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Ex-goleiro do Grêmio e de clubes do RN presencia atentado em Istambul

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O goleiro Andrey Nazário, que foi campeão gaúcho e da Série B do Campeonato Brasileiro pelo Grêmio, e ainda defendeu as camisas de ABC e América-RN entre os anos de 2012 a 2014, passou pelo ABC em 2012 e América-RN em 2013 e 2014, onde foi campeão potiguar, passou por momentos de apreensão e desespero nesta terça-feira, na Turquia, por conta do atentado a bomba ao aeroporto Ataturk. Segundo as autoridades turcas, 36 pessoas morreram e 147 ficaram feridas

G1

Por que 93 pessoas morreram em dois dias na Índia por causa de raios?

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Garoto indiano recebe atendimento em Ballia, no estado Uttar Pradesh, após ser atingido por um raio na quarta-feira (22) (Foto: Press Trust of India via AP)

Pelo menos 93 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas por raios no norte da Índia desde a terça-feira.

A maioria das pessoas que morreram estava trabalhando em fazendas durante chuvas torrenciais nos estados de Bihar, Jharkhand, Uttar Pradesh e Madhya Pradesh.

Todos os anos, desde 2005, pelo menos 2 mil vítimas morrem por causa de raios no país, de acordo com o Serviço Nacional de Registros Criminais. Mas o que explica o grande número de incidentes?

Os relâmpagos são comuns na Índia entre junho e setembro, período de chuvas torrenciais de monções – quando o país recebe 80% de sua precipitação anual.

Apesar da grande incidência de tempestades, faltam avisos sobre a ocorrência e os perigos da exposição aos raios.

Em países onde há mais alertas, como nos Estados Unidos, há 30 mortes por ano. No Brasil, a quantidade é maior: são, em média, 111 mortes anualmente, segundo estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Além da falta de advertências, outros dois fatores colaboram para o número de casos: o fato de que a maioria da população trabalha a céu aberto e a grande extensão das tempestades de relâmpagos, que se alastram por quilômetros.

“Angustiado”
Nos incidentes desta semana, que se concentraram no Estado de Bihar, onde 37 morreram, muitas das vítimas eram mulheres e crianças, segundo a agência de notícias AFP.

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, disse que estava “profundamente angustiado” com as mortes.

Um dos feridos no Estado de Rohtas contou a sua experiência a jornalistas: “Quando começou a chover, imediatamente procuramos abrigo. Ele [o relâmpago] nos atingiu lá, e então ficamos inconscientes.”

“Não conseguimos entender o que tinha acontecido. Quando recuperei a consciência, percebi que tinha sido atingido por alguma coisa.”

Dicas de segurança durante tempestade com relâmpagos- Procure abrigo dentro de um edifício ou carro

– Evite espaços abertos e colinas expostas

– Se não tiver nenhuma outra alternativa, procure se tornar o menor alvo possível, agachando-se com os pés juntos, mãos nos joelhos e cabeça dobrada

– Não busque abrigo debaixo de árvores altas ou isoladas

– Se estiver na água, nade imediatamente para a borda

Fonte: Sociedade Real para a Prevenção de Acidentes do Reino Unido

Serra não ver intenção de extermínio sobre Mercosul

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O Ministro das Relações Exteriores, José Serra, afirmou nesta segunda-feira que não tem “nenhuma intenção de extermínio em relação ao Mercosul”, embora tenha defendido que o Brasil adote mudanças necessárias que permitam sua liderança no cenário internacional de comércio e economia.

“Não vamos chegar e acabar. O que vamos é buscar uma transição com isso, pois primeiro temos que avaliar os impactos das ações neste grupo, precisamos olhar os dados”, afirmou em reunião com empresários da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Deputada Britânica é assassinada e campanha de referendo é suspenso

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A deputada britânica Jo Cox, de 41 anos, foi atacada a tiros em Birstall, norte da Inglaterra

A campanha para que o Reino Unido permaneça na União Europeia foi suspensa nesta quinta-feira em função do assassinato da deputada trabalhista Jo Cox.

A deputada britânica, de 41 anos, mãe de dois filhos, foi atacada a tiros em Birstall, no norte da Inglaterra, e morreu em decorrência dos ferimentos pouco depois, em um hospital de Leeds.

O Reino Unido não registrava o assassinato de um político desde os anos 1980 e o começo dos 1990, quando eram alvo do IRA (Exército de Libertação Irlandês).

Cox era partidária da permanência do país na União Europeia e, segundo vários meios de comunicação, seu agressor gritou “Reino Unido primeiro!”, um lema da ultradireita britânica.

Clarke Rothwell, proprietário de um café situado na região, disse à agência britânica Press Association (PA) que o autor dos tiros gritou “Britain first!” (Reino Unido primeiro!), lema da extrema direita britânica.

A polícia não confirmou esta versão.

