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Em áudio, ministro da Transparência critica Lava Jato

Fabiano Silveira, ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, criticou condução da Lava Jato
Fabiano Silveira, ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, criticou condução da Lava Jato

Exame – O ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, criticou aoperação Lava Jato em uma reunião, gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, com a presença de ambos e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de acordo com reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, exibida na noite de domingo.

Machado, cujas gravações de caciques do PMDB realizadas no âmbito de um acordo de delação premiada com a Lava Jato já resultaram na queda do ex-ministro do Planejamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), também por criticar a Lava Jato, gravou a conversa com Silveira e Renan na casa do presidente do Senado, em fevereiro.

O atual ministro da Transparência à época era conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Na gravação, o atual ministro faz críticas à condução da Lava Jato pela procuradoria e dá conselhos a investigados na operação, segundo Machado, que é um dos alvos da operação ao lado de Renan.

O ex-presidente da Transpetro disse, nas tratativas do acordo de delação premiada, que ele e os presentes trocaram “reclamações gerais sobre a Justiça e sobre a Java Jato” no encontro, segundo o Fantástico.

O ministério da Transparência, Fiscalização e Controle foi criado pelo presidente interino Michel Temer no lugar da antiga Controladoria-Geral da União (CGU) após assumir o governo no lugar da presidente afastada Dilma Rousseff. A pasta é encarregada de combater a corrupção no governo federal.

Procurado pelo Fantástico, Silveira não quis dar entrevista, mas disse, por meio de nota, que não tem nem nunca teve qualquer relação com Machado e esteve “involuntariamente” em uma conversa informal, e jamais intercedeu junto a instituições públicas em favor de terceiros, segundo o programa de TV.

A defesa do ex-presidente da Transpetro disse à TV Globo que não pode se manifestar por causa do sigilo da delação premiada, e o presidente do senado, Renan Calheiros, não respondeu aos contatos da emissora, de acordo com o Fantástico. (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

Detento com tornozeleira eletrônica é preso suspeito de homicídio em Natal

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G1 – A Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu em flagrante, na manhã deste domingo (29), um casal suspeito de ter baleado Francisco Eduardo da Silva Malaquias, de 18 anos. O crime aconteceu no sábado (28) no bairro de Igapó, na Zona Norte de Natal. A vítima morreu no hospital. De acordo com a polícia, o suspeito usava tornozeleira eletrônica.

Francisco foi baleado quando estava na esquina da travessa Marcílio Dias com a rua São Pedro, no bairro de Igapó, acompanhado pela mãe, namorada e um amigo. Segundo a polícia, o casal chegou em uma motocicleta, perguntou se Francisco fazia parte de uma facção criminosa e, em seguida, atirou. Um dos disparos atingiu o amigo da vítima, que foi socorrido e passa bem. Francisco Eduardo ainda chegou a ser levado para o Hospital Santa Catarina, mas não resistiu ao ferimento. “Logo após a morte do rapaz, uma equipe nossa foi até o hospital e começou a investigação”, disse Ben-Hur Medeiros, diretor da DHPP.

A equipe de investigação contou com a colaboração do soldado Figueiredo da Polícia Militar, que descobriu que o autor dos disparos usava tornozeleira eletrônica. “Ele buscou, junto ao sistema prisional, o necessário para identificar o suspeito. Com base nas informações, encontramos Bruno Araújo da Costa, de 22 anos, conhecido como Bruninho, e sua namorada, que tem 19 anos”, afirmou Luciano Costa Chaves de Almeida, delegado responsável pelo caso.

Com base na investigação, a Polícia Civil descobriu que o casal, suspeito do crime, estava em casa no bairro Vale Dourado, também na Zona Norte da cidade. No local, os policiais civis encontraram a motocicleta que teria sido usada no momento do crime. Eles foram até a casa da mãe de Bruninho e lá encontraram um revólver calibre 38, com numeração adulterada, carregado com munições. Bruno Araújo e namorada foram presos em flagrante.

