Category: Internacional

Trump pede à Venezuela libertação ‘imediata’ de líder da oposição

Resultado de imagem para TrumpO presidente americano, Donald Trump, pediu nesta quarta-feira (15) à Venezuela a libertação “imediata” do líder da oposição Leopoldo López, depois de se reunir com a esposa do venezuelano, Lilian Tintori.

“A Venezuela deveria permitir que Leopoldo López, um preso político e marido de @liliantintori (a quem acabei de conhecer com o senador @marcorubio), saia da prisão imediatamente”, tuitou Trump.

Também no Twitter, Trump postou na Casa Branca uma foto com Lilian, com seu vice, Mike Pence, e com o senador republicano Marco Rubio.

A reunião de Trump com a mulher de uma das principais lideranças venezuelanas acontece em meio a uma confrontação diplomática entre Estados Unidos e Caracas.

Na segunda-feira (13), o Departamento americano do Tesouro impôs sanções econômicas ao vice-presidente venezuelano, Tareck El Aissami, sob acusação de tráfico de drogas. A decisão foi fortemente condenada por Caracas.

O governo americano alega que as sanções contra El Aissami são “o desfecho de uma investigação de vários amos”. Maduro rebateu, afirmando que o “imperialismo está nos ameaçando”.

Washington e Caracas não têm embaixadores nas respectivas capitais desde 2010.

 

Fonte:http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2017/02/16/interna_internacional,847893/trump-pede-a-venezuela-libertacao-imediata-de-lider-da-oposicao.shtml

China surpreende e condena na ONU o teste de míssil da Coreia do Norte

O Conselho de Segurança da ONU condenou por unanimidade, em reunião de emergência realizada nessa segunda-feira (13), o teste de um míssil norte-coreano e pediu aos países-membros que redobrem os esforços para que as sanções impostas à Coreia do Norte sejam aplicadas. Em nota, o conselho disse “deplorar as atividades de mísseis balísticos da República da Coreia do Norte, que contribuem para o desenvolvimento do sistema de armas nucleares do país e o aumento da tensão”. As informações são da Agência France-Presse (AFP).
O texto da ONU também deplora que o país asiático esteja destinando recursos para este tipo de atividade, em detrimento das grandes necessidades de seus cidadãos. A surpresa ficou por conta da condenação dos testes norte-coreanos pela China, tradicional aliada do regime de Pyongyang.

A China é o maior aliado da Coreia do Norte e destino de 70% das exportações norte-coreanas. Pequim ainda mantém um diálogo importante com os norte-coreanos, mas parece estar perdendo a paciência com a situação. Nessa segunda (13), por meio do seu porta-voz, o governo chinês condenou os testes e reiterou que eles violam as resoluções da ONU. Pediu que todas as partes envolvidas evitassem movimentos que pudessem aumentar as tensões e disse que todos deveriam “procurar a contenção e manter em conjunto a paz e segurança na região”.

O porta-voz chinês afirmou ainda que o seu país vai participar das reuniões na ONU sobre o lançamento dos mísseis com “uma atitude responsável e construtiva”.

O Japão e a Corea do Sul foram os primeiros a se manifestar contra os testes, até porque são os vizinhos mais próximos e, em tese, estariam ao alcance dos mísseis norte-coreanos. Segundo a Yonhap, agência de notícias estatal da Coreia do Sul, os foguetes teriam a capacidade de atingir alvos a mais de dois mil quilômetros, o que poderia afetar cidades como Tóquio, Seul e Hong Kong. Nesta terça-feira (14), o Japão admitiu que novas sanções à Coreia do Norte poderão estar em cima da mesa e apelou à China para assumir um papel “construtivo” na resposta a mais este teste.
EUA e China
O teste norte-coreano também está sendo visto como uma provocação ao recém-empossado governo dos Estados Unidos e provocou inúmeras reações pelo mundo. No domingo (12), durante encontro com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, o presidente Donald Trump havia dito que os americanos apoiavam 100% de seus aliados japoneses na região.

O presidente chinês Xi Jinping recebeu finalmente um telefonema de Trump na semana passada. Os sinais que os EUA vinham dado para os chineses vinham causando incertezas para a relação. Trump já havia falado com 18 países, menos a China. O telefonema entre as duas partes pode ajudar a quebrar um pouco o gelo. A China recebeu bem o contato e disse que o país está preparado para trabalhar com os Estados Unidos e que a cooperação entre ambos vai beneficiar não apenas o povo dos dois países como o resto do mundo.

Vale lembrar que, durante o telefonema, Trump reconheceu a política da “China Única” dos chineses. Para a República Popular da China, Taiwan é parte da China, pois só há uma China. Esta é a posição de todos os países do mundo, exceto 21 que ainda reconhecem Taiwan (e não têm relações diplomáticas com a China).

Trump havia dito que poderia usar o assunto como moeda de troca para negociações com Pequim, comerciais inclusive. Este era um dos fatores de tensão entre os dois países desde que o americano assumiu. Para analistas esse promete ser o tema mais espinhoso do novo relacionamento entre EUA e China. Dele, podem depender os entendimentos para as negociações entre os dois em todas as outras áreas.
Coreia do Norte diz que está no seu “direito”
Ao comentar sobre os testes, a Coreia do Norte disse que está no seu “direito soberano de se proteger”. E afirmou que o bem-sucedido teste do míssil balístico de médio a longo alcance representa avanços no seu programa armamentista. A agência de notícias estatal norte-coreana KCNA disse que o líder do país, Kim Jong-un, supervisionou pessoalmente o teste do míssil Pukguksong-2, um novo tipo de arma estratégica capaz de carregar uma ogiva nuclear.

 

Fonte:http://boainformacao.com.br/2017/02/china-surpreende-e-condena-na-onu-o-teste-de-missil-da-coreia-do-norte/

Parlamento de Israel aprova lei que regulariza assentamentos

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O Parlamento de Israel aprovou a controversa lei que regulariza assentamentos em terrenos palestinos privados na Cisjordânia. A informação é da Agência Ansa, da Itália.

O texto recebeu 60 votos a favor e 52 contra no Knesset. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, absteve-se de votação porque estava voltando de uma viagem a Londres, mas, desde o início da elaboração da lei, o premier foi um defensor da ideia.

A votação ocorreu em clima de tensão, enquanto o líder oposicionista Isaac Herzog alegava que a aprovação da lei colocaria Israel na mira da Corte Internacional Penal de Haia. No dia 23 de dezembro, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução inédita que considera ilegais todos os assentamentos israelenses na Cisjordânia.