Outras duas pessoas ficaram levemente feridas no ataque cometido por um homem de 52 anos e identificado como Tommy Mair. O agressor foi detido pela polícia no local do ataque.

Scott Mair, irmão do agressor, disse ao Daily Telegraph que Tommy sofreu de problemas mentais, mas foi devidamente tratado.

“Não posso acreditar no que aconteceu. Meu irmão não é violento e não se mete em política. Teve problemas mentais, mas recebeu ajuda”.

Após a notícia da morte, começaram a multiplicar as homenagens no Reino Unido e em toda a Europa.

Nos Estados Unidos, o secretário de Estado Jonh Kerry expressou seu “profundo pesar em ver que uma jovem parlamentar, que era uma jovem mulher com um talento imenso, foi morta no exercício de suas funções. É um ataque contra todos aqueles que consideram a democracia importante”.

Por esta razão, “suspendemos todos os atos de campanha durante o dia. Nossos pensamentos estão com Jo Cox e sua família”, afirmou a campanha “Vote In” em seu Twitter, antes da confirmação da morte da deputada.

Em Londres, dezenas de pessoas se reuniram em frente ao Parlamento, entre eles o líder dos trabalhistas, Jeremy Corbyn, e vários outros dirigentes do partido, que compareceram com lágrimas nos olhos.

“Era uma militante corajosa, uma voz para os que não têm voz. Estamos comovidos com esta perda”, disse à AFP Fatima Ibrahim, pertencente ao movimento cidadão Avaaz.

O viúvo, Brendan Cox, pediu para “lutar contra o ódio que matou Jo”.

“O ódio não tem credo, raça, nem religião, é venenoso”, afirmou.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, também anunciou o cancelamento de um comício a favor da União Europeia em Gibraltar.

“A mim parece melhor que se tenha suspendido a campanha devido ao terrível ataque contra Jo Cox. Não irei ao comício desta noite em Gibraltar”, escreveu no Twitter o primeiro-ministro, que já se encontra nesse encrave britânico no sul da Espanha.

Advertências contra o Brexit

Até o ataque contra Cox, o dia era agitado pela divulgação dos resultados de uma pesquisa dando aos partidários do Brexit uma vantagem no referendo.

O Fundo Monetário Internacional advertiu na quinta-feira que se o Reino Unido aprovar sua saída da União Europeia no referendo que será realizado na semana que vem, os mercados serão afetados, dificultando o crescimento econômico.

“Uma votação a favor da saída da UE poderá precipitar um período de alta incerteza, volatilidade nos mercados e um crescimento mais lento, enquanto que o Reino Unido negocie sua nova relação com a UE”, disse Gerry Rice, porta-voz do FMI, em uma coletiva de imprensa.

Já a chanceler Angela Merkel declarou que não pode “imaginar que isso (a saída) seja uma vantagem” para os britânicos.

O Banco da Inglaterra (BoE) considerou, por sua vez, que “se o Reino Unido abandonar a UE, a libra esterlina cairá mais, ou até pronunciadamente”.

O Financial Times, o jornal econômico britânico, declarou, sem surpresa, ser a favor da permanência na UE, uma posição contrária a do tabloide The Sun, que chamou seus leitores a escolher o Brexit.

“Abandonar a causa de uma reforma construtiva da Europa, que é verdade que é imperfeita, seria derrotista. Seria um ato gratuito de auto-mutilação”, escreveu o Financial Times em seu editorial.

O jornal acusou ainda a campanha pelo Brexit de ser “superficialmente patriótica e mentirosa”, principalmente por minimizar os custos da ruptura e dramatizar os da permanência.

“Somos a Grã-Bretanha. Temos uma contribuição a dar para um mundo mais próspero, mas seguro”, sentenciou o jornal.

A revista The Economist, por sua vez, informou que a UE “é um clube imperfeito e, às vezes, enlouquecedor. Mas é muito melhor do que a alternativa. Acreditamos que abandoná-lo seria um terrível erro”.

Muito esperada, a pesquisa Ipsos-Mori, realizada por telefone de 11 a 14 de junho com 1.257 pessoas, apontou pela primeira vez uma liderança do “Leave”, com 53% contra 47%, enquanto o instituto Survation constata uma vantagem de 52% contra 48%, sem contar os indecisos.

Com estes, os resultados de quatro consultas telefônicas em menos de uma semana coincidem em dar vantagem ao campo do Brexit.

De qualquer forma, alertou o Ipsos, 20% dos entrevistados admitiram que poderiammudar de ideia nos próximos sete dias.

Imprensa internacional repercute decreto de calamidade pública do RJ

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O decreto de calamidade pública em função da crise financeira no Rio de Janeiro gerou repercussão imediata na imprensa internacional na tarde desta sexta-feira (17).

