Category: Internacional

”Não há sobreviventes”, afirma governo russo sobre ocupantes do avião que caiu

Nenhuma das 92 pessoas a bordo do Tupolev, avião militar russo, que caiu no Mar Negro neste domingo, sobreviveu.

Entre elas, estavam cerca de sessenta membros do coro do Exército Vermelho, que iam celebrar o Ano Novo com as tropas russas na Síria.

Segundo o ministério da Defesa, o Tupolev Tu-154 sumiu dos radares logo após sua decolagem às 5h27 (00h27 no horário de Brasília) do aeroporto da cidade de Adler, ao sul do balneário de Sochi, no Mar Negro. Ele voaria para a base aérea de Hmeimim, perto de Latakia, no noroeste da Síria.

“A zona da catástrofe do Tu-154 foi determinada. Não há sinais de sobreviventes”, declarou o porta-voz do Exército russo, Igor Konanchenkov, durante uma coletiva de imprensa.

Ele indicou que destroços do avião foram encontrados a 1,5 quilômetro da costa, a cerca de 70 metros de profundidade, por quatro navios responsáveis pelas operações de busca, assistidos por quatro helicópteros, um avião e um drone.

O presidente russo, Vladimir Putin, expressou “suas mais profundas condolências” aos parentes das vítimas.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2016/12/25/interna_internacional,835054/nao-ha-sobreviventes-afirma-governo-russo-sobre-queda-de-aviao.shtml

Resolução contra Israel pode levar país a adotar postura mais intransigente

A decisão dos Estados Unidos de se absterem em votação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), permitindo a aprovação de uma resolução que condena assentamentos israelenses na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, pode desencadear novas ações com o objetivo de encerrar o conflito entre Israel e Palestina. Mas também pode complicar a situação da ONU com a administração Trump e fazer com que Israel adote uma postura mais intransigente.

A resolução do Conselho de Segurança classifica os assentamentos como “uma nítida violação das leis internacionais”. A abstenção dos EUA soou como uma reprimenda a um antigo aliado e marcou uma ruptura com uma série de vetos anteriores.

Washington costuma vetar todas as resoluções relacionadas ao conflito entre israelenses e palestinos, alegando que as diferenças devem ser resolvidas por meio de negociações. Esta foi a primeira resolução sobre o conflito aprovada durante os quase oito anos do governo de Barack Obama, e colocou em evidência a fria relação entre os EUA e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, advertiu o Conselho de Segurança que a resolução não vai desencadear esforços de paz. “Ao votarem ‘sim’ a favor dessa resolução, vocês na verdade votaram ‘não'”, disse. “Vocês votaram ‘não’ a negociações. Vocês votaram ‘não’ ao progresso, e a uma chance de uma vida melhor para israelenses e palestinos. E vocês votaram ‘não’ à possibilidade de paz.”

Netanyahu reagiu imediatamente contra alguns dos países que propuseram a resolução. Ele chamou de volta para consultas os embaixadores de Israel na Nova Zelândia e no Senegal, cancelou uma visita que o ministro de relações exteriores do Senegal faria a Israel em janeiro e encerrou programas de assistência ao país da África Ocidental. “Israel rejeita essa vergonhosa resolução anti-israelense e não vai respeitar seus termos”, disse o gabinete de Netanyahu em comunicado.

O líder israelense responsabilizou Obama por “não proteger Israel dessa conspiração na ONU” e até acusou o presidente norte-americano de formar um conluio com os detratores do país. “Israel espera trabalhar com o presidente eleito Trump e com todos os nossos amigos no Congresso, tanto republicanos quanto democratas, para anular os efeitos prejudiciais dessa resolução absurda.”

O principal negociador palestino, Saeb Erekat, disse que o resultado é uma “vitória para a justiça da causa palestina”. Segundo ele, Trump deve escolher agora entre a “legitimidade internacional” ou se aliar a “colonos e extremistas”.

O embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour, pediu que o Conselho de Segurança “se mantenha firme em sua decisão” e “não se deixe intimidar por ameaças ou distorções negativas”.

Ao deixar passar a resolução, o governo Obama ignorou as exigências do presidente eleito Donald Trump de que os EUA exercessem seu poder de veto. Após a votação, Trump escreveu no Twitter: “As coisas vão ser diferentes depois de 20 de janeiro”, quando ele toma posse. Dada a oposição mundial aos assentamentos, no entanto, a ação será quase impossível de reverter. Seria necessária uma nova resolução com apoio de pelo menos nove dos 15 membros do Conselho de Segurança, e nenhum veto dos outros membros permanentes – Rússia, China, Grã-Bretanha ou França -, que apoiaram a resolução aprovada na sexta-feira.

Republicanos, que controlam o Congresso, advertiram imediatamente para possíveis consequências. O senador Lindsay Graham, que preside a comissão do Senado encarregada de pagamentos para a ONU, disse que formaria “uma coalizão bipartidária para suspender ou reduzir consideravelmente” os recursos. Ele disse também que países que recebem ajuda dos EUA poderão ser penalizados por apoiar a resolução.

A resolução desencadeou discussões nos bastidores do Conselho de Segurança sobre o que mais pode ser obtido na questão entre israelenses e palestinos enquanto Obama ainda estiver na Casa Branca. A Nova Zelândia vem pressionando o conselho a considerar uma resolução que estabeleceria os parâmetros para o encerramento do conflito, e as ideias continuam na mesa. Fonte: Associated Press.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2016/12/24/interna_internacional,834956/resolucao-contra-israel-pode-levar-pais-a-adotar-postura-mais-intransi.shtml

Conselho de Segurança da ONU exige que Israel ponha fim a assentamentos

O Conselho de Segurança da ONU exigiu nesta sexta-feira que Israel ponha fim aos assentamentos em território palestino, em uma resolução adotada depois de que os Estados Unidos se abstiveram, não usando seu direito a veto em apoio ao seu aliado mais próximo no Oriente Médio.

Em uma manobra pouco usual, Washington se absteve, permitindo que a medida passasse com os votos a favor dos 14 membros restantes do Conselho. Os integrantes de cada país-membro aplaudiram a resolução.