De caráter retroativo, a lei estabelece um mecanismo de compensação aos proprietários palestinos de terrenos onde foram construídos assentamentos ou casas. Eles podem receber um pagamento anual de até 125% do valor da terra por um período de 20 anos ou meios alternativos, como outros terrenos. O mecanismo pode legalizar até 4 mil casas, além de complicar as negociações de paz entre israelenses e palestinos. Os palestinos exigem o fim das construções.

 

Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-02/parlamento-de-israel-aprova-lei-que-regulariza-assentamentos

Rainha Elizabeth II completa 65 anos no trono

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A rainha Elizabeth II completa nesta segunda-feira 65 anos no trono, sendo a primeira monarca britânica a comemorar o Jubileu de Safira, dois anos depois de bater o recorde de reinado mais longevo do país.

Elizabeth II não comemorará o acontecimento, propiciado pela morte prematura de seu pai, George VI, em 1952, que a levou ao trono com 25 anos.

Em contrapartida, seu filho Charles, herdeiro do trono, espera sua vez com 68 anos, tendo superado a idade legal de aposentadoria em setembro de 2015.

Elizabeth II tornou-se a monarca britânica a ocupar mais tempo o trono depois de superar a rainha Victoria, um recorde que também não comemorou porque “nunca aspirou a ele”, segundo afirmou na ocasião.

“Inevitavelmente, uma vida longa pode superar muitos marcos. A minha não é nenhuma exceção”, argumentou.

A morte do rei Bhumibol Adulyadej da Tailândia, em outubro passado, também fez dela a soberana viva há mais tempo no trono.

Elizabeth II passará o dia em sua residência de Sandringham, no condado de Norfolk (leste da Inglaterra), o local onde seu pai morreu. No domingo foi à missa e recebeu sorridente flores do público que se aproximou para saudá-la.

O país, no entanto, celebrará o aniversário, com salvas de canhão na Torre de Londres e em vários outros pontos.

Selos e moedas comemorativas.

A Safira é a gema que simboliza o 65º aniversário e a Casa Real voltou a publicar uma foto de 2014 da monarca com um vestido adornado com várias destas pedras preciosas, assim como um colar e brincos.

O colar foi um presente de casamento de seu pai, data de 1850 e é feito com 16 safiras adornadas por diamantes.

A fotografia foi tirada pelo fotógrafo britânico David Bailey, famoso por fotografar figuras como os irmãos Kray, mafiosos do leste de Londres, os Beatles, o ator Johnny Depp ou Diana, a falecida princesa de Gales.

“Sempre fui um grande admirador da rainha. Tem olhos muito amáveis com um brilho malicioso. Sempre gostei de mulheres fortes, e ela é uma mulher forte”, declarou Bailey após fotografar a rainha há três anos.

O Royal Mint emitiu moedas comemorativas de um valor que varia entre 5 e 1.000 libras. A mais valiosa é fabricada em ouro maciço, pesa um quilo e custa 50.000 libras (58.000 euros, 62.000 dólares).

As moedas foram cunhadas com uma citação da rainha que se tornou famosa em um programa de rádio por ocasião do seu 21º aniversário: “Minha vida inteira, seja longa ou curta, será dedicada ao vosso serviço”.

O Royal Mail, o serviço postal britânico emitiu um selo de 5 libras de cor azul safira.

O dia também será marcado por honras militares. Ao meio-dia (local e GMT, 10h00 de Brasília), 41 salvas de canhão serão disparadas em Green Park, parque localizado ao lado do Palácio de Buckingham.

A banda da Artilharia Real acompanhará com música.

Uma hora mais tarde, 62 salvas serão disparadas na Torre de Londres, a fortaleza nas margens do Rio Tamisa.

 

Fonte:http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2017/02/06/interna_internacional,845209/rainha-elizabeth-ii-completa-65-anos-no-trono.shtml

Trump proíbe cidadãos de sete países de entrar nos Estados Unidos

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O governo americano já botou em prática a ordem do presidente Donald Trump de barrar a entrada de viajantes de sete países. O decreto atinge também os refugiados da guerra civil na Síria. A proibição está provocando protestos no Aeroporto JFK, em Nova York.

Quando chegaram no aeroporto de Nova York na noite de sexta-feira (27), dois cidadãos iraquianos, que tinham visto pra entrar, foram barrados.

Um deles – que trabalhou como intérprete pra soldados americanos no Iraque – foi liberado 19 horas depois.

Neste sábado, seis iraquianos e um iemenita nem puderam embarcar no avião que vinha do Egito para os Estados Unidos.

Eles não sabiam, mas horas antes o presidente Trump tinha posto a caneta pra funcionar. Num decreto, proibiu cidadãos de sete países de maioria muçulmana de entrar nos Estados Unidos.

O Iraque é um deles, o Iêmen outro. Também Irã, Síria, Líbia, Somália e Sudão. Além disso, Trump suspendeu por 120 dias o recebimento de qualquer refugiado. E se o refugiado for da Síria, está banido por tempo indeterminado.

Uma família de refugiados da Síria, que ia viajar neste sábado para Atlanta, foi mandada em vez disso para o Líbano.

A guerra civil da Síria é uma tragédia humanitária. Milhares de pessoas não tem acesso a água, comida e auxílio médico.

Mas o presidente americano diz: “A gente quer ter certeza de que não estamos deixando entrar a mesma ameaça que nossos soldados enfrentam lá fora”.

Em relação à Síria, disse que agora vai dar preferência aos refugiados cristãos em detrimento dos muçulmanos.

O diretor do Conselho de Relações Americano-Islâmicas disse que com isso Trump está plantando as sementes do ódio e da divisão baseados na intolerância religiosa.

O Irã decidiu barrar americanos também. O presidente, Hassan Rouhani disse que não é hora de levantar muros, mas sim de reconciliação.

O veto deve desfalcar a cerimônia do Oscar. O diretor Asghar Farhadi já ganhou uma vez, e concorre novamente ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Mas ele é iraniano e agora está banido dos Estados Unidos.

Numa entrevista a um jornal britânico o presidente Trump também falou sobre a Europa. Disse que outros países devem deixar a União Europeia assim como o Reino Unido fez. E disse que considera a aliança militar entre os Estados Unidos e países da Europa, a Otan, hoje, obsoleta.

O presidente da França, Fraçois Hollande, disse depois que a Europa não precisa de conselhos de gente de fora. E disse que a Otan só será obsoleta quando as ameaças forem obsoletas.

Hollande e Trump conversaram neste sábado (28) ao telefone. O francês insistiu na importância da Otan, criticou o protecionismo, e disse que ainda não é hora de relaxar as sanções econômicas contra a Rússia.