A agência de notícias Reuters destacou: “Rio declara estado de emergência financeira”. O texto da agência, que diz que as receitas do estado, em parte ligadas à indústria do petróleo, caíram nos últimos dois anos, foi publicado em diversos veículos de imprensa.

O decreto também foi noticiado pelos sites dos jornais americanos “Washington Post” e “The New York Times”, do espanhol “El País”, da rede de TV americana NBC e da britânica BBC.

O “Washington Post” afirma que o decreto surpreendeu a muita gente e destacou que a Olimpíada acontecerá em meio ao julgamento de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, à crise em saúde pública devido à epidemia do vírus da zika e à recessão econômica.

O jornal também cita que o estado foi atingido pela queda das receitas e do preço do petróleo, “enquanto uma enorme crise de corrupção deixou a companhia petrolífera estatal Petrobras, uma das maiores empresas do Rio de Janeiro, cambaleando”.

Ao repercutir a notícia, a rede britânica BBC destacou que o anúncio é feito a menos de 50 dias da Olimpíada. Também lembrou que há preocupações sobre a epidemia do vírus da zika e o impacto que ela pode ter sobre o turismo no Rio de Janeiro.

O mundo em violência: Policiais são assassinados dentro de casa em Paris

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Polícia chega à casa dos policiais assassinados por um homem, que segundo a imprensa local já tinha sido condenado por jihadismo, em Paris, na França

Paris – O homem que assassinou na noite de segunda-feira um casal de policiais em sua casa em Magnaville, na região metropolitana de Paris, é um francês de 25 anos que vivia em uma cidade próxima, Mantes La Jolie, e que tinha sido condenado em 2013 por pertencer a uma rede de recrutamento de jihadistas e cumprido sua pena.

Esta informação foi veiculada nesta terça-feira por vários veículos de imprensa e entre eles a emissora “RMC” citou seu nome, Larossi Abballa, e detalhou que ele tinha aberto no ano passado um restaurante de fast-food em Mantes La Jolie.

Abballa, que tinha histórico de criminoso comum, foi julgado e condenado a três anos de prisão junto a outras sete pessoas por integrar uma organização que enviava jihadistas ao Paquistão.

O homem foi abatido horas depois do duplo assassinato na mesma casa do casal de policiais pelas forças da ordem, que conseguiram resgatar o filho de três anos dos agentes.

O Estado Islâmico (EI) reivindicou durante a madrugada a autoria do crime através de uma agência ligada ao grupo.

A procuradoria antiterrorista iniciou uma investigação sobre esses fatos, que o primeiro-ministro Manuel Valls associou ao “terrorismo” em seu perfil no Twitter.

O porta-voz do governo, Stéphane Le Foll, também insistiu hoje nessa mesma ideia. “É um ato horrível, é um ato terrorista”, disse em entrevista à emissora “RTL”.

O presidente da França, François Hollande, se reuniu na manhã de hoje, pouco antes das 8h locais (3h de Brasília) com os integrantes de seu governo encarregados das questões de segurança.

Entre eles, estava o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, que na manhã de hoje realiza uma visita às delegacias onde trabalhavam os dois policiais, em Le Mureaux e Mantes La Jolie.

Estes fatos acontecem em plena Eurocopa de futebol, que começou na última sexta-feira e vai até 10 de julho, enquanto a França segue em alerta terrorista após os ataques do ano passado, em particular os de 13 de novembro em Paris.

Exame.com,br

Ciclistas pelados protestam em Londres e atraem olhares curiosos

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Mulheres observam ciclistas sem roupa durante pedalada em Londres (Foto: REUTERS/Luke MacGregor)

Ciclistas tiraram a roupa e atraíram olhares curiosos ao pedalarem por pontos turísticos de Londres, capital britânica, neste sábado (11). O ato fez parte da World Naked Bike Ride (conhecida como “Pedalada Pelada” no Brasil).

O evento é uma campanha global para incentivar o uso de meios de transporte alternativos (além da bicicleta, patins e skate, por exemplo), além de um ato de protesto contra veículos motorizados e a destruição ambiental.

Ciclistas recebem olhares durante a Pedalada Pelada na capital do Reino Unido, neste sábado (11) (Foto: REUTERS/Luke MacGregor)
Ciclistas recebem olhares durante a Pedalada Pelada na capital do Reino Unido, neste sábado (11) (Foto: REUTERS/Luke MacGregor)

Mãe queima filha viva por se casar sem permissão

Mãe queimou filha Zeenat Bibi viva por se casar sem permissão no Paquistão (Foto: K.M. Chaudary/AP)
Mãe queimou filha Zeenat Bibi viva por se casar sem permissão no Paquistão (Foto: K.M. Chaudary/AP)

G1 – Uma mãe queimou sua filha viva nesta quarta-feira (8) por ela ter se casado sem sua permissão noPaquistão, no segundo caso dessa natureza em duas semanas no país, segundo a polícia.