O Conselho atingiu seu objetivo apesar dos esforços de Israel e do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para bloquear o texto da resolução.

Trump não demorou a reagir, e alertou no Twitter que “as coisas serão diferentes na ONU a partir de 20 de janeiro”, dia em que assumirá o cargo.

A embaixadora americana na ONU, Samantha Power, disse que seu país se absteve porque a expansão das colônias israelenses põe em risco a solução dos dois Estados.

“Não acreditamos que terceiras partes possam impor uma solução que não tenha sido negociada pelas duas partes, mas também não podemos reconhecer de forma unilateral um futuro Estado palestino”, declarou a diplomata.

“O problema dos assentamentos piorou tanto que agora está colocando em risco a viabilidade de uma solução de dois Estados”, acrescentou.

O porta-voz da presidência palestina, Nabil Abu Rudeina, afirmou em Ramala que a resolução do Conselho é “um grande golpe para Israel”, porque “se trata de uma condenação internacional unânime da colonização e de um claro apoio a uma solução de dois Estados”.

“Não têm validez legal”

A ONU, que afirma que as colônias são ilegais com base no direito internacional, alertou nos últimos meses sobre a proliferação das edificações.

Cerca de 430.000 israelenses vivem atualmente ma Cisjordânia, e outros 200.000 em Jerusalém Oriental, que para os palestinos deve ser a capital de seu futuro país.

A resolução exige que “Israel cesse imediatamente e completamente os assentamentos nos territórios palestinos ocupados, incluído Jerusalém Oriental”.

Além disso, ressalta que as colônias israelenses “não têm validez legal” e “estão pondo em perigo a viabilidade da solução dos dois Estados”.

O embaixador israelense na ONU, Danny Danon, reconheceu que seu governo esperava que os Estados Unidos vetassem “esta vergonhosa resolução”.

“Não tenho dúvidas de que a nova administração americana e o próximo secretário-geral da ONU (Antonio Guterres) acertarão o passo em direção a uma nova era na relação da ONU com Israel”, declarou.

“Israel não acatará”

“Israel rejeita esta resolução anti-israelense vergonhosa das Nações Unidas, e não a acatará”, advertiu em um comunicado o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

“O governo Obama não apenas falhou em proteger Israel desta conspiração na ONU, senão que conspirou com ela nos bastidores”, acrescentou a nota.

“Israel espera trabalhar com o presidente eleito (Donald) Trump e com todos os nossos amigos no Congresso, tanto republicanos como democratas, para eliminar os efeitos prejudiciais desta resolução absurda”, concluiu.

Nova Zelândia, Malásia, Senegal e Venezuela impulsionaram a votação, depois que o Egito decidiu postergá-la, na quinta-feira.

O presidente egípcio, Abdel Fatah al Sissi, deu um passo atrás na sua condenação às colônias, depois de que Trump ligou para ele e falou da possibilidade de que os Estados Unidos vetassem o texto.

De acordo com a organização Security Council Report, os Estados Unidos usaram 30 vezes seu direito ao veto em votações sobre Israel e os palestinos.

A última vez que o país se absteve foi em 2009, para exigir um cessar-fogo em Gaza.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2016/12/23/interna_internacional,834886/conselho-de-seguranca-da-onu-exige-que-israel-ponha-fim-a-assentamento.shtml

Inteligência dos EUA conhecia suspeito de ataque em Berlim

A polícia alemã divulgou fotos do suspeito de ter cometido o atentado em Berlim: o tunisiano Anis Amri, de 24 anos / Imagem capturada do Google.

O tunisiano Anis Amri, de 24 anos, principal suspeito do atentado contra o mercado de Natal de Berlim, já estava na lista dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, informou o jornal The News York Times. De acordo com o diário, o jovem tunisiano tinha feito buscas on-line de como fabricar uma bomba e “teria se comunicado com o Estado Islâmico (EI) pelo menos uma vez”.

A polícia alemã confirmou ontem a identidade de Anis Amri como o principal suspeito do ataque terrorista que matou 12 pessoas e feriu 48 na noite de segunda-feira (19). Nesta manhã, os agentes de segurança da Alemanha deflagraram operações antiterroristas em Emmerich am Rhein e em Dortmund.

Segundo a imprensa local, ao menos quatro pessoas teriam sido presas, mas ainda não se sabe em quais operações. “Quatro pessoas que mantinham contato com Anis Amri foram presas”, informou a Procuradoria Geral. Em entrevista ao jornal Bild, o tunisiano Abdelkader Amri, um dos irmãos do suspeito, afirmou que “talvez ele tenha se radicalizado na prisão, na Itália, após deixar a Tunísia”.

“Se for comprovado que ele está envolvido no atentado, não fará mais parte da nossa família”, prometeu o irmão, após a família fazer um apelo para o jovem se entregar à polícia. Pegadas e um documento seus foram encontrados na porta do caminhão usado para o atentado. O veículo, com placa da Polônia, teria sido sequestrado e jogado contra o público do mercado de Natal de Berlim.

O grupo extremista Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque. A polícia alemã está oferecendo 100 mil euros de recompensa para quem passar informações que levem à localização do extremista. A Alemanha confirmou que Anis Amri tinha sido preso e interrogado no ano passado sob suspeita de planejar um ataque contra o Estado. Em seguida, o jovem foi morar no campo de refugiados de Kleve e as autoridades alemãs trocaram informações sobre seu paradeiro pela última vez em novembro de 2016.

Em junho deste ano, Anis Amri teve seu pedido de asilo na Alemanha negado, mas sua extradição à Tunísia foi impedida por falta de documentos que compravassem que ele era cidadão tunisiano. Antes de chegar à Alemanha, o jovem viveu na Itália. Ele desembarcou em 2011 no território italiano e foi detido por irregularidades e crimes menores. Ao sair da prisão, em 2015, Anis Amri deveria ser extraditado, mas fugiu para a Alemanha. Segundo a agência independente de monitoramento de terrorismo SITE, Anis Amri seguia no Twitter o perfil do grupo terrorista Ansar al-Sharia. Ele também mantinha uma conta ativa no Facebook.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-12/inteligencia-dos-eua-conhecia-suspeito-de-ataque-em-berlim

Avião cargueiro é flagrado em queda na Colômbia

Colombianos que estavam na região de Puerto Carreño filmaram nesta quarta-feira, 21, a queda de um avião de carga minutos depois da decolagem. As imagens mostram o avião se aproximando dos jovens e passando ao lado deles. Cinco pessoas morreram e uma ficou ferida no acidente.