Mas num outro telefonema, o assunto foi exatamente esse: a relacionamento com os russos. Trump discutiu com Vladimir Putin a cooperação contra o Estado Islâmico na Síria. Os dois ficaram de marcar um encontro para tentar uma reaproximação entre os dois países.

Trump também falou ao telefone neste sábado com a chanceler alemã, Angela Merkel. Segundo comunicado da Casa Branca, os dois concordaram que a Otan é importante. Mas que precisam rever quanto cada país contribui pra financia-la. Trump costuma reclamar que os Estados Unidos pagam mais que os outros.
Neste sábado, o presidente americano assinou mais três decretos. Um deles dá um prazo de trinta dias para que o comando das forças armadas apresente um plano para acabar com o grupo terrorista Estado Islâmico.

 

Fonte:http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/01/trump-proibe-cidadaos-de-sete-paises-de-entrar-nos-estados-unidos.html

Brasileiro Hugo Barra liderará área de realidade virtual do Facebook

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O brasileiro Hugo Barra vai deixar a Xiaomi em fevereiro. Foto: Divulgação.

CALIFÓRNIA  –  O brasileiro Hugo Barra vai trabalhar no Facebook para tocar os esforços da empresa na área de realidade virtual, incluindo a equipe Oculus VR, disse o presidente-executivo da empresa americana, Mark Zuckerberg, na quarta-feira.

Barra, ex-executivo do Google, deixou a fabricante chinesa de smartphones Xiaomi nesta semana, dizendo que queria voltar para o Vale do Silício.

“Hugo compartilha minha convicção de que a realidade virtual será a próxima grande plataforma de computação”, disse Zuckerberg em um post no Facebook.

“Ela nos permitirão experimentar coisas completamente novas e ser mais criativos do que nunca”.

O trabalho superior em Oculus está vago desde o mês passado, quando seu CEO deixou o posto.

Barra liderou o projeto de expansão internacional de Xiaomi. A estratégia, que incluiu o lançamento no Brasil, deu certo até 2015, mas perdeu força a partir de então. (Dow Jones Newswires)

Fonte:http://www.valor.com.br/empresas/4848178/brasileiro-hugo-barra-liderara-area-de-realidade-virtual-do-facebook

O emocionado apelo em carta de menina tuiteira síria a Donald Trump

Bana Alabed, garota de sete anos que ficou famosa no mundo todo por seus tuítes denunciando as condições terríveis de vida nas regiões sitiadas de Aleppo, na Síria, escreveu uma carta aberta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Você precisa fazer alguma coisa pelas crianças da Síria pois elas são como seus filhos e merecem a paz, assim como você”, escreveu.

A menina ganhou destaque na imprensa mundial após ter usado uma conta no Twitter para falar sobre as dificuldades que enfrentava na maior cidade da Síria, palco de sangrentos confrontos entre rebeldes e forças do governo.

A mãe de Bana, Fatemah – que ajuda a manter a conta no Twitter – enviou a carta para a BBC.

Fatemah contou que Bana escreveu a carta dias antes da posse do presidente americano pois “ela viu Trump muitas vezes na televisão”.

Leia abaixo a carta de Bana Alabed ao presidente Donald Trump:

“Caro Donald Trump,

Meu nome é Bana Alabed, sou uma menina síria de sete anos, de Aleppo.

Morei na Síria minha vida inteira antes de deixar o leste de Aleppo, que estava sitiado, em dezembro do ano passado. Sou uma das crianças sírias que sofreram com a guerra na Síria.

Mas agora tenho paz em minha nova casa na Turquia. Em Aleppo eu estava na escola, mas ela foi destruída em um bombardeio.

'Paz. Paz. Paz. Paz. Em todos os lugares, paz. Paz. Paz em todos os lugares'. Desde que chegou à Turquia, a conta de Bana no Twitter se transformou em uma série de apelos pela paz na Síria
‘Paz. Paz. Paz. Paz. Em todos os lugares, paz. Paz. Paz em todos os lugares’. Desde que chegou à Turquia, a conta de Bana no Twitter se transformou em uma série de apelos pela paz na Síria

Foto: Twitter de Bana Alabed / BBCBrasil.com

Fonte:https://noticias.terra.com.br/mundo/o-emocionado-apelo-em-carta-de-menina-tuiteira-siria-a-donald-trump,082f5255f2d0d5ec41c7fe1fd8bfd901ybylfpes.html

Corrupção também na França

A corrupção não é coisa exclusiva do Brasil. Não que isso justifique tanta corrupção neste país. Mas na França a esposa de um presidenciável está sendo investigada por ter recebido salário ilegal.

França investiga esposa de presidenciável por recebimento ilegal de salário

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Penelope ao lado do marido Fillon

O jornal satírico francês “Le Carnard Enchaîné” publicou nessa quarta-feira (25) uma denúncia contra o candidato à presidência François Fillon e sua esposa, Penelope Fillon. A reportagem diz que, além de ter recebido mais de meio milhão de euros nos oito anos em que ocupou o cargo de assistente parlamentar do próprio marido e do sucessor dele, Penelope parece não ter exercido, de fato, a atividade.

Fillon, que é cotado como favorito na eleição presidencial, em abril, chamou a reportagem do jornal francês de um ultraje. A contratação de membros da família, com salários pagos pelo fundo parlamentar, é permitida na França, desde que eles cumpram as funções.

A Procuradoria Financeira em Paris já anunciou que foi aberta uma investigação preliminar para apurar o possível desvio de recursos públicos.

 

Fonte:http://radioagencianacional.ebc.com.br/internacional/audio/2017-01/franca-investiga-esposa-de-presidenciavel-por-recebimento-ilegal-de

Milhares de pessoas protestam contra Trump em Washington

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Lideradas por mulheres, centenas de milhares de pessoas tomara as ruas de Washington neste sábado para exigir que o presidente Donald Trump respeite seus direitos e os das minorias.

Em Washington, onde se celebra a maior Marcha das Mulheres, um mar de gente, muitos gorros rosas com orelhas, se concentrou perto do Congresso para ouvir fortes gritos de resistência e luta pelos direitos das mulheres e de todas as minorias.

A Independence Avenue de Washington, uma das maiores da cidade, estava repleta de manifestantes ao longo de mais de 1,5 km, e era impossível cruzá-la, constatou um jornalista da AFP.

Os organizadores estimam a presença de 500.000 pessoas.

Após ouvir vários cantores e oradores, alguns famosos como o cinesta Michael Moore e a atriz Scarlett Johansson, os manifestantes marcharão até os arredores da Casa Branca.