Zeenat Bibi, de 17 anos, foi envolvida com querosene e queimada por sua mãe, Perveen Bibi, em sua casa da cidade oriental de Lahore uma semana depois que a mesma se casou sem a permissão da família, disse à Agência Efe o porta-voz policial da área, Matloob Hussain.

O porta-voz explicou que a família pediu à vítima que retornasse à casa após fugir com seu marido para realizar uma cerimônia matrimonial e acabou morta.

Hassan Khan, marido da vítima, indicou à polícia que viu como vários familiares a agarravam enquanto a mãe jogava combustível e lhe ateava fogo.

Hassan Khan, marido da vítima, mostra o certificado de casamento (Foto: K.M. Chaudary/AP)
Hassan Khan, marido da vítima, mostra o certificado de casamento (Foto: K.M. Chaudary/AP)

“Ela não queria retornar para sua família porque temia que a matassem. Mas eu dei permissão depois que um de seus tios garantiu sua segurança. Deixei que fosse”, disse Khan à televisão paquistanesa “Geo”.

Há uma semana, uma professora de 19 anos foi torturada e queimada viva por um grupo de homens após rejeitar uma proposta matrimonial do filho do dono da escola onde ensinava na cidade de Murree, próxima à capital.

A jovem faleceu por causa dos ferimentos na quarta-feira passada, dois dias depois da agressão, disse à Agência Efe o porta-voz policial de Murree Mubashir Hussain Abbasi.

Os chamados “crimes de honra” são muito frequentes no Sul da Ásia e costumam envolver homens de uma família que consideram uma afronta que transgride a conservadora moral familiar das sociedades locais.

Em 2015, 923 mulheres foram vítimas desse tipo de crime no país, segundo um relatório da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão (HRCP), que adverte que esse número esconde uma realidade ainda maior que fica fora dos registros.

A comprometida cineasta Sharmeen Obaid Chinoy ganhou neste ano seu segundo Oscar pelo documentário em curta-metragem “A Girl in the River: The Price of Forgiveness”, que conta a história de uma sobrevivente de um desses “crimes de honra”.

O primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, prometeu tomar medidas legislativas contra este tipo de crime após ver o documentário.

Atentado em Istambul deixa ao menos 11 mortos e 36 feridos

Carro-bomba explode e atinge ônibus no centro histórico de Istambul, na Turquia, matando pelo menos 11 pessoas
Carro-bomba explode e atinge ônibus no centro histórico de Istambul, na Turquia, matando pelo menos 11 pessoas

Istambul – Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas durante a explosão de um carro-bomba nesta terça-feira contra um ônibus policial que circulava no centro histórico de Istambul, na Turquia, informou hoje o governador da cidade, Vasif Sahin.

“Sete policiais e quatro civis morreram, outras 36 pessoas ficaram feridas”, declarou Sahin em um breve comparecimento aos veículos de imprensa.

O atentado aconteceu às 8h40 locais, quando o veículo com os agentes circulava perto de um ponto de ônibus no bairro de Beyazit Vezneciler, nas proximidades de uma universidade e de lugares turísticos na parte europeia da cidade.

Hillary consegue votos para virar candidata democrata

Hillary Clinton alcança o número de delegados necessários e será candidata democrata à presidência dos Estados Unidos
Hillary Clinton alcança o número de delegados necessários e será candidata democrata à presidência dos Estados Unidos

Exame – Hillary Clinton obteve nesta segunda-feira o apoio suficiente de delegados para garantir a indicação democrata, tornando-se a primeira mulher candidata à presidência dos Estados Unidos por um grande partido.

Segundo a agência de notícias americana AP e outros meios de comunicação, a ex-secretária de Estado obteve o apoio necessário dos delegados um dia antes das primárias em seis estados – incluindo a Califórnia -, nos quais Hillary fez uma vigorosa campanha.

Clinton e sua equipe de campanha admitiram ter cruzado o número mágico de 2.383 delegados, o necessários para se obter a indicação, mas advertiram que a disputa com o senador Bernie Sanders não acabou.

Clinton, 68 anos, se disse “lisonjeada” com a conclusão dos meios de comunicação, mas recordou a seus partidários que nesta terça-feira há primárias: “votem amanhã”.

“Esse é um marco importante, mas há seis estados que votarão nesta terça-feira com milhões de pessoas indo às urnas, e Hillary Clinton está trabalhando para ganhar cada voto”, disse seu chefe de campanha, Robby Mook, em um comunicado.

“Vamos esperar até terça à noite, quando Hillary Clinton garantir não apenas uma vitória no voto popular, mas também a maioria dos delegados comprometidos”, acrescentou.