A aeronave havia decolado do Aeroporto Germán Olano, em Puerto Carreño, capital do Departamento (Estado) de Vichada e fronteira com a Venezuela, segundo informações da Aeronáutica Civil Colombiana (Aerocivil).

O único sobrevivente foi identificado como Diego Armando Vargas Bravo, técnico de voo, que foi levado para o hospital San Juan de Deus, em Puerto Carreño. As causas do acidente estão sendo investigadas.

Robson Pires

ASSASSINO DE EMBAIXADOR RUSSO FOI SEGURANÇA DO PRESIDENTE DA TURQUIA

 Mevlüt Mert Altintas, o jovem policial turco que matou o embaixador russo em Ancara, trabalhou oito vezes como segurança protegendo o presidente Recep Erdogan desde julho de 2016, de acordo com declarações da imprensa local nesta terça-feira (20).

Sob a lente de câmeras, Mevlüt Mert Altintas, um policial de 22 anos, matou com nove disparos de revólver nesta segunda-feira (19) o embaixador russo em Ancara, Andrei Karlov, antes de se suicidar.

De acordo com um colunista de um jornal turco, o jovem policial que serviu em Ancara na polícia de choque durante dois anos e meio era um membro do dispositivo de segurança que cerca o presidente Erdogan, tendo trabalhado oito vezes em sua segurança pessoal desde o golpe fracassado de julho de 2016. “Ele era um membro da equipe que garantia a segurança do presidente”, escreveu Abdulkadir Selvi, um jornalista que conhece bem os bastidores do governo turco.

Após atirar no embaixador russo, Mevlüt Altintas gritou “Allah Akbar (“Deus é grande”, em árabe) e disse que o ato se destinava a vingar a cidade síria de Aleppo. Apesar destas declarações parecerem ligar o assassinato à situação na Síria, o chefe da diplomacia turca disse a seu homólogo norte-americano que Moscou e Ancara “sabem” que Fethullah Gülen, principal opositor do presidente turco, “está por trás” do assassinato. Gülen, no entanto, nega categoricamente a informação e disse que ficou “chocado e entristecido” com o assassinato do embaixador russo.

De acordo com a imprensa turca, as autoridades mantém sob custódia 13 pessoas nesta quarta-feira (21), incluindo vários parentes e pessoas próximas ao atirador.

Numa iniciativa inédita, a Turquia aceitou a participação de 18 investigadores russos enviados por Moscou e que participaram em Ancara da autópsia do embaixador Andrei Karlov, cujo corpo foi repatriado nesta terça-feira (20) para a Rússia.

Assista a reportagem sobre o assassinato de Andrei Karlov:

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/271563/Assassino-de-embaixador-russo-foi-seguran%C3%A7a-do-presidente-da-Turquia.htm

Merkel diz que atropelamento em feira de Natal em Berlim foi atentado terrorista

Chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que atropelamento em feira de Natal em Berlim foi um ataque terrorista (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters)
Chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que atropelamento em feira de Natal em Berlim foi um ataque terrorista (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters)

A chanceler alemã, Angela Merkel, classificou nesta terça-feira (20) de atentado terrorista o atropelamento que deixou 12 mortos e 48 feridos em uma feira natalina em Berlim, na Alemanha. O suspeito preso é um paquistanês de 23 anos que entrou no país em fevereiro e que, provavelmente, era um solicitante de asilo. Ele nega envolvimento com o ataque.

“Sei que para nós seria particularmente difícil de suportar se for confirmado que este ato foi cometido por uma pessoa que pediu proteção e asilo na Alemanha”, afirmou na televisão, em sua primeira reação após o atentado.

Merkel é bastante criticada por defensores da extrema direita por abrir as portas do país aos refugiados. A Alemanha recebeu 1,1 milhão de solicitantes de asilo só em 2015 e os migrantes não param de chegar as suas fronteiras.

O ministro do interior alemão, Thomas de Maizière, afirmou que “a priori” o suspeito é um paquistanês. “Ele chegou na Alemanha, em Saint Sylvestre, em 31 de dezembro de 2015, e foi registrado antes de ir para Berlim em fevereiro. Ele nega o crime. A investigação continua”, acrescentou o ministro. O ataque não foi reivindicado por organizações terroristas.

O jornal alemão “Die Welt” informou que as autoridades acreditam que ele tenha entrado na Alemanha em fevereiro como refugiado pela rota dos Balcãs, uma das mais comuns entre os refugiados que tentavam fugir da Síria e do Iraque. Uma fonte do departamento alemão de segurança afirmou à Reuters que o suspeito era conhecido pela polícia por delitos menores e chegou a usar vários nomes. O homem teria vivido em um alojamento para refugiados em Berlim.

O jornal Bild citou fontes da segurança dizendo que o suspeito se chama Naved B., segundo a Reuters. Em casos como esses, as autoridades alemães normalmente não divulgam o sobrenome completo, mas citam apenas uma inicial.

Mais cedo, a polícia de Berlim informou que o caminhão que atropelou os visitantes da feira “foi conduzido deliberadamente em direção a multidão” e tratou o caso, pela primeira vez, como um “suposto atentado terrorista”. “Toda ação policial contra o suposto atentado terrorista em Breitscheidplatz continua a toda velocidade e com o cuidado necessário”, informou a polícia através de sua conta oficial no Twitter.

O paquistanês foi preso perto do local do ataque. Dentro do caminhão, que tinha placa polonesa e transportava vigas de aço, foi encontrado um polonês morto. Ele não estava na direção no momento do atropelamento. A polícia suspeita que o veículo tenha sido roubado na Polônia em um local de construção.