“A marcha é uma demonstração de nossa solidariedade e um pedido para que Trump respeite todas as pessoas, de todos os credos e cores”, declarou à AFP Lisa Gottschalk, uma cientista de 55 anos que viajou da Pensilvânia para protestar.

Grandes multidões protestaram também em Nova York, Chicago e Boston. Centenas de protestos aconteceram em outras cidades do país.

Os organizadores acreditam que aproximadamente 2,5 milhões de pessoas foram às ruas em mais de 600 marchas contra Trump realizadas no exterior.

– “Vamos lutar pelo justo” –

“Não podemos passar de uma nação de imigrantes a uma nação de ignorantes”, alertou uma das primeiras oradoras, a atriz de origem hondurenha América Ferrera, em referência à promessa de Trump de deportar entre dois e três milhões de imigrantes e construir um muro na fronteira com o México.

Uma das oradoras que mais recebeu aplausos foi Sophie Cruz, uma menina americana-mexicana de seis anos cujos pais se encontram em situação irregular e que ficou famosa em 2015, quando foi abraçada pelo papa Francisco.

“Estamos aqui juntos para formar uma rede de amor que proteja as nossas famílias”, disse no palco, enquanto sua mãe, ao seu lado e vestida com uma roupa indígena, enxugava as lágrimas. “Também quero dizer às crianças que por favor não tenham medo porque não estamos sós (…) Vamos lutar pelo justo!”, pediu a menina.

A democrata Hillary Clinton, que perdeu para a Trump a chance de ser a primeira presidente mulher dos Estados Unidos, agradeceu aos manifestantes em sua conta do Twitter.

“Obrigada por estar aí, por falar e marchar por nós valores @womensmarch. Mais importante do que nunca. Realmente acho que sempre somos mais fortes juntos”, tuitou.

“Presidente Trump, não votei em você, mas apoie minha filha, que, como resultado das suas nomeações, pode crescer em um país que está retrocedendo, não avançando, e que talvez não terá o direito de tomar decisões para o seu corpo e o seu futuro como a sua filha Ivanka teve o privilégio de poder”, pediu Scarlett Johansson.

A diva do pop, Madonna, supreendeu os presentes ao se juntar ao protesto e subir no palco para se pronunciar sobre o novo governo.

“Bem-vindo à revolução do amor”, disse a cantora, encerrando horas de discursos por celebridades e ativistas. “À rebelião. À nossa recusa como mulheres em aceitar essa nova era da tirania”.

– Uma visão sombria –

Trump assumiu na sexta-feira a presidência com um discurso inaugural com um forte tom nacionalista e populista, no qual traçou uma sombria visão do declínio dos Estados Unidos sob o governo de seu antecessor, o democrata Barack Obama.

Ele falou das escolas ruins, da pobreza crônica, do aumento dos crimes, e garantiu que vai dar fim a “esta carniceria” e que só se guiará por um princípio: “Os EUA em primeiro lugar”. “Compre (um produto) americano, contrate americanos”, pediu.

“Estamos aqui determinados a frear a carniceria de Trump”, respondeu neste sábado Michael Moore na Marcha das Mulheres.

Houve protestos em todo o país. Mais de milhão de pessoas foram às ruas em Los Angeles, segundo o porta-voz da Polícia local. De acordo com os organizadores, a multidão reuniu 750 mil pessoas.

“Foi um lindo mar de humanidade. Foi fantástico”, disse Andrew Neiman, porta-voz da polícia.

O presidente visitou neste sábado a sede da CIA, um gesto carregado de simbolismo após suas fortes críticas às agências de inteligência americanas, anunciou seu porta-voz, Sean Spicer.

Também houve protestos anti-Trump na sexta-feira, durante a posse. Em alguns deles foram registrados choques violentos entre manifestantes e vandalismo, com mais de 215 detenidos.

– Um gorro rosa para pedir mais respeito –

Milhares de manifestantes vestiram gorros de lã cor de rosa com orelhas de gato, que se tornaram símbolo do desafio ao novo governo.

Os gorros, ou “pussy hats”, como são chamados em inglês, têm um trocadilho, porque a palavra em inglês “pussy” tanto pode significar gatinho quanto a forma pejorativa de se referir ao órgão sexual feminino.

A palavra faz referência direta a um áudio de 2005 vazado durante a campanha eleitoral em que Trump, conhecido por sua retórica controversa e divisionista, afirma que “quando você é uma estrela, (as mulheres) deixam você fazer o que quiser. Pode agarrá-las pela buceta”.

Trump ofendeu as mulheres em numerosas ocasiões -incluindo uma ex-Miss Venezuela por seu sobrepeso- julgando-a por sua aparência. Foi acusado por várias mulheres de assédio e de ter tido um comportamento inapropriado.

 

Fonte:http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2017/01/21/interna_internacional,841471/milhares-de-pessoas-protestam-contra-trump-em-washington.shtml

Barack Obama deixa a presidência dos Estados Unidos acumulando sucessos e polêmicas

Quando subiu no palanque montado no McCormick Place, em Chicago, e falou como presidente dos Estados Unidos pela última vez, certamente um filme deve ter passado na cabeça Barack Obama. Filho de mãe americana com ascendência inglesa e pai queniano, o homem nascido no Havaí marcou a história mundial por ser o primeiro homem negro a assumir a presidência dos Estados Unidos, posição que deixará de ocupar nesta sexta-feira (20) quando termina seu segundo mandato.

Barack Hussein Obama II chegava ao posto cercado de expectativa pelo slogan ‘Yes, we can (Sim, nós podemos), marca durante a sua campanha. Obama estudou em escolas da Indonésia, país ao qual sua família se mudou após sua mãe, Ann Dunham, se separar do seu pai e se casar com o indonésio Lolo Soetoro, um estudante de pós-graduação em geografia que ela conheceu na Universidade do Havaí. Em 1971, ele voltou ao Havaí para viver com seus avós maternos. Seus primeiros passos rumo ao sucesso político foram dados em Los Angeles, na Califórnia, para onde migrou em 1979, quando fez seu primeiro discurso público contra a política do apartheid na África do Sul.