Em comício em Long Beach, na região de Los Angeles, Hillary admitiu que “segundo as notícias, estamos a beira de um momento histórico, sem precedentes (…), mas temos muito trabalho a fazer, de verdade. Há seis eleições amanhã e vamos lutar duro por cada voto, especialmente aqui na Califórnia”.

O senador Bernie Sanders afirmou nesta segunda-feira que Hillary não garantiu nada, acrescentando que os superdelegados não podem votar até a convenção do partido, em julho.

Hillary Clinton “não tem e não terá o número exigido de delegados comprometidos para garantir a nomeação”, afirmou Sanders, que buscará “convencer estes superdelegados de que é, de longe, o candidato mais forte para enfrentar Donald Trump”.

“É lamentável que a imprensa, em um julgamento apressado, ignore a clara declaração do Comitê Nacional Democrata de que é um erro contar os votos dos superdelegados antes de que eles realmente votem na convenção deste verão” (boreal), disse o porta-voz de Sanders Michael Briggs.

Se vencer na Califórnia, estado com o maior número de delegados em disputa, Sanders poderá justificar sua permanência até a última primária, na próxima semana, em Washington, ou inclusive até a convenção.

“Nossa meta é obter a maior quantidade de delegados que pudermos para convencer os superdelegados que (…) eu sou o melhor candidato” para vencer Trump, disse Sanders durante coletiva de imprensa em Emeryville.

Os superdelegados são dirigentes partidários e legisladores que têm direito a voto devido à sua posição, e não são eleitos nas primárias.

Animada pelas vitórias nos territórios de Ilhas Virgens e Porto Rico no final de semana, Clinton já se preparava para declarar vitória na terça, a partir do fechamento das urnas em Nova Jersey, na costa leste.

Mais cedo nesta segunda-feira, antes de a agência Associated Press divulgar sua recontagem, Hillary Clinton disse a jornalistas em Compton, na região de Los Angeles, que a disputa “só acaba quando termina”.

Horas depois, em um comício em Lynwood, Clinton admitiu que “ficaria profundamente honrada e surpreendida” se esta terça-feira se tornasse o “dia de Hillary”.

“Amanhã, faz exatamente oito anos desde que me retirei e me uni ao então senador (Barack) Obama. Penso que foi uma boa decisão”, avaliou Hillary nesta segunda, destacando que se aproximará de Sanders.

“Espero que me acompanhe nisso. Devemos estar unidos rumo à convenção para atacar Donald Trump e repudiar seu tipo de campanha”, acrescentou.

Obama diz que morte de líder talibã permitirá levar paz ao Afeganistão

Obama e o presidente do Vietnã Tran Dai Quang durante conferência de imprensa (Foto: Carlos Barria/Reuters)
Obama e o presidente do Vietnã Tran Dai Quang durante conferência de imprensa (Foto: Carlos Barria/Reuters)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira (23) em Hanói que a morte do chefe dos talibãs, Akhtar Mansur, no sábado passado em um ataque de drones americanos no Paquistão permitirá levar paz e prosperidade ao Afeganistão.

“Com a morte do líder talibã, Akhtar Mansour, eliminamos o chefe de uma organização que conspirou continuamente contra as forças americanas e a coalizão em uma guerra contra o povo afegão, colocando-se ao lado de grupos extremistas como Al Qaeda”, destacou Obama, segundo um comunicado de seu discurso.

O presidente americano, de visita oficial no Vietnã, afirmou que Mansour “rejeitou os esforços do governo afegão atrás de negociações de paz sérias e o final da violência”.

Foto sem data mostra Akhtar Mansour, líder talibã (Foto: Handout/Reuters)
Foto sem data mostra Akhtar Mansour, líder talibã (Foto: Handout/Reuters)

Sucessor talibã
O comandante guerrilheiro afegão Sirajuddin Haqqani, um possível sucessor para o líder do talibã, o mulá Akhtar Mansour, poderá ser um inimigo ainda mais implacável das forças do governo afegão sitiadas e seus aliados norte-americanos.

Os Estados Unidos mataram Mansour em um ataque aéreo em uma área remota do Paquistão, próxima à fronteira, informou o governo do Afeganistão no domingo, em um ataque que deve acabar com as perspectivas imediatas de negociações de paz. Os EUA não confirmaram a morte de Mansour.

Uma recompensa de US$ 5 milhões é oferecida pela prisão de Haqqani, considerado pelas autoridades dos EUA e do Afeganistão como o comandante mais perigoso da insurgência taliban, responsável pelos ataques mais sangrentos, incluindo um no mês passado em Cabul, em que 64 pessoas foram mortas.

Se Haqqani for confirmado como o próximo líder do Taliban, que pode ser visto como adequado para o descendente de uma família que tem sido notoriamente envolvida em décadas de derramamento de sangue do Afeganistão.