A revista alemã “Focus Online” informou que uma pessoa foi encontrada morta após o atropelamento. Existe a suspeita de que seria o polonês.

Um total de 48 pessoas ficaram feridas, algumas delas com gravidade, e foram levadas para diversos hospitais da região. Na manhã desta terça, 29 permaneciam internadas, segundo a Reuters, citando Ministério da Saúde.

Angela Merkel conversou com Barack Obama, por telefone, nesta terça. A Casa Branca disse estar pronta para ajudar nas investigações sobre o atentado, segundo a Associated Press.

Apesar do atentado, as feiras natalinas em Berlim permanecerão fechadas em luto pelas vítimas do ataque de segunda-feira, mas elas contiuarão a funcionar em outras cidades, segundo a Reuters. As medidas se segurança serão tomadas de acordo com cada região. Na manhã desta terça-feira o caminhão preto ainda era visível no local do incidente e algumas velas e rosas foram colocadas na entrada de uma estação próxima.

O ato fez lembrar um ataque de julho em Nice, na França, quando um tunisiano dirigiu um caminhão de 19 toneladas ao longo da calçada da praia, atropelando pessoas que assistiam à queima de fogos no Dia da Bastilha. O ataque reivindicado pelo Estado Islâmico matou 86 pessoas, segundo a Reuters.

Em julho, a Alemanha foi palco de dois ataques jihadistas, onde morreram os dois terroristas (um menor refugiado afegão em um trem de cercanias em Wurzburg e um solicitante de asilo sírio em Ansbach) e cerca de 20 pessoas ficaram feridas.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/12/suspeito-de-ter-atacado-feira-natalina-em-berlim-e-paquistanes-diz-imprensa.html

Embaixador da Rússia na Turquia é assassinado em galeria de arte

Foto: Da capturada da Rede Globo.
Foto: Da capturada da Rede Globo.

Nesta segunda-feira (19), o embaixador da Rússia na Turquia foi assassinado em Ancara, a capital do país. Durante o ataque, o atirador indicou que seria uma resposta à situação de Aleppo, a cidade devastada pela guerra na Síria. A Rússia é a principal aliada do governo sírio no conflito, que dura quase seis anos.

A exposição de fotografias ganhou imagens mais impressionantes. Um homem surpreendeu todos os presentes e assassinou o representante da Rússia.

Um flagrante também em vídeo mostrado na reportagem. O som seco de nove tiros interrompe o discurso russo. O embaixador baleado pelas costas agoniza no chão. O atirador rouba os microfones do mundo. Grita para não se esquecerem de Aleppo, para não se esquecerem daSíria.

O homem, vestido como os seguranças, ameaça: “Enquanto nossos irmãos não estiverem a salvo, vocês também não estarão seguros”. Os convidados e jornalistas da exposição, acuados, ouvem o atirador mandar ficarem onde estão. Diz que só sai dali morto e promete: “Quem está envolvido nessa crueldade, um por um, vai pagar por isso”.

Do lado de fora uma agitação monumental. O atentado aconteceu perto da Embaixada dosEstados Unidos. A polícia invadiu a galeria e matou o atirador.

A imprensa turca identificou o suspeito como Mert Altintas. Ele seria um ex-policial do batalhão de choque da polícia, um dos milhares de militares afastados depois do golpe de estado frustrado de julho. Teria sido um crachá policial que abriu caminho até que ele se posicionasse exatamente atrás do embaixador.

Andrei Karlov foi retirado às pressas, mas não resistiu. Outras pessoas ficaram feridas no mesmo ataque. O Ministério do Exterior russo vai tratar o caso como terrorismo. O Conselho da Federação Russa falou em “grave falha do sistema de segurança turco”.

O assassinato aconteceu em um raro período de entendimento entre Rússia e Turquia, nos mais de cinco anos de guerra síria. Os dois países que estão em lados opostos nesse conflito sentaram à mesa e negociaram um corredor humanitário para milhares de pessoas. O aumento da tensão agora tudo aquilo que a diplomacia mundial não quer.

Representantes das maiores potências mundiais mostraram solidariedade. O governo alemão disse que a luta contra o terrorismo é comum. O francês condenou fortemente o assassinato. O porta-voz do Pentágono disse que o pensamento de todos está com as vítimas e suas famílias.

O embaixador Andrei Karlov tinha 62 anos e uma carreira diplomática de mais de quatro décadas. Ele se destacou na diplomacia com as duas Coreias e passou a atuar no diálogo entre os envolvidos da guerra síria. O presidente da Rússia declarou que o assassinato do embaixador na Turquia foi uma provocação. Vladimir Putin afirmou que o objetivo é tirar dos trilhos o processo de paz.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/12/embaixador-da-russia-na-turquia-e-assassinado-em-galeria-de-arte.html

Polícia trava primeira manifestação da oposição após morte de Fidel

Foto: REUTERS/ALEXANDRE MENEGHINI

A polícia cubana impediu no domingo a organização de manifestações, as primeiras desde a morte de Fidel Castro em 25 de novembro, e prendeu dezenas de opositores, afirmaram à agência France-Presse diversos responsáveis da oposição.

Uma operação simultânea da polícia em duas cidades do leste do país impediram as marchas, que tinham sido convocadas para pedir a libertação de opositores.

“Ocorreram operações simultâneas às seis horas da manhã em Santiago de Cuba e Palma Soriano”, no sudeste da ilha. “Entraram em quatro habitações e por agora já contabilizamos 42 detenções, 20 em Santiago, 12 em Palma e 10 em Havana”, declarou José Daniel Ferrer por telefone à agência noticiosa.

Líder da União patriótica de Cuba (Unpacu), uma das organizações da oposição, Ferrer tinha apelado a uma manifestação pela libertação de “presos políticos” e ficou retido várias horas num posto da polícia em Santiago de Cuba.

“Ameaçaram-me, disseram que este apelo era suscetível de provocar crimes e delitos como perturbação da ordem pública, atentados, ofensas e espionagem”, declarou Ferrer após a sua libertação.