Cercado de expectativas, Obama assumiu a Casa Branca sob o slogan: ‘Yes, we Can’ (Sim, nós podemos) (Foto: AFP)

Nos anos que se passaram, Obama acumulou as graduações em ciência política pela Universidade Columbia e em direito pela Universidade de Harvard, onde foi presidente da Harvard Law Review, uma revista criada por estudantes. Para garantir sua candidatura à Casa Branca, em 2007 e ao longo de 2008, ele enfrentou uma longa batalha com a senadora Hillary Clinton, quem tempos depois ele apoiaria na disputa contra Donald Trump. Até então, o homem negro acumulava pouca experiência política – foi senador por apenas quatro anos e, antes disso, legislador de Illinois por oito -, mas ao ouvir os aplausos e gritos de ‘fique’ das 54 mil pessoas que acompanhavam o evento, Obama sentiu que o seu trabalho estava cumprido.

“Hoje é minha vez de dizer obrigado. Todos os dias, aprendi com vocês. Vocês fizeram de mim um presidente melhor e fizeram de mim um homem melhor”, disse Obama.   Nos oito anos em que permaneceu na Casa Branca, Barack conseguiu aplicar o seu discurso positivo em algumas questões, como a reforma do sistema de saúde americano, que ficou conhecido como Obamacare, mas que pode ser extinto pelo seu sucessor, Donald Trump, ou o endosso ao casamento gay. Obama foi considerou uma ‘vitória da América’ a decisão da corte americana de aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todos os estados do país.

Por outro lado, o carisma do presidente não conseguiu ser transformado nos votos que a republicana Hillary Clinton necessitava para vencer o democrata Trump na eleição. Se o governo terminou sem escândalos e com a popularidade alta – em mais de 50% -, a trajetória também acumulou pontos polêmicos como a não conclusão do fechamento da base militar de Guantánamo, a retirada de tropas do Iraque e Afeganistão e a tensão entre policiais e a população negra.

Fonte:http://www.correio24horas.com.br/detalhe/mundo/noticia/barack-obama-deixa-a-presidencia-dos-estados-unidos-acumulando-sucessos-e-polemicas-relembre/?cHash=dd985eafe0b1beae7d93744ca683801c

Trump assumirá cargo com taxa de aprovação mais baixa entre presidentes recentes, diz pesquisa

Donald Trump vai assumir a presidência dos EUA na sexta-feira (20) com uma taxa de aprovação de apenas 40%, a menor entre os presidentes recentes e 44 pontos percentuais abaixo de Barack Obama. A pesquisa foi feita pela CNN/ORC e divulgada nesta terça-feira (17).

O futuro presidente dos EUA, Donald Trump, concede 1ª entrevista coletiva desde a eleição (Foto: Reprodução)
O futuro presidente dos EUA, Donald Trump, concede 1ª entrevista coletiva desde a eleição (Foto: Reprodução)

Após um período de transição tumultuado, o índice de aprovação de Trump ficou mais de 20 pontos abaixo do que os de seus três predecessores mais recentes. Obama tomou posse em 2009 com 84% de aprovação, 67% aprovavam Bill Clinton no fim de dezembro de 1992 e 61% aprovavam a transição de George W. Bush logo antes de ele tomar posse, em janeiro de 2001.

Segundo a pesquisa, cerca de 53% dos americanos disseram que os comunicados e as ações de Trump desde o dia da eleição os deixaram menos confiantes em sua habilidade de conduzir a presidência. Os entrevistados se dividiram igualmente quando questionados se Trump vai ser um presidente bom ou ruim (48% para cada lado).

Apesar disso, muitos americanos continuam confiantes de que Trump vai cumprir muitas das promessas de campanha. A maioria disse que é provável que ele imponha tarifas às empresas que transferirem suas fábricas para o México (71%), renegociar o Nafta (61%) e criar empregos qualificados em áreas desafiadoras (61%).

Reação de Trump

Em sua conta no Twitter, Trump fez críticas à pesquisa, sem citar a CNN. “As mesmas pessoas que fizeram as falsas pesquisas eleitorais, e estavam tão erradas, estão agora fazendo pesquisas de taxa de aprovação. Eles estão sendo parciais como antes”, escreveu.

The same people who did the phony election polls, and were so wrong, are now doing approval rating polls. They are rigged just like before.

Tradução: As mesmas pessoas que fizeram as falsas pesquisas eleitorais, e estavam tão erradas, agora estão fazendo sondagens de aprovação. Eles são manipuladores como antes”.

Obama pede empenho pela democracia em discurso de despedida

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O presidente afirma que os Estados Unidos são um lugar melhor do que há oito anos, mas vê riscos à democracia americana e pede mais solidariedade e respeito às opiniões dos outros.Num discurso marcado pela emoção, o presidente Barack Obama afirmou nesta terça-feira (10/01) que os Estados Unidos são hoje um lugar melhor e mais forte do que quando ele chegou ao poder, em 2009, e atribuiu isso aos esforços da população, que confiou em sua mensagem de esperança e mudança. “Vocês foram a mudança e, graças a vocês, em quase todas as medidas, os Estados Unidos são um lugar melhor e mais forte do que quando começamos”, disse Obama, em seu último discurso como presidente, diante de 18 mil pessoas em Chicago, cidade onde começou sua carreira política.

Obama, que deixará o cargo no próximo dia 20, reconheceu que o progresso durante sua presidência não foi uniforme. “Trabalhar a democracia sempre foi duro, disputado e, às vezes, sangrento. Para cada dois passos adiante, às vezes parece que damos um passo para atrás”, mas que os Estados Unidos sempre se caracterizaram por andar para frente. “A democracia pode se dobrar quando cedemos ao medo”, disse Obama. “Assim como nós, cidadãos, precisamos nos manter vigilantes contra agressões externas, precisamos impedir um enfraquecimento dos valores que nos fazem ser o que nós somos.”

Ele alertou para os riscos oferecidos à democracia americana pela chamadas fake-news (notícias falsas divulgadas na internet) e pelo efeito bolha da redes sociais, ou seja, a crescente tendência de as pessoas se relacionarem apenas com aqueles com quem já concordam. “Se você está cansado de debater com estranhos na internet, tente falar com um na vida real”, disse Obama. O presidente afirmou que a democracia sempre está ameaçada se ela for vista como algo garantido e disse aos americanos para considerarem o ponto de vista dos outros. “Devemos prestar atenção e ouvir.”

Ele pediu a todos os cidadãos para serem guardiões da democracia, não somente quando houver eleições, mas durante toda a vida. “Eu cheguei pela primeira vez a Chicago quando tinha 20 e poucos anos, ainda tentando entender quem eu era, tentando encontrar um sentido para a minha vida”, disse Obama. “Foi então que eu aprendi que mudanças apenas acontecem quando pessoas comuns se envolvem, se engajam e se unem para exigi-las.”