‘Temer terá de se ajoelhar para Cunha’, diz Dilma

BBtBbyQ.imgNa primeira entrevista concedida 18 dias depois de ser afastada, a presidente afastada Dilma Rousseff fez duros ataques ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem, segundo ela, “Temer terá de se ajoelhar”. A entrevista foi concedida na última quinta-feira ao jornal “Folha de S. Paulo”, e publicada na edição antecipada deste domingo.

“O Eduardo Cunha é a pessoa central do governo Temer. Isso ficou claríssimo agora, com a indicação do André Moura (para líder do governo na Câmara). Cunha não só manda, ele é o governo Temer. E não há governo possível nos termos do Eduardo Cunha” disse ela, completando: “Vão ter de se ajoelhar”.

Dilma disse ter sido traída por Michel Temer. Perguntada se seu vice tinha lhe traído, respondeu: “Óbvio. E não foi no dia do impeachment, foi antes, em março. Quando as coisas ficaram claríssimas”, disse ela, emendando: “Você sempre acha que as pessoas têm caráter”.

Sobre as conversas vazadas entre o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e líderes do PMDB, como ex-ministro Romero Jucá e o presidente do Senado, Renan Calheiros, a presidente disse que os áudios revelam que o partido de Michel Temer pretendia, ao assumir o governo, barrar as investigações da Lava-Jato.

“Eles (os áudios) mostram que a causa real para o meu impeachment era a tentativa de obstrução da operação Lava-Jato por parte de quem achava que, sem mudar o governo, a sangria continuaria”, disse ela, referindo-se principalmente à Jucá, que perdeu o cargo após ser flagrado tratando do que eloe chamou de “delimitar” as investigações.

Dilma diz ainda acreditar que poderá voltar à Presidência. “Nós podemos reverter isso. Vários senadores, quando votaram pela admissibilidade, disseram que não estavam declarando (posição) pelo mérito (das acusações). Então eu acredito”.

Dilma voltou classificar de golpe o processo que levou ao seu afastamento. “Sinto muito, sabe, sinto muuuuuito se uma das características do golpe é detestar ser chamado de golpe”. Dilma, reforçou a tese de que não houve crime de responsabilidade na sua gestão.

Sobre as medidas na economia tomadas pelo novo governo, Dilma foi irônica: “O pato tá calado, sumido. O pato está impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?”. Sobre a emoção quando deixou o Palácio do Planalto, disse: “Eu não choro, não. Nas dores intensas, eu não choro. Cada um é cada um, né?”.

Secretário de Segurança do RN vai a local de morte após guerra de facções

Secretário de Segurança do RN desceu as escadarias e caminhou entre becos e vielas da 'Favela do Japão', na Zona Oeste de Natal (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Secretário de Segurança do RN desceu as escadarias e caminhou entre becos e vielas da ‘Favela do Japão’, na Zona Oeste de Natal (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

O secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, Ronaldo Lundgren, desceu as escadarias e caminhou entre becos e vielas da comunidade Novo Horizonte, mais conhecida como ‘Favela do Japão’, na Zona Oeste de Natal. Foi na noite desta sexta-feira (27), logo após uma intensa troca de tiros envolvendo facções criminosas que disputam o tráfico de drogas na região. Um homem morreu.

'Missão Japão': imagem com várias armas foi divulgada nas redes sociais logo após o confronto na comunidade (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
“Missão Japão” divulgada nas redes sociais

Usando colete à prova de balas e escoltado por policiais militares, Lundgren foi até onde estava o corpo e falou sobre o conflito. “Ela (a PM) entrou no local, conseguiu interromper a disputa entre duas facções e está controlando a área. Então esse é o nosso trabalho. É o trabalho que a polícia vem fazendo todo dia. Então a população fique tranquila que a polícia está agindo e vai continuar agindo para manter a paz”, afirmou o secretário.