O Governo socialista de Raúl Castro nega a existência de presos políticos em Cuba e afirma que os membros da oposição detidos violaram a lei. O poder socialista cubano, que assenta num partido único, não emitiu no domingo qualquer comentário sobre estas declarações.

As detenções em Cuba são em geral temporárias e têm por vezes como objetivo, à semelhança das de domingo, impedir que os opositores se manifestem na rua.

Em Havana, o grupo de oposição das Damas de Branco afirmou em paralelo à AFP que pelo menos 20 casas de membros deste movimento foram “cercadas” no domingo pela polícia.

“Temos informações que indicam que pelo menos 20 casas foram cercadas para impedir qualquer saída [no domingo], entre elas a sede” do movimento, indicou a sua responsável, Berta Soler.

Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/policia-cubana-impede-primeira-manifestacao-da-oposicao-apos-morte-de-fidel-castro-5559973.html

Eleição de Dilma na lista de mulheres mais influentes de 2016 causa surpresa no Brasil

O jornal britânico Financial Times incluiu a ex-presidente Dilma Rousseff na lista das mulheres com maior influência de 2016 ao lado de nomes como a primeira-ministra britânica, Theresa May, a democrata Hillary Clinton e a ginasta olímpica americana Simone Biles.

Segundo a publicação, a ex-presidente “foi a mulher que finalmente quebrou o teto de vidro na política brasileira, que se colocou como campeã das minorias e dos pobres”. A indicação de Dilma na lista foi comemorada no Brasil, mas causou também estranheza.

Em entrevista à Sputnik Brasil, o consultor político e diretor da Consultoria Meta e Comunicação, Nilson Melo, diz que a indicação não deixa de ser surpreendente, mas ressalta que a inclusão do nome da ex-presidente tem muito a ver com a importância do Brasil hoje no cenário mundial.

“Importância que, por mais paradoxal que possa ser, sofreu um grande abalo no governo justamente dela por conta da debacle que a economia brasileira sofreu nesses últimos anos. Não tenho como esconder minha surpresa e meu tom crítico, sobretudo quando se fala que ela teria ‘quebrado o teto de vidro da política brasileira ao fazer um governo em prol dos pobres’. É curioso isso porque a renda média do brasileiro caiu nos últimos anos do governo Dilma, a inflação galopante, que só agora começa ceder, também foi incendiada durante sua gestão. E a gente sabe que quem mais sofre com a inflação são as camadas mais pobres da população.”

Melo afirma que, além disso, o Brasil vive uma crise prolongada de cinco, seis anos, talvez seja a maior da história republicana do país.

“Esta crise foi fomentada por uma política econômica irresponsável que destruiu os pilares de uma economia que estava consolidada. Com todo o respeito que tenho à ex-presidente, acho que é uma escolha muito curiosa, sobretudo por dar a ela o título de protetora dos pobres. Acho até que ela tinha interesse em proteger os pobres, mas a sua condução da área econômica foi de tal forma desastrosa que o efeito foi justamente o contrário. Hoje temos, 12, 13 milhões de desempregados, uma inflação fortíssima e uma incerteza total nos negócios, o que inibe os investidores.”

Fonte: https://br.sputniknews.com/brasil/201612097117938-midia-eleicao-personalidade-politica-economia-pobreza/

Para CIA e FBI, ‘Rússia teria agido em eleições nos EUA para promover vitória de Trump’

Os ataques teriam ajudado a promover vitória de Trump (Foto: Rick Wilking/Reuters)
Os ataques teriam ajudado a promover vitória de Trump (Foto: Rick Wilking/Reuters)

As duas principais agências de segurança dos Estados Unidos – o FBI (Agência Federal de Investigações) e a CIA (Agência Central de Inteligência – teriam descoberto intervenções da Rússia nas eleições do país para promover a vitória de Donald Trump.

As informações foram divulgadas em dois importantes jornais dos EUA com base em supostos relatórios das duas agências. De acordo com os documentos, “indivíduos ligados ao governo russo teriam publicado milhares de e-mails hackeados da campanha do Partido Democrata”, da então candidata Hillary Clinton.

Além disso, os sistemas informacionais do Comitê Nacional do Partido Republicano também teriam sido alvo de infiltrações, mas nenhuma informação sobre o conteúdo chegou a ser publicada.

De acordo com o The New York Times, os dois órgãos concluíram que “seguramente houve uma participação russa para hackear essas informações”.

Segundo o jornal, entre os documentos obtidos pelos hackers estariam as contas de e-mails do Comitê Nacional Democrata e do presidente da campanha de Hillary Clinton, John Podesta. O NYT afirma ainda que as agências de inteligência acreditam que essas informações teriam sido passadas pelos russos ao WikiLeaks, que vazou o conteúdo.

O Washington Post afirma que um relatório da CIA chegou a informações parecidas. O jornal cita um oficial do governo dos EUA para afirmar que “a análise das agências de inteligência é de que o objetivo da Rússia era favorecer um candidato sobre o outro e ajudar na vitória de Trump”.

Os novos detalhes teriam surgido durante a apresentação dos relatórios pelas agências de inteligência aos senadores na semana passada. A reunião teria ocorrido com portas fechadas, mas segundo o Washington Post, as informações teriam sido passadas por um funcionário do governo que não quis se identificar, mas tinha conhecimento sobreo conteúdo dos documentos.

As acusações também foram negadas por funcionários do governo russo.

Nova investigação

Nesta semana, o presidente Barack Obama, que deixa o cargo em 20 de janeiro, ordenou uma investigação sobre uma série de ataques cibernéticos que teriam sido promovidos pela Rússia durante a campanha eleitoral nos EUA.

De acordo com a Casa Branca, o relatório – que deve ser finalizado até o fim do mandato de Obama – será uma “sondagem profunda sobre um possível padrão de uma crescente atividade maliciosa na internet durante a temporada eleitoral”.

Em outubro, o governo dos EUA já aviam apontado a responsabilidade da Rússia nestes ataques, acusado o país de interferir na campanha do Partido Democrata.