Seu pai, Jalaluddin Haqqani, foi um líder dos mujahideen que lutaram contra as tropas soviéticas que invadiram o Afeganistão em 1979. O ex-congressista Charlie Wilson chamou Jalaluddin em certa ocasião de “a bondade personificada” e foi tão altamente estimado que visitou a Casa Branca, quando Ronald Reagan era presidente.

Seu filho é visto como um guerrilheiro ainda mais cruel.

Sirajuddin Haqqani se tornou um dos dois subcomandantes do Taliban no ano passado, integrando a temida facção militante conhecida como a rede Haqqani.

O Taliban agora controla mais territórios do que à época da derrubada do governo em 2001, e as esperanças de negociações de paz impulsionadas pelos Estados Unidos entraram em colapso, enquanto o derramamento de sangue aumentou.

Fotografia feita no sábado mostra moradores paquistaneses  em volta de um veículo destruído por um drone, no qual o líder Akhtar Mansour estaria. (Foto: AFP)
Foto feita no sábado mostra moradores paquistaneses em volta do veículo destruído por um drone dos EUA, que terminou na morte do líder talibã Akhtar Mansour. (Foto: AFP)

Morte de Mansur
Os serviços de inteligência do Afeganistão confirmaram neste domingo (22) a morte do principal líder dos talibãs, o mulá Akhtar Mansur, em um ataque com drones dos Estados Unidos no território do Paquistão, em uma região próxima à fronteira entre os dois países.

“O líder talibã, Akhtar Mansour, morreu ontem em um ataque aéreo na região de Dalbandin, no Baluchistão, no Paquistão”, disse à Agência Efe Jamil Sultani, vice-porta-voz do Diretório de Segurança Nacional (NDS).

Em comunicado divulgado pelo DNS, o órgão de inteligência explicou que o ataque aéreo aconteceu às 15h45, hora paquistanesa da véspera, em Baluchistão, no Paquistão.

“Akhtar Mansur, que estava sob vigilância há muito tempo, viajava ontem em um veículo com seus companheiros na região de Dalbandin, onde foi alcançado e abatido”, diz a nota.

O órgão defendeu que nem os ataques terroristas ou suicidas são justificados pelo islã ou pelos “princípios humanos” e informou que as forças de segurança afegãs continuarão “sua luta pela paz e a estabilidade”.

“Os terroristas devem se dar conta de que, caso continuem com seus ataques, serão eliminados”, acrescentou o NDS, ressaltando que a forma de evitá-los é “abandonar as armas”.

O mulá Mansour foi apontado como o líder dos talibãs depois que o governo afegão revelou, em julho do ano passado, que o fundador e líder histórico desse grupo, o mulá Omar, tinha morrido em 2013.

Sua designação à frente do principal grupo insurgente afegão foi muito discutida entre os talibãs e gerou cisões e inclusive um confronto militar aberto entre os homens leais a Mansour e os liderados pelo mulá Rasul.

Apesar essa disputa interna, os talibãs ganharam mais espaço desde o final da missão de combate da Otan no Afeganistão, no fim de 2014, e cometeram ataques com grandes baixas e chegaram a tomar o controle da cidade de Kunduz, no norte do país, durante alguns dias no ano passado.

Desde o final de 2015, os talibãs controlam quase um terço do território afegão, segundo um relatório do órgão americano Inspetor Geral para a Reconstrução do Afeganistão (SIGAR).

Da EFE

Irã prende oito pessoas ligadas à moda anti-islâmica

Rede social: há dois anos, uma operação da justiça intitulada "Spider II" identificou um total de 170 pessoas que administravam páginas no Instagram
Rede social: há dois anos, uma operação da justiça intitulada “Spider II” identificou um total de 170 pessoas que administravam páginas no Instagram

Exame – Oito pessoas ligadas ao mundo da moda e acusadas de espalhar “cultura anti-islâmica”, especialmente pela publicação de fotos de mulheres sem o véu no Instagram, foram presas no Irã, de acordo com o tribunal que julga casos de crimes na internet.

Há dois anos, uma operação da justiça intitulada “Spider II” identificou um total de 170 pessoas que administravam páginas no Instagram, incluindo 59 fotógrafos e maquiadores, 58 modelos, 51 gerentes de casas de moda, de acordo com uma declaração oficial.

“Descobrimos que 20% da rede Instagram do Irã era controlada pelos círculos da moda”, declarou domingo à noite Javad Babaie, juiz do tribunal para a cibercriminalidade, à televisão estatal.

Ele acrescentou que 60% dos usuários iranianos do Instagram seguia estas páginas. Este serviço é muito popular no Irã, onde o Facebook e o Twitter são proibidos.

As oito pessoas presas “estavam espalhando conteúdo imoral e uma cultura anti-islâmica”, incluindo fotos de modelos sem véu, acrescentou.

É o dever da justiça “agir contra aqueles que cometem esses crimes de forma organizada”, ressaltou. Além das oito prisões, procedimentos e avisos foram emitidos contra 21 outras pessoas.