Ainda na noite desta sexta, logo após o confronto, uma fotografia que mostra sete armas de fogo começou a circular nas redes sociais. A imagem foi atribuída ao conflito ocorrido na ‘Favela do Japão’. Com carregadores de pistola e munições, foram formadas palavras que pode-se entender como: ‘RN MISSÃO JAPÃO’.

General de Brigada do Exército brasileiro, Ronaldo Pierre Cavalcanti Lundgren assumiu a Sesed no dia 13 deste mês. Ao tomar posse, disse que a segurança pública no Rio Grande do Norte passou um período sem receber a atenção devida. Apesar disso, afirmou que encara com otimismo a nova missão. “Eu vejo que as forças policiais do RN vêm cumprindo a missão e o cidadão que mora aqui deve ter um orgulho muito grande”, ressaltou. Foi ele quem comandou, em 2014, a ocupação do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

Capitão Styvenson faz declarações indevidas contra a PM e Polícia Civil

sty_1G1 – Causou revolta, indignação e decepção, principalmente a agentes e delegados da Polícia Civil potiguar, um comentário que se espalhou pelas redes sociais neste sábado (28) feito pelo capitão da Polícia Militar Styvenson Valentim, coordenador da Operação Lei Seca no Rio Grande do Norte. “Policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada”, disse o capitão.

A declaração está em um áudio de quase dois minutos que vazou de um grupo de WhatsApp. Nela, Styvenson fala com uma mulher sobre como proceder após ela ter se envolvido numa determinada ocorrência de trânsito. O G1 tentou falar com Styvenson logo no início da manhã, mas os telefones do capitão estavam desligados. Novas ligações foram feitas por volta das 8h, mas ainda permaneciam sem sinal.

Em nota, divulgada na noite do sábado, o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol/RN) disse que a declaração do capitão “é despropositada e, principalmente, desrespeitosa para com uma categoria que tanto faz pela segurança pública doRio Grande do Norte”. E que “ao contrário do que pensa e declara o capitão Styvenson, os policiais civis trabalham duro diariamente, mesmo sem muitas vezes disporem de condições e estrutura adequada”. E complementa:  “Acontece que, ao contrário do próprio capitão Styvenson, os policiais civis não usam a mídia para promoção pessoal e nem para expor o trabalho que é feito diariamente. Os policiais civis trabalham de maneira silenciosa, usando de inteligência e ferramentas investigativas (ver nota completa abaixo)”.

Já a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN), disse que “o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil”, e que “o capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública”. Ainda de acordo com a associação, “generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa (ver nota completa abaixo)”.

Nem a Polícia Militar nem a Secretaria Estadual de Segurança Pública se manifestaram sobre o assunto.

O capitão Styvenson Valentim começou a ganhar notoriedade em 2014, quando recebeu a missão de comandar a Operação Lei Seca no estado. Considerado um policial extremamente honesto em razão do pulso firme, rigidez e correção na forma de conduzir o trabalho que desenvolve, logo virou notícia. Nas ruas, é tratado como celebridade.