Mas, segundo as novas informações divulgadas pela imprensa americana, os sistemas do Partido Republicano também teriam sido alvo desses ataques, mas não tiveram as informações recolhidas divulgadas pelos hackers.

O porta-voz da Casa Branca, Eric Schultz, afirmou que Obama decidiu seguir em frente com as investigações porque “leva o assunto muito a sério”.

“Estamos comprometidos em garantir a integridade de nossas eleições”, afirmou.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/para-cia-e-fbi-russia-teria-agido-em-eleicoes-nos-eua-para-promover-vitoria-de-trump.ghtml

Família confirma morte de Gil, da Chapecoense: ‘Deus nos conforte’

Potiguar, Gil era volante da equipe da Chapecoense  (Foto:  Laion Espíndula)
Potiguar, Gil era volante da equipe da Chapecoense (Foto: Laion Espíndula)

“Quando vem de Deus, só podemos nos conformar. Deus nos conforte”. As palavras vêm de um dos irmãos do volante Gil, da Chapecoense, um dos mortos na madrugada desta terça-feira (29) na queda do avião da LaMia, na Colômbia. Toda a família do jogador mora na cidade de Nova Cruz, na região Agreste potiguar.

“Uma pessoa foi socorrida ainda com vida após o acidente, mas morreu a caminho do hospital. Essa pessoa foi justamente o Gil. A última vez que ele esteve em casa, conosco, foi em dezembro, nas férias dele. Estávamos todos esperando que ele passasse o fim de ano com a gente novamente, desta  vez campeão da Sulamericana. Mas, quando vem de Deus, só podemos nos conformar. Deus nos conforte”, disse José Obdiedson Alves.

Ainda segundo o irmão de Gil, os pais do jogador receberam a notícia da queda do avião ainda na madrugada. Já pela manhã, precisaram ser medicados e foram levados para um hospital da cidade. “Estamos todos arrasados”, concluiu.

Um dos irmãos de Gil é o ex-jogador Geraldo Madureira, que defendeu o ABC de Natal.

Avião com equipe da Chapecoense cai na Colômbia e deixa mortos

O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29). Segundo autoridades colombianas, há 75 mortos e seis sobreviventes. O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes.

Segundo comunicado da Aeronaútica Civil da Colômbia, os seis sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Danilo e Follmann, o jornalista Rafael Henzel e os comissários de bordo Erwin Tumiri e Ximena Suarez.

Segundo o Bom Dia Brasil, o jogador Neto também teria sobrevivido.

O ex-jogador Mario Sergio, comentarista do canal FoxSports, está entre as vítimas, segundo o Bom Dia Brasil.

VEJA A LISTA DE PASSAGEIROS E TRIPULANTES DO AVIÃO

Os jogadores da equipe de Santa Catarina são os goleiros Danilo e Follmann; os laterais Gimenez, Dener, Alan Ruschel e Caramelo; os zagueiros: Marcelo, Filipe Machado,Thiego e Neto; os volantes: Josimar, Gil, Sérgio Manoel e Matheus Biteco; os meias Cleber Santana e Arthur Maia; e os atacantes: Kempes, Ananias, Lucas Gomes, Tiaguinho, Bruno Rangel e Canela.

Ferido em queda de avião da Chapecoense, jogador Alan Luciano Ruschel é atendido em hospital na Colômbia (Foto: Guillermo Ossa/Reuters)
Ferido em queda de avião da Chapecoense, jogador Alan Luciano Ruschel é atendido em hospital na Colômbia (Foto: Guillermo Ossa/Reuters)

O acidente
O voo que tranportava a equipe da Chapecoense partiu na noite de segunda-feira de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em direção a Medellín. Segundo a imprensa local, a aeronave  perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília), entre as cidades de La Ceja e Abejorral, e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín.

O Comitê de Operação de Emergência (COE) e a gerência do aeroporto informaram que a aeronave se declarou em emergência por falha técnica às 22h (local) entre as cidades de Ceja e La Unión.

Os motivos do acidente ainda são desconhecidos. A imprensa colombiana chegou a cogitar possível falta de combustível como causa do acidente, mas também informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair.

Local do acidente com a eronave da Chapecoense (Foto: Editoria de Arte/G1)

Uma operação de emergência foi ativada para atender ao acidente. A Força Aérea Colombiana dispôs helicópteros para ajudar em trabalhos de resgate, mas missões de voos foram abortadas nesta madrugada por causa das condições climáticas. Choveu muito na região na noite de segunda, o que reduziu muito a visibilidade.

Equipes chegaram ao local do acidente por terra, mas o acesso à região montanhosa é difícil e a remoção é lenta.

Narrador Rafael Henzel foi resgatado com vida do acidente (Foto: Reprodução/Twitter/Rafael Henzel )
Narrador Rafael Henzel foi resgatado com vida do acidente (Foto: Reprodução/Twitter/Rafael Henzel )

Final de campeonato
O time da Chapecoense embarcou para a Colômbia na noite de segunda (28), para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, na quarta (30). Inicialmente, o voo iria diretamente de Guarulhos (SP) para Medellín, mas o voo foi vetado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Em razão do veto, a equipe tomou um voo comercial até a Bolívia e, de lá, o grupo pegou o voo da LaMia (veja imagens do embarque da Chapecoense em Guarulhos).

O avião da LaMia prefixo CP-2933 que caiu com a delegação da Chapecoense, modelo Avro RJ85, é visto em foto de arquivo de setembro de 2015 em Norwich, na Inglaterra (Foto: Matt Varley/Reuters)
O avião da LaMia prefixo CP-2933 que caiu com a delegação da Chapecoense, modelo Avro RJ85, é visto em foto de arquivo de setembro de 2015 em Norwich, na Inglaterra (Foto: Matt Varley/Reuters)

Em comunicado, o clube de Santa Catarina informou que espera pronunciamento oficial da autoridade aérea colombiana sobre o acidente.