No domingo, a televisão estatal transmitiu ao vivo um programa em que uma modelo, Elham Arab segundo a imprensa, explicava “voluntariamente” ao procurador de Teerã que se arrependia de suas ações, incluindo a publicação de suas fotos sem véu nas redes sociais, e aconselhava os iranianos a não cometer o mesmo “erro”.

Ela disse que ganhava o equivalente a até 3.300 dólares por mês, enquanto o salário mínimo no Irã fica um pouco acima de 200 dólares mensais.

Desde a Revolução Islâmica de 1979, o véu islâmico é obrigatório no Irã para todas as mulheres.

Em março, o porta-voz do Judiciário havia anunciado a prisão de “oito modelos, algumas libertadas sob fiança”. “Algumas delas receberam acusações pesadas, como disseminação da prostituição e corrupção”, havia dito.

Não ficou claro se estas oito prisões correspondem às mencionadas no domingo por Javad Babaie.

Homens-bomba matam ao menos 6 e ferem 18 no Iraque

Soldado iraquiano: O chefe da polícia afirmou que ao menos 14 homens invadiram complexo residencial
Soldado iraquiano: O chefe da polícia afirmou que ao menos 14 homens invadiram complexo residencial

Exame – Bagdá – Uma série de ataques suicidas nos arredores de Bagdá matou ao menos seis pessoas e deixou outras 18 feridas, afirmam representantes do governo iraquiano.

Os atentados foram realizados por homens-bomba, atingindo uma área residencial e um complexo do governo.

O chefe da polícia na cidade de Amiriyat Fallujah, o Coronel Ali al-Issawi, afirmou que ao menos 14 homens invadiram o complexo durante o amanhecer. Além de residências, existem diversos prédios do governo na região.

Cinco dos terroristas morreram em confronto com forças de segurança, enquanto outros conseguiram se esconder em prédios, até serem mortos posteriormente. Das vítimas fatais, cinco eram soldados e um era civil, enquanto outros ficaram 18 feridos.

A cidade é localizada há alguns quilômetros ao Sul da Fallujah, principal área controlada pelo Estado Islâmico (EI) na província de Anbar, a cerca de 65 quilômetros de Bagdá.

O EI controla regiões estratégicas no Norte e Oeste do Iraque, incluindo a segunda maior cidade do país, Mossul. O grupo extremista declarou a criação de um califado islâmico nas regiões controladas pelo grupo entre Iraque e Síria.

Forças militares iraquianas, milícias e bombardeios norte-americanos reconquistaram algumas cidades nos últimos meses. O EI, por outro lado, respondeu com ataques distantes ao campo de batalha, numa campanha classificada por oficiais iraquianos como distração após sucessivas derrotas.

Desde quarta-feira, a série de ataques promovidos pelo EI já soma mais de 100 vítimas fatais. Fonte: Associated Press.

Incêndio no Canadá aumenta muito de tamanho

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Exame – Um incêndio catastrófico que obrigou todos os 88 mil moradores a fugir de Fort McMurray, em Alberta, no Canadá, aumentou dez vezes em tamanho nesta quinta-feira, isolando as pessoas retiradas em campos e abrigos ao norte da cidade.

As chamas fora de controle queimaram vizinhanças inteiras em Fort McMurray, na principal região de produção energética do Canadá, e forçaram uma paralisação preventiva de parte da produção de petróleo, elevando os preços internacionais do produto.

Três dias depois de os moradores terem recebido ordens para deixar Fort McMurray, bombeiros ainda combatiam o fogo para proteger casas, lojas e outras instalações. Mais de 1.600 estruturas, incluindo centenas de casas, foram destruídas.

Embora a causa do fogo seja desconhecida, autoridades disseram que a vegetação seca, a baixa umidade e os ventos fortes impossibilitaram que o fogo fosse contido.

O incêndio, que começou no domingo, cresceu de 7.500 hectares na quarta-feira para 85.000 hectares na quinta-feira, o equivalente a uma área com cerca de dez vezes o tamanho de Manhattan.

“O que as pessoas naquela região estão passando nos últimos dias é literalmente o inferno na Terra”, disse Rona Ambrose, líder do Partido Conservador, de oposição, e política de Alberta, que conteve as lágrimas ao discursar no Parlamento.

O fogo bloqueou a única rota para o sul, em direção a cidades maiores. Milhares de moradores que fugiram para o norte em direção aos campos de petróleo e a alguns pequenos assentamentos se viram sem uma estrada para saída.

Cerca de 20 mil pessoas estavam presas em campos de petróleo, abrigos improvisados e na beira das estradas ao norte da cidade, onde as chamas as isolaram de Fort McMurray. A maior parte das instalações de petróleo são ao norte da cidade e não estão no caminho do fogo.