Transcrição do áudio que se espalhou pelas redes sociais
“Pois vou esclarecer uma coisinha para a senhora: policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada. Delegado acha que tem poder sobrenatural, entendeu?… para não fazer nada. Ontem mesmo eu denunciei as delegacias que não querem trabalhar, só isso. Preguiça. Preguiça. Se a senhora quiser colocar isso pra frente, segunda-feira eu vou estar no Detran, a gente senta e eu vou dizer passo a passo o que a senhora tem que fazer, porque isso é um absurdo. Isso é um crime. Sabe por que? Porque se tivesse vítima fatal, se fosse alguém que tivesse morrido, e aí? ia ficar como? Aí ia ser preso? Ia colocar filmagem de Midway? Iam no posto de gasolina pra saber onde estava bebendo? Que dizer, que porra de lei é essa nesse país de merda que as coisas só funcionam para um lado, para o outro não? Então estou revoltado. E só revendo o seu questionamento sobre a Operação Lei Seca, a que eu comando não pertence a este estirpe de gente, não. Não pertence a este nipe de pessoas, não. Entendeu? O policiamento que eu faço depende de mim e só de mim mesmo. É por isso que a coisa é bem feita. Entendeu? Não sou vinculado a CPRE, mal sou vinculado à Polícia Militar e Detran. Então, as coisas que eu faço não é por instituição não, é por mim mesmo. Então, separo, porque quando faço uma coisa faço muito bem feita. Eu teria ido até o final nessa situação aí. Dona STTU? deve sim ir para a delegacia. Os agentes? Devem ir para a delegacia. Deveria ter ido todo mundo para a delegacia. Todos os envolvidos. Todo mundo é testemunha do fato. Todos deveriam ter ido, não era só a STTU, não. Todos deveriam ser ouvidos. Todos. Porque o código de trânsito prevê, não é só a questão do agente fiscalizador presenciar o fato. Mas, na verdade, vocês iriam entrar era como testemunha da ocorrência”.

Nota do Sinpol/RN
O Sinpol/RN vem a público expressar seu total repúdio a recente declaração dada pelo capitão Styvenson Valentim a respeito dos policiais civis do Rio Grande do Norte. Em áudio divulgado nas redes sociais, o oficial da PM potiguar ataca policiais civis dizendo que estes “ganham muito bem para não fazer nada”.

Tal declaração é despropositada e, principalmente, desrespeitosa para com uma categoria que tanto faz pela segurança pública do Rio Grande do Norte. Ao contrário do que pensa e declara o capitão Styvenson, os policiais civis trabalham duro diariamente, mesmo sem muitas vezes disporem de condições e estrutura adequada.

Acontece que, ao contrário do próprio capitão Styvenson, os policiais civis não usam a mídia para promoção pessoal e nem para expor o trabalho que é feito diariamente. Os policiais civis trabalham de maneira silenciosa, usando de inteligência e ferramentas investigativas.

O Sinpol/RN respeita o trabalho desenvolvido pela equipe do capitão Styvenson na Lei Seca, mas ressalta que a opinião dele sobre a categoria policial civil não condiz com a realidade. Reforçamos que se o referido oficial teve qualquer problema com algum integrante da Polícia Civil que procure as esferas competentes para tentar solucionar tal problema, ao invés de usar redes sociais para atacar toda uma classe profissional.

Reiteramos nossa estima a todas as instituições que fazem a Segurança Pública do Rio Grande do Norte com a certeza de que o posicionamento e comportamento do capitão Styvenson não é uma regra dentro da Polícia Militar. Os policiais civis, assim como militares, federais ou rodoviários merecem respeito do capitão Styvenson e de todos os cidadãos.

Por fim, frisamos que em nome de todos os policiais civis iremos tomar medidas cabíveis para exigir, no mínimo, uma retratação por parte do capitão Styvenso.

Nota da Adepol/RN
A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN) vem a público manifestar total repúdio às graves declarações imputadas ao capitão PM Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Estado, que ganharam repercussão nas redes sociais da internet hoje, 28 de maio de 2016, quando o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil.

O capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública. Generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa.

Surpreendem as declarações, posto que a Polícia Judiciária, apesar dos parcos recursos disponíveis, se esforça ao máximo, ao longo dos anos, para proporcionar maior segurança à sociedade potiguar. Muitos são os profissionais que trabalham diuturnamente, com risco à própria vida, para diminuir os altos índices de criminalidade que assolam o estado potiguar. Este esforço e dedicação não podem ser jogados à lama por questões alheias aos interesses coletivos.

Existe toda uma ordem jurídica e legal a ser seguida nas ocorrências policiais, não podendo o Delegado de Polícia exercer suas atividades ao arrepio da Lei, apenas para atender pretensão individual de quem quer que seja. Vivemos em um Estado Democrático de Direito!!!