Em seu perfil no Twitter, o Atlético Nacional lamentou o acidente e prestou solidariedade à Chapecoense: “Nacional lamenta profundamente e se solidariza com @chapecoensereal pelo acidente ocorrido e espera informação das autoridades”.

O primeiro jogo da decisão, marcado para esta quarta-feira (30), foi cancelado, segundo a  Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). A CBF adiou a final da Copa do Brasil, entre Grêmio e Atlético Mineiro, que também estava prevista para quarta-feira.

O Itamaraty, pelo telefone, informou que a embaixada do Brasil em Bogotá está em contato com as autoridades colombianas para obter informações sobre o acidente. A assessoria informou que as notícias ainda chegam desencontradas.

O Ministério das Relações Exteriores vai esperar um posicionamento oficial sobre vítimas e circunstâncias do acidente para se pronunciar. Está previsto que divulguem uma nota oficial ainda agora de manhã. O embaixador em Bogotá se chama Julio Bitelli.

A companhia
A LaMia (Línea Aérea Mérida Internacional de Aviación) é uma companhia de aviação que foi inicialmente constituída na Venezuela no ano de 2009 e depois mudou sua sede para a Bolívia (Santa Cruz de la Sierra). A empresa vem sendo desenvolvida para voos não regulares (charter), com o objetivo de permitir o desenvolvimento de atividades no país e no exterior, com aeronaves de grande porte – de passageiros e de carga.

Fonte: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2016/11/deus-nos-conforte-diz-irmao-de-gil-da-chapecoense-morto-na-colombia.html

Os 7 mitos da política que Trump derrubou para chegar à Casa Branca

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Trump desafiou o Partido Republicano ao se candidatar e derrotar todos os correligionários na disputa interna. Financiou boa parte da sua própria candidatura. E abusou do politicamente incorreto e de uma retórica agressiva durante toda a campanha.

Inicialmente, a candidatura do empresário não foi levada à sério – em grande parte pelo estilo pouco convencional do norte-americano e pelo fato dele ser um novato na política. De piada, Trump passou a ser encarado como ameaça.

O triunfo de Trump sobre os rivais republicanos e sobre a principal adversária, a democrata Hillary Clinton, joga por terra pelo menos sete mitos – ou, até então, regras consideradas básicas – da política.

1. Estar alinhado com o “establishment”

Ainda nas primárias republicanas, Donald Trump se recusou a assinar o juramento de lealdade ao partido, comprometendo-se a desisitir de concorrer à eleição como candidato independente caso não vencesse a disputa interna.

Naquela época, em agosto de 2015, o empresário já se mostrava em descompasso com importantes segmentos da elite política, financeira e social, conhecida em inglês como “o establishment”.

Muitos nomes de peso do Partido Republicano não se opuseram abertamente à candidatura de Trump, tampouco fizeram qualquer tipo de esforço para apoiá-lo.

No lado democrata, Hillary, por sua vez, tinha a seu favor praticamente toda a estrutura do partido.

Mas Trump remou contra a maré e venceu.

“Ele surpreendeu as elites republicanas nas primárias e fez o mesmo com os democratas na eleição geral, repetindo o golpe de judô no qual reverteu o peso do ‘establishment’ sobre ele”, escreveu o jornal The New York Times em editorial.

2. Contar com experiência política e de governo no currículo

Trump chegou ao dia da eleição presidencial sem nenhuma experiência político-governamental. Nunca foi do Executivo nem do Legislativo. Empresário toda a vida, tornou-se estrela de TV ao apresentar durante a década passada o programa O Aprendiz, um reality show de negócios.

Além de Trump, somente Dwight Eisenhower foi eleito presidente dos EUA em 1952 sem nenhuma experiência política. Eisenhower era, no entanto, um general cinco estrelas que se destacou pela liderança durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Repetindo tendência que parece estar crescendo também no Brasil, uma das principais credenciais do norte-americano era justamente não ser “político de profissão”. Assim, atraiu votos de quem não tolera a classe política e avalia que todos os políticos são corruptos.

Trump, contudo, conseguiu reverter também a imagem de que “jogava nos dois times”. Enquanto apostava na carreira de empresário, ele doou recursos não apenas para a sigla pela qual se elegeu, mas também colaborou no passado com o Partido Democrata.

3. Respeitar as minorias

Sem hesitar, Trump lançou comentários e promessas controversas envolvendo latinos, muçulmanos e afro-americanos.

“Eles estão trazendo drogas, crime, estupradores”, disse ele sobre os mexicanos, no discurso em que anunciou sua candidatura presidencial.

“As comunidades negras nunca estiveram em estado pior”, declarou sobre a população afro-americana. E ainda ameaçou a monitorar os muçulmanos que vivem nos Estados Unidos e bloquear a entrada no país de adeptos do Islã.

A falta de cuidado ao citar minorias não o fez cair em descrédito com uma parte significativa do eleitorado. Pelo contrário, muita gente vê Trump como alguém corajoso o suficiente para falar coisas que nenhum político costuma externar tão abertamente.

O empresário Peter Thiel, um dos apoiadores de Trump, disse que um dos grandes erros dos analistas foi interpretar o republicano de forma literal, em vez de analisar como os eleitores recebiam as mensagens.

“Quando ouvem coisas como o comentário sobre os muçulmanos ou a construção do muro (que defendeu na fronteira com o México ), os eleitores de Trump não se perguntam se os EUA vão construir uma parede como a Grande Muralha da China. O que ouvem é que vamos ter uma política de imigração mais saudável e sensata”, disse Thiel.

4. Ter apoio declarado da grande imprensa

Vários grandes jornais norte-americanos, incluindo o The New York Times e o Washington Post, declararam apoio a Hillary. Trump, por sua vez, foi desqualificado, na avaliação de alguns analistas, de forma desproporcional por parcela significativa da grande mídia.

“A eleição está sendo manipulada por meios corruptos, jogando contra mim falsas acusações e mentiras deslavadas, em um esforço para eleger a presidente deles”, disse Trump em outubro.

Diferentemente de políticos que, muitas vezes, atacaram Trump e depois recuaram, a rejeição ao empresário por parte da grande mídia dos EUA foi uma constante durante praticamente toda a campanha.