Obama fez um balanço positivo do seu governo e afirmou que, se há oito anos tivesse prometido que o país “deixaria para trás uma grande recessão”, abriria “um novo capítulo com o povo cubano, encerraria o programa nuclear do Irã”, conseguiria a legalidade do casamento homoafetivo e reformaria o sistema de saúde, “teriam me falado que eu estava sonhando demais”.

O primeiro presidente negro dos EUA reconheceu que, apesar do caráter histórico de sua eleição, o racismo segue vivo no país e que ainda há “muito trabalho por fazer” para eliminar os preconceitos contra as minorias e imigrantes. “Depois da minha eleição, muito foi falado de um Estados Unidos pós-racial. Essa visão, embora bem intencionada, nunca foi realista. Porque o racismo continua sendo uma força potente e um fator de divisão em nossa sociedade”, admitiu Obama.

Obama fez poucas referências ao seu sucessor, o republicano Donald Trump. Quando falou que será, em breve, substituído pelo magnata, o público começou a vaiar. “Não, não, não”, disse Obama, afirmando que esta será uma transferência de poder pacífica, para que o próximo governo “possa nos ajudar a enfrentar os muitos desafios que ainda teremos”. Antes, quando o público pedira mais quatro anos, Obama sorriu e comentou: “Não posso fazer isso”.

Apesar das diferenças entre suas ideias e as de Trump, Obama disse deixar o poder “ainda mais otimista em relação ao país” do que quando assumiu por saber que seu governo não apenas “ajudou muitos americanos, mas também inspirou” muitos outros, especialmente aos jovens. “O futuro está em boas mãos”, disse Obama, ao classificar a nova geração como “altruísta, criativa e patriótica”.

Obama encerrou seu discurso com uma série de agradecimentos a sua família e sua equipe na Casa Branca e prometeu seguir lutando por aquilo em que acredita quando deixar o poder. “Yes, we can. Yes, we did” (“Sim, nós podemos. Sim, nós fizemos”), afirmou o presidente.

AS/efe/ap/lusa/rtr

Fonte:https://noticias.terra.com.br/obama-pede-empenho-pela-democracia-em-discurso-de-despedida,7c25950f2f941258dfef0d25d55e39a2g2rm42r3.html

Atirador de Charleston é condenado à morte

Resultado de imagem para Dylann Roof não mostrou arrependimento pelo massacre numa igreja nos EUA

Em julgamento, Dylann Roof não mostrou arrependimento pelo massacre numa igreja nos EUA, que deixou nove mortos, em 2015. Júri decide pela pena máxima para os crimes, com motivações racistas, cometidos pelo atirador.O atirador de Charleston, Dylann Roof, foi condenado à morte nesta terça-feira (10/01) pelo ataque à Igreja Metodista Episcopal Africana Emanuel, que deixou nove mortos, em junho de 2015. Em dezembro, o júri declarou Roof culpado por todas as acusações que enfrentava.

Entre as 33 acusações estão crimes de ódio que resultaram em morte e obstrução de religião. O atirador, de 22 anos, não mostrou remorso durante o julgamento.

“Ainda acho que tinha que fazer isso”, disse Roof pouco antes do júri se reunir para decidir a pena pelas condenações. O atirador recusou ser representado por advogados nesta última fase do julgamento, contrariando a recomendação de sua defesa e do juiz.

O promotor Jay Richardson pediu a pena de morte pois o atirador não mostrou em nenhum momento remorso ou arrependimento por seu ato.

Roof foi acusado de executar um crime planejado friamente contra as pessoas que participavam de um grupo de estudo na igreja. O atirador confessou o ataque e suas motivações racistas. Durante as investigações, ele disse que, ao abrir fogo contra os fiéis, desejava incitar um conflito racial no país.

Antes do ataque na igreja, uma das mais antigas frequentadas pela comunidade negra nos EUA, Roof chegou a se sentar com os presentes por cerca de uma hora. Apenas três pessoas sobreviveram ao massacre.

O interesse de Roof por uma supremacia branca ficou registrado em sua página no Facebook, onde ele exibiu fotos posando com uma bandeira dos Estados Confederados da América (unidade política formada por estados do sul dos EUA, notoriamente agrários e escravistas, em 1861).

O ataque em Charleston foi um dos piores a um local de culto nos EUA dos últimos anos. O massacre levou à remoção da controversa bandeira confederada, considerada símbolo de racismo e do orgulho sulista nos Estados Unidos, da área do capitólio da Carolina do Sul.

A pena de morte e sua execução é rara no âmbito federal. Desde 1976, autoridades federais executaram apenas três condenados.

CN/afp/ap

Fonte:https://noticias.terra.com.br/atirador-de-charleston-e-condenado-a-morte,80e20615941a8bc5e1f9e69e3a409ee4ka98cmne.html

Quais são os potenciais conflitos de interesse de Trump como presidente?

Qunado assumir a Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump terá que tomar decisões que podem afetar suas empresas e negócios internacionais – algo que pode motivar críticas de conflitos de interesse.

As Organizações Trump englobam centenas de investimentos em imóveis, marcas e outros negócios.

Como chefe do poder Executivo e empresário, em tese Trump teria condições de influenciar a política americana em benefício próprio (Foto: Reuters)
Como chefe do poder Executivo e empresário, em tese Trump teria condições de influenciar a política americana em benefício próprio (Foto: Reuters)

Assim, ao acumular as vidas de chefe do Poder Executivo e empresário, ele teria – em tese – condições de influenciar a política americana e as agências do governo em benefício próprio.

Presidentes não são objeto das regras que regulam os conflitos de interesses envolvendo outros funcionários do governo, mas ocupantes anteriores do cargo nos EUA já colocaram suas empresas e negócios a cargo dos chamados blind trusts – fundações que gerem bens e que, em linhas gerais, não podem ser alvo de interferências do beneficiário – para evitar eventuais acusações de corrupção.

O republicano havia dito anteriormente que três de seus filhos adultos administrariam as Organizações Trump, mas eles também são membros de sua equipe de transição e participaram de reuniões e telefonemas a líderes estrangeiros.

O presidente eleito está recebendo orientações de assessores sobre o assunto e diz que em breve detalhará a questão em uma entrevista coletiva.

Especialistas em ética pediram que Trump liquide suas empresas holdings para evitar o aparecimento de qualquer conflito.

Veja abaixo uma lista dos conflitos de interesse conhecidos envolvendo Trump, tanto internacionais como domésticos – devido ao caráter privado de seus negócios, a extensão total de suas posses é desconhecida.

Wall Street

Inquilinos de edifício das Organizações Trump são investigados nos Estados Unidos.