Hillary e Trump confirmam favoritismo em primárias nos Estados Unidos

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Estados Unidos – O empresário Donald Trump venceu as primárias realizadas ontem (26) nos estados norte-americanos de Delaware, Rhode Island, Connecticut, Maryland e da Pensilvânia. Com isso, Trump está cada vez mais próximo de se tornar o candidato nomeado pelo Partido Republicano para as eleições deste ano para presidente dos Estados Unidos.

A ex-secretária de Estado Hillary Clinton também conquistou, pelo Partido Democrata, as primárias nos estados de Delaware, Connecticut, Maryland e da Pensilvânia. No entanto, Hillary perdeu para o adversário Bernie Sanders em Rhode Island. A vitória em Rhode island não é, porém, suficiente para aproximar Sanders, senador pelo estado de Vermont, da posição de liderança conquistada por Hillary Clinton na corrida para escolher o candidato que representará o Partido Democrata nas eleições americanas.

“Estou ansioso para as 14 prévias que ainda estão por vir”, disse Sanders, em comunicado, depois de felicitar Hillary Clinton pelas vitórias de ontem.

No comunicado, Sanders declarou sua intenção de permanecer na corrida “até o último voto a ser dado.” O objetivo, segundo ele, é chegar à convenção democrata, marcada para julho, na Filadélfia, “com tantos delegados quanto possível para lutar pela plataforma de um partido progressista”.

Ao comentar sua vitória em quatro estados, Hillary Clinton disse que o Partido Republicano representa “o passado”. Segundo ela, o foco de sua campanha é garantir a nomeação pelo Partido Democrata: “Vamos ganhar a nomeação e, em julho, vamos voltar a ser um partido unificado”.

Depois de elogiar o adversário Sanders, no âmbito do partido, Hillary concentrou seu discurso nos republicanos. Segundo ela, as eleições deste ano provam que é possível criar um mundo onde o “amor triunfa sobre o ódio”.

Ela observou que, embora difíceis, as primárias de ontem fortaleceram a vontade do Partido Democrata de enfrentar os republicanos. “Temos ainda muitas semanas para competir, mas vamos nos preparar bem para as eleições gerais [para presidente]”.

Trump

Donald Trump disse, após receber o resultado das primárias em Connecticut, Delaware, Maryland, Pensilvânia e Rhode Island, que foi uma “vitória muito maior do que o esperado”. A vitória pode garantir a Trump uma vantagem difícil de ser alcançada pelos seus oponentes do Partido Republicano, o senador pelo Texas, Ted Cruz, e o governador de Ohio, John Kasich. Para garantir a nomeação pelo partido, o candidato republicano precisa obter o apoio de, no mínimo, 1.237 delegados.

A vitória de Trump era esperada. Os números iniciais das primárias sugerem porém que, depois do processamento total dos resultados, o triunfo do candidato republicano ontem pode alcançar uma margem superior a 60%, o que significa a possibilidade de recorde em relação às vantagens registradas em todas as prévias deste ano.

Entre as primárias já realizadas, o maior diferencial alcançado por Trump em relação aos demais concorrentes republicanos foi o de Nova York, em 19 de abril, quando o candidato alcançou vitória com margem de 60,4% dos votos.

Cautela

Embora o panorama esteja favorável a Trump, as regras eleitorais dos Estados Unidos não permitem que o candidato comemore com antecipação. Nas próximas semanas, a corrida eleitoral se concentrará em estados menos amigáveis para Trump: Indiana, em 3 de maio; Nebraska e West Virginia, em 10 de maio; Oregon, em 17 de maio; e Washington, em 24 de maio. Em 7 de junho, haverá prévias em seis estados, inclusive na California, o maior colégio eleitoral do país. .

Ted Cruz, o candidato republicano que mais se aproxima de Trump em número de delegados, chegou a antecipar ontem certo otimismo em relação às próximas etapas eleitorais. “(A partir de agora), a campanha se move para terreno mais favorável”.

O estrategista de marketing John Weaver, coordenador da campanha de John Kasich, também advertiu nessa terça-feira contra uma prematura conclusão de que a vitória de Trump é inevitável. “A noite de hoje prova uma coisa: esta corrida será [decidida] em 7 de junho”, disse ele em comunicado. “A verdade é que Donald Trump não tem margem para erro”, acrescentou.

Tanto Ted Cruz quanto John Kasich ainda têm, nas próximas semanas, uma chance de obter delegados suficientes para impedir Trump de alcançar os 1.237 necessários para uma vitória de primeira votação na Convenção Nacional do partido, em julho. Se conseguirem esse objetivo, a escolha do candidato republicano fica em aberto. Pelas regras eleitorais, se não houver decisão na primeira rodada de votos, os delegados de cada candidato ficam livres para apoiar quem quiser a partir da segunda votação.

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