Para Margaret Sullivan, colunista do Washington Post, o erro da imprensa foi não ter feito uma cobertura correta e equilibrada, em especial em relação aos eleitores.

5. Evitar escândalos

Em um dos momentos mais críticos da campanha de Trump, ele enfrentou várias acusações de abuso sexual de mulheres.

Além disso, em um vídeo de 2005 divulgado durante esta campanha, Trump aparece fazendo comentários obscenos e misóginos. Além disso, pessoas que trabalharam em seu reality show o acusaram de julgar concorrentes mulheres pela aparência.

As denúncias de assédio chegaram a provovar a queda do candidato em pesquisas de intenção de voto tão logo foram divulgadas.

Trump, contudo, reagiu simplesmente rejeitando as acusações e insistindo no papel de vítima. “Eu aprecio as mulheres, quero ajudar as mulheres”, disse.

Ao mesmo tempo, ele endossou propostas mais conservadoras, como impulsionar leis restritivas contra o aborto.

Seu companheiro de chapa e vice-presidente eleito, Mike Pence, ficou conhecido pela política contra o aborto durante sua gestão como governador de Indiana.

Apesar dos escândalos e dos comentários, Trump conquistou aproximadamente 42% do voto feminino na eleição presidencial.

6. Ser o mais transparente possível

Nos últimos 40 anos, todos os candidatos presidenciais nos Estados Unidos tornaram públicas as suas declarações de patrimônio e renda antes do início da campanha. Ato que sinalizaria o comprometimento dos candidatos com transparência.

Todos, menos Trump.

O empresário disse que não iria abrir seus dados fiscais “até concluir uma auditoria”. A decisão de não divulgar foi amplamente criticada por Hillary, outros políticos e analistas. Também despertou suspeitas entre jornalistas.

Uma investigação jornalística, publicada um mês antes da eleição, mostrou que Trump evitou o pagamento de impostos de renda por 18 anos, graças a manobras fiscais.

“Você pode não querer que o povo americano, todos os que estão esta noite nos assistindo, saiba que você não pagou impostos federais”, disse Hillary ao atacar o rival no primeiro debate presidencial.

“Isso me faz inteligente”, retrucou Trump.

7. Medir palavras

A campanha de Trump foi marcada por uma verborragia incomum para uma campanha presidencial. Por mais de uma vez, contudo, ele precisou recuar.

Os pedidos de desculpas de Trump normalmente são pouco usuais, assim como sua retórica de campanha.

“Às vezes, no calor do debate (…) não escolho as palavras certas ou digo algo errado. Se eu tenho feito isso, acredite ou não, lamento e lamento especialmente quando possa ter causado dor.”

Foi exatamente com essa frase que ele tentou se desculpar após classificar como “falidas” as comunidades afro-americanas, em agosto.

Uma das marcas de Trump sempre foi o improviso, em especial ao fazer discursos, nos quais dispensava a leitura de declarações preparadas por sua equipe.

Fanático, racista, misógino, vulgar, rude e valentão foram alguns dos adjetivos usados por políticos e estrategistas republicanos para definir Trump.

Entre seus eleitores, contudo, nada disso colou. Muita gente avalia que Trump adaptou a retórica de campanha para falar a mesma língua dos eleitores que queria conquistar: representantes da classe trabalhadora com menor formação acadêmica, submetidos por más condições de trabalho e que se consideram esquecidos pelo sistema.

“Os seguidores de Trump o querem, especialmente, porque ele não fala como todos os políticos que prometeram muito e fizeram pouco”, explica Katty Kay, âncora da BBC em Washington.

Em maio passado, a jornalista já advertia: “O manual do jogo político foi quebrado e Donald Trump odeia perder quase mais do que ele gosta de ganhar.”

Notícia R7

Brasileiros relatam evacuações durante tremor na Nova Zelândia

Escombros de concreto caídos de edifícios são vistos em uma calçada em Wellington depois do terremoto (Foto: Marty Melville / AFP)
Escombros de concreto caídos de edifícios são vistos em uma calçada em Wellington depois do terremoto (Foto: Marty Melville / AFP)
Brasileiros que presenciaram, neste domingo (13), o terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a Nova Zelândia relataram, em entrevistas à GloboNews, os momentos de tensão e as medidas de segurança tomadas durante o tremor (assista aos vídeos abaixo).

“Ficamos cerca de duas horas fora do prédio, todas as pessoas evacuadas”, contou o futurista Tiago Mattos, que está em Christchurch, uma das cidades afetadas, para participar de um evento internacional de tecnologia. Ele está hospedado em um hotel que precisou ser evacuado por causa do terremoto.

O pintor Reversom Costa, que mora em Christchurch, contou que sentiu o tremor por cerca de um minuto e saiu de casa após ouvir um alarme sinalizando o risco. Ele afirmou que não houve danos no imóvel.

Vejam no Link http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/11/brasileiros-relatam-evacuacoes-durante-tremor-na-nova-zelandia.html

 

Protesto contra Trump no Oregon termina em violência

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Em Portland, manifestantes depredam carros e atiram objetos contra a polícia, que responde com spray de pimenta, balas de borracha e detenções. Eleição de republicano é alvo de protestos de leste a oeste dos EUA.Pela segunda noite consecutiva, milhares de americanos foram às ruas nesta quinta-feira (10/11) para protestar contra a eleição de Donald Trump para presidente. Enquanto a maioria das manifestações foi pacífica, mas em Portland, no estado de Oregon, o protesto foi acompanhado de incidentes violentos.

Cerca de 4 mil pessoas foram às ruas de Portland aos gritos de “Nós rejeitamos o presidente eleito!”. Carros foram depredados e alguns manifestantes jogaram objetos contra a polícia, que, por sua vez, respondeu com spray de pimenta e balas de borracha para forçar a dispersão. A polícia disse ter prendido 26 pessoas.

Fonte: https://noticias.terra.com.br/protesto-contra-trump-no-oregon-termina-em-violencia,c51c8ea568e91b9faf66110357887ee01ufkdum0.html