As Organizações Trump alugam escritórios no edifício em Manhattan.

Segundo a Bloomberg News, há cinco investigações federais em curso sobre inquilinos atuais ou antigos do imóvel de número 40 na Wall Street, muitos deles por fraudes.

Essas investigações são conduzidas por uma comissão que terá um membro apontado por Trump assim que ele tomar posse da Presidência.

Oleoduto de Dakota

Tribos Sioux e seus aliados protestaram por meses contra a construção do oleoduto Dakota Access sob os suprimentos de água da reserva Standing Rock.

Trump tinha um investimento parcial – algo entre R$ 500 mil e US$ 1 milhão (cerca de R$3,2 milhão) – na empresa holding da Dakota Access pipeline, a Energy Transfers Partners.

A porta-voz do republicano, Hope Hicks, disse que ele vendeu suas ações da companhia Energy Transfer Partners. Mas outra holding do presidente eleito, a Phillips 66, controla 25% das ações do projeto.

Não ficou claro na época se Trump vendeu também suas ações da Phillips 66.

O Corpo de Engenheiros do Exército dos Estados Unidos e o Departamento de Interior do governo postergaram a decisão sobre o oleoduto enquanto consultam outras comunidades da região.

Quem for apontado por Trump para chefiar o Departamento de Interior deve ser o responsável final pela decisão.

Deutsche Bank

Um dos maiores credores de Trump em seus projetos imobiliários é o Deutsche Bank.

A instituição financeira está atualmente em negociação com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para resolver um caso envolvendo problemas com compradores quando vendeu hipotecas financiadas por empréstimos de risco.

Se o assunto não for resolvido até a posse, a administração de Trump assumirá as negociações.

Hotel

As Organizações Trump têm a concessão do prédio antigo dos Correios da Administração Geral de Serviços para o Trump International Hotel em Washington.

Trump como presidente se torna ao mesmo tempo locatário e locador do prédio, segundo Steven Schooner que, com Daniel Gordon, solicitou que Trump encerrasse o contrato.

O aluguel de 60 anos provavelmente envolverá negociações – e a pessoa responsável por estipular o preço do contrato no fim responderá à Administração Geral de Serviços, que será controlada por alguém apontado por Trump.

Enquanto isso, o hotel foi apontado a diplomatas estrangeiros como um lugar para se hospedar em Washington. Isso levantou preocupações de que governos internacionais poderiam pagar as caras diárias do estabelecimento para ganhar a simpatia da administração de Trump.

Problemas trabalhistas

Em Novembro, o Painel Nacional de Relações de Trabalho decidiu que o Trump International Hotel Las Vegas – do qual Trump é um dos donos – violou as leis ao se recusar a negociar com um sindicato de trabalhadores.

O hotel recorreu, mas outras disputas trabalhistas chegaram ao conhecimento do órgão.

Trump vai apontar dois representantes do painel – que é formado por cinco membros.

Passagens para o Serviço Secreto

É normal que o Serviço Secreto pague as passagens de seus agentes quando eles voam em uma companhia aérea privada para proteger candidatos ou o presidente e seus familiares.

Trump viajou em sua própria companhia aérea durante campanha presidencial  (Foto: Reuters)
Trump viajou em sua própria companhia aérea durante campanha presidencial (Foto: Reuters)

Se Trump ou seus familiares decidirem voar em sua companhia aérea, a TAG Air, sob proteção de agentes, o Serviço Secreto terá que reembolsar a TAG Air e, em última instância, o próprio Trump pelos voos.

Holdings internacionais

De acordo com a prestação de contas de Trump, ele tem investimentos ou é dono de empresas em ao menos 20 países. Diferente do que ocorre com negócios dentro dos Estados Unidos, o republicano pode infringir a Constituição americana ao continuar lucrando com esses negócios.

A cláusula de lucros previne que qualquer alto funcionário receba presentes, pagamentos ou qualquer benefício de nações estrangeiras.

A lei diz também que as decisões de política estrangeira de Trump podem ser questionadas em qualquer país que as Organizações Trump tenham negócios, especialmente se essas decisões beneficiarem as empresas ligadas ao presidente. Veja a seguir alguns dos negócios de Trump que passam pela política externa americana.

Argentina

Uma TV argentina afirmou que Trump teria pedido o apoio do presidente Mauricio Macri para construir um prédio de escritórios em Buenos Aires durante um telefonema entre os dois já no período de transição para a Presidência.

Assessores de Macri e de Trump negaram que o pedido tenha acontecido.

Porém, algum tempo depois, a empresa que deve construir o prédio anunciou que o projeto continuaria, depois de anos de atrasos.

Brasil

Um prédio inacabado de frente para o mar no Rio de Janeiro com a marca de Trump (devido a um acordo de licença) se tornou alvo de um inquérito após dois pequenos fundos de pensão do Brasil terem feito grandes investimentos, que supostamente envolveram pagamentos de propina.

China

O Banco da China é um dos maiores daquele país e sua maior parte pertence ao Estado. Ele tem o título de um empréstimo de US$ 950 milhões (cerca de R$ 3 bilhões) para uma empresa americana da qual Trump é um dos donos.

Outro banco chinês controlado pelo Estado – o Banco Industrial e Comercial da China – ocupa um espaço na Trump Tower e paga aluguel para as Organizações Trump.

Índia

Trump tem um acordo de licenciamento para prédios em Mumbai e Pune.

Um desses acordos é com o Grupo Lodha, cujo fundador, Mangal Lodha, é também vice-presidente do partido governista BJP.

Japão

Trump está atualmente finalizando um acordo de licença com a empresa de roupas japonesa Sanei International.

O principal acionista da empresa é o governo do Japão, através do Banco de Desenvolvimento do Japão. O presidente eleito disse que a negociação já vinha acontecendo há muito tempo e os termos do acordo foram estabelecidos antes da eleição.

Filipinas

O mais novo enviado de comércio para os Estados Unidos é o mesmo homem que está construindo a Trump Tower Manila.

Como em muitos de seus projetos de licenciamento, Trump não é o dono do edifício, mas licencia seu nome para o prédio em troca de pagamentos regulares.

Membros da família de Trump chegaram a gravar um vídeo promocional do projeto.

O enviado teria voado aos Estados Unidos para ter uma reunião privada com Trump depois da eleição.

Arabia Saudita

Durante a campanha presidencial, Trump criou oito empreendimentos vinculados a um potencial negócio imobiliário na Arábia Saudita.

Taiwan

Em setembro, uma mulher que afirmou ser uma enviada das Organizações Trump discutiu negócios imobiliários em Taiwan com o prefeito da região de Taoyuan.

