários.

O líder dos bancários considerou ainda um avanço fechar questão sobre o acordo coletivo de 2017 com a garantia da reposição inflacionária e de aumento real, além dos reajustes dos benefícios com alimentação e auxílio creche/babá. “Garantimos a extensão dos direitos e valores para todos os bancos públicos, diferente dos anos 90, mas uma vitória inédita foi a garantia do não desconto e da não compensação dos dias da greve, um instrumento medieval de punição dos grevistas”, apontou.

A vice-presidente da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, também fez um balanço positivo das negociações. Disse que elas ocorreram “em um ambiente de alta incerteza política e econômica”. Dados da entidade indicam que ontem (5) mantiveram-se parados os atendimentos ao público em 13.123 agências e 43 centros administrativos, o equivalente a mais da metade (55%) das instituições em todo o país.

Bancários fazem greve nacional a partir desta terça-feira

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Foto: Zanone Fraissat/folhapress

A paralisação dos bancários em todo o país foi dedicida em assembleia na semana passada e com data de início para esta terça-feira (6). Cerca de 140 sindicatos e federações do país entraram no consenso de acordo com Confederação que representa trabalhadores do ramo financeiro (Contraf).

De acordo com o Jornal Folha de S.Paulo, a categoria reivindica reajuste salarial de 5% além de reposição da inflação no período (9,57%).

Outro tema da pauta de reivindicações é a regulamentação do atendimento remoto, pois a digitalização dos serviços bancários vem acentuando a tendência de cortes de pessoal no mercado.

A última greve nacional dos bancários aconteceu em outubro de 2015 e durou 21 dias.

Serviços

Durante a paralisação, os clientes poderão utilizar caixas eletrônicos e também as centrais de atendimento dos bancos. Consultas de saldo e realização de transferências poderão ser feita. Pagamentos de contas e saques podem ser feitos em lotéricas. Essas e outras funções também estão disponíveis nos sites dos bancos ou por meio de aplicativos dos dispositivos móveis.

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Maioria das escolas não aderiu à greve dos professores, diz Secretaria Municipal de Educação

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A greve dos professores da rede de Educação de Natal está tendo um alcance reduzido. A informação é da Secretaria Municipal de Educação (SME). Segundo a pasta, das 144 unidades educacionais mantidas pelo Município, entre escolas de ensino fundamental e centros de educação infantil (CMEIs), apenas 18 aderiram totalmente ao movimento deflagrado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte). O número equivale a 12% da rede.

De acordo com levantamento feito pela SME, em números absolutos são 13 escolas e cinco CMEIs sem funcionamento por causa da paralisação. Por outro lado, há 52 unidades (15 escolas e 37 CMEIs) funcionando normalmente, sem prejuízo para seus alunos. Há ainda unidades que aderiram apenas parcialmente ao movimento paredista e não interromperam suas atividades por completo. São 38 escolas e 30 CMEIs nessa situação.

Em termos de profissionais, a SME verificou que a maioria continua exercendo normalmente suas atividades em sala de aula. Dos 682 educadores infantis que integram seus quadros, por exemplo, 504 estão cumprindo regularmente suas cargas horárias. Ou seja, 74% do total. Os demais 178 educadores infantis decidiram seguir a orientação do Sinte e fazer greve, o que corresponde a 18% do universo desses servidores.

A secretaria também fez um levantamento por turmas. São 1.470 atendidas na sua rede e apenas 450 estão sendo afetadas totalmente pela greve dos professores. Menos de um terço do total (30,6%). As demais turmas, ou estão tendo aula normalmente, ou só estão sendo prejudicadas de forma parcial.

Embora somente uma parcela dos alunos esteja integralmente sem acesso às aulas, a SME fez o apelo ao Sinte pelo fim da greve, alegando que já foi realizada uma correção salarial de 66,69% para os professores, entre 2013 e janeiro deste ano.

Professores da rede pública de Natal entram em greve nesta segunda-feira

 

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Os professores da rede pública de ensino municipal de Natal entram em greve hoje (22) para reivindicar o pagamento de duas parcelas da reposição salarial nos índices de 5,01% e 4,78%, que segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte) estaria em atraso. Apesar da reclamação da categoria, a Secretaria Municipal de Educação (SME) afirmou que os pagamentos estão sendo feitos em dia.

O que ainda não foi pago, segundo a Secretaria, é relativo às últimas duas parcelas de um total de 5, do acordo firmado com os professores. A assessoria de comunicação da Secretaria disse que esses vencimentos ainda não foram quitados devido a dificuldades financeiras que estão sendo enfrentadas pela Prefeitura do Natal.

A greve acontece apenas uma semana do início do ano letivo. Justificando a paralisação, o Sindicato reafirma que a prefeitura não cumpriu o acordo feito com os professores e afirmou que a perda salarial varia de 10% a 50% por mês. Contudo, a secretária de Educação de Natal, Justina Ivo, garantiu que os salários já foram reajustados em 11,36%.