As Organizações Trump negaram planos de expansão em Taiwan e disseram que não houve “visitas autorizadas” para discutir negócios no país.

Assessores do prefeito de Taoyuan disseram que a mulher tinha “documentos de autorização”, mas não especificaram quais, segundo o jornal americano New York Times.

Turquia

Trump pode ter conflito de interesses devido a projeto imobiliário em Istambul.

Em 2008, ele entrou em uma parceria de licenciamento com o conglomerado turco Dogan Holdings, que planejava construir dois edifícios residenciais e comerciais em Istambul.

Mas as relações entre a Dogan Holdings e o presidente turco Tayyip Erdogan azedaram desde que as torres abriram em 2012.

A família Dogan também é dona de um jornal que critica Erdogan.

Segundo uma reportagem da Newsweek, a difícil relação entre Erdogan e os Dogans significa que Trump terá um conflito direto entre seus negócios e seu relacionamento como presidente com um importante aliado dos Estados Unidos.

Pistas de golfe na Grã-Bretanha

Trump teria pedido a político britânico para fazer oposição a projeto de energia eólica que prejudica uma de suas propriedades.

Trump é dono de duas pistas de golfe na Escócia e recentemente pediu a Nigel Farage, líder do Partido da Independência do Reino Unido (Ukip, na sigla em inglês) que se opusesse à construção de fazendas de energia eólica.

Isso não porque acreditar que elas sejam ruins para a Grã-Bretanha ou que contradigam os objetivos energéticos dos Estados Unidos, mas supostamente porque o projeto desvalorizaria uma das pistas.

Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/quais-sao-os-potenciais-conflitos-de-interesse-de-trump-como-presidente.ghtml

Aeroporto da Flórida reabre após tiroteio que matou 5 pessoas

Pessoas são vistas na pista do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood, na Flórida, após um atirador abrir fogo dentro do terminal 2. Cinco pessoas morreram e oito ficaram feridas no ataque (Foto: Al Diaz/Miami Herald via AP)
Pessoas são vistas na pista do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood, na Flórida, após um atirador abrir fogo dentro do terminal 2. Cinco pessoas morreram e oito ficaram feridas no ataque (Foto: Al Diaz/Miami Herald via AP)

O aeroporto de Fort Lauderdale reiniciou suas operações neste sábado (7) depois de ser palco de cenas caóticas nesta sexta (6), quando um homem abriu fogo contra a multidão, deixando cinco mortos e oito feridos.

Durante toda a tarde e noite de sexta, o local ficou fechado e milhares de pessoas retidas no terminal enquanto as autoridades verificavam a cena do crime. “Calculamos que havia umas 10 mil pessoas”, disse o diretor do aeroporto, Mark Gale.

As autoridades também tiveram de organizar às pressas a complicada devolução de cerca de 20 mil malas e outros artigos pessoais aos passageiros que foram evacuados temporariamente.

Em seu Twitter, o aeroporto informou que neste sábado todas as pistas já estão operacionais para os passageiros e recomendou que os viajantes contatassem suas companhias aéreas.

O atirador foi identificado como Esteban Santiago, um americano de 26 anos que combateu na Guerra do Iraque, segundo informaram as autoridades do condado de Broward, 50 Km ao norte de Miami, na Flórida. Ele utilizou uma pistola semiautomática 9mm para abrir fogo indiscriminadamente contra pessoas que esperavam pelas malas no terminal 2 do aeroporto.

“Tinha uma pistola, estava disparando contra as pessoas. Todo mundo estava esperando sua bagagem”, contou uma testemunha, John Schlicher, à Fox News.

Santiago chegou a Fort Lauderdale em um voo vindo do Alasca, segundo as autoridadades, e pegou a arma de sua própria bagagem. Após os disparos, ele se entregou sem opor resistência, foi detido e interrogado e deve ser indiciado, afirmou o chefe do FBI em Miami.

Além dos 5 mortos e 8 feridos pelos tiros, mais de 30 pessoas foram levadas a hospitais locais com contusões ou ossos quebrados devido ao caos causado pelo atirador, segundo a agência de notícias Reuters.

Pessoas correm na pista do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood, na Flórida, nos EUA, após um atirador abrir fogo dentro do terminal 2. Cinco pessoas morreram e oito ficaram feridas no ataque (Foto: Wilfredo Lee/AP)
Pessoas correm na pista do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood, na Flórida, nos EUA, após um atirador abrir fogo dentro do terminal 2. Cinco pessoas morreram e oito ficaram feridas no ataque (Foto: Wilfredo Lee/AP)

Investigação

O agente especial do FBI em Miami, George Piro, disse que “a investigação está em uma fase muito preliminar ainda” e que não se pode determinar se foi, ou não, um atentado terrorista. “Nesse ponto, parece que agiu sozinho”, disse aos jornalistas.

Um vídeo gravado por uma testemunha com seu celular e exibido pelo canal Fox mostra uma pessoa sangrando no chão do terminal 2 e outras caídas ou ajoelhadas.

O doutor Ralph Guarnieri, do centro de traumatologia do hospital de Broward, disse em entrevista coletiva que recebeu cinco pacientes em estado grave, sendo que três estão estáveis e dois são submetidos a cirurgias.

Problemas mentais

Piro confirmou que Esteban foi a um escritório do FBI em Anchorage (Alasca) em novembro, agindo erraticamente, e foi entregue à polícia local – que o levou a um centro médico para avaliação mental.

Um oficial afirmou à Reuters que ele disse a agentes no escritório de Anchorage que sua mente estava sendo controlada por uma agência de inteligência dos EUA, que ordenava que ele assistisse a vídeos do Estado islâmico.

Esteban serviu de 2007 a 2016 na Guarda Nacional de Porto Rico e na Guarda Nacional do Alasca, incluindo um destacamento para o Iraque de 2010 a 2011, segundo o Pentágono.

Engenheiro privado de primeira classe e combate, ele recebeu meia dúzia de medalhas antes de ser transferido para a reserva inativa em agosto. Uma porta-voz militar disse à agência de notícias Associated Press (AP) que Esteban foi desligado da Guarda Nacional do Alasca por performance insatisfatória.

Bryan Santiago, irmão do atirador, afirmou também à AP que Esteban já recebeu tratamento psicológico no Alasca, onde morava. Bryan disse que, embora tenha nascido em Nova Jérsei, o irmão cresceu em Porto Rico, para onde foi aos dois anos.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/aeroporto-da-florida-reabre-apos-tiroteio-que-matou-5-pessoas.ghtml