A Adepol/RN ingressará com as medidas judiciais e administrativas contra o agressor, por entender que ele, além de praticar uma transgressão disciplinar, maculou, de forma injusta, a honra dos Delegados de Polícia, categoria centenária no sistema jurídico brasileiro, exercendo atribuição essencial à justiça e exclusiva de Estado, e, não por outro motivo, é considerada a primeira garantidora dos direitos fundamentais do cidadão.

O aparelho da segurança pública é formado por instituições que devem agir entre si com ética, respeito e profissionalismo, buscando sempre o aprimoramento do trabalho e melhor resposta ao anseio popular e ao cumprimento da Justiça.

Por fim, a Adepol/RN acredita que a manifestação do referido capitão não é compartilhada pela Polícia Militar, instituição que, cotidianamente, anda ao lado dos Delegados de Polícia no combate à criminalidade e na manutenção da ordem pública e defesa do cidadão.

MAIS COMPROVAÇÕES DE QUE HÁ DOCUMENTOS FALSOS QUE PROMOVEU A ELEIÇÃO NA IEADERN EM 2012

Documentações comprovam que Ata da Assembleia Geral Ordinária, que dizem que ocorreu no dia 23 de dezembro de 2011, é falsa.

O segundo secretário, o pastor Adelmo Ribeiro fez declaração, que já se encontra nos autos, de que não fez a referida Ata, acima citada, e que tampouco assinou. Além de a assinatura  do então presidente Raimundo João de Santana (in memoria) não ser compatível com a do mesmo.

Desta forma ficando devidamente comprovado a falsificação de documento que findou promovendo de forma ilegitima a eleição do atual presidente, o pastor Martim Alves da Silva.

Isso não tem nada haver com questões pessoais em desfavor do atual presidente, já que no período, em 2012, ele era apenas um candidato. Se o eleito tivesse sido o pastor Ivan Gonçalves, com certeza nossa luta em favor da verdade seria a mesma, caso tal documento tivesse sido confeccionado. Já que a Escritura Sagrada diz: “Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te bem depressa; Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade. (1 Timóteo 3:14,15)

Em sua defesa a Diretoria da igreja disse que o pastor Adelmo Ribeiro, havia se esquecido de assinar a Ata em questão, o que não é verdade.

Até quando vocês cultuarão a Deus com uma mentira entre os senhores? Vocês tem certeza de que, se Jesus vier agora, como pregam, vocês serão de fato arrebatados para estarem com o Senhor? O que os senhores irão dizer a seus filhos e netos sobre a honestidade? Como ser Cristão tomando lucro com a mentira.

Não acreditar em mim; faz bem!

Mas vejam abaixo documentação que está nos autos que comprovam que estamos em defesa da verdade, e da igreja que está na IEADERN.

Esta luta é de Deus, e desde o início desta, Deus tem  me orientado como proceder em favor da verdade.

Laurivan de Sousa

Diácono da IEADERN

Parte da Ata (falsa) da AGO do dia 23/12/2012 que diz que os pastor Adelmo Ribeiro assinou sem ter feito.
Parte da Ata (falsa) da AGO do dia 23/12/2012 que diz que os pastor Adelmo Ribeiro assinou sem ter feito.
A diferença da assinatura do pastor Raimundo João de santana é nítida. Essa é a verdadeira de uma Ata anterior.
A diferença das assinaturas do pastor Raimundo João de Santana nos dois documentos acima é notória. Doc. de 2010 com assinatura verdadeira.
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Declaração voluntária do pastor Adelmo Ribeiro confirmando a verdade defendida por este diácono.

Lei Seca prende 11 na Zona Norte de Natal; três taxistas são autuados

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Onze pessoas foram presas na madrugada desta sexta-feira (27) durante uma blitz da Operação Lei Seca realizada na Zona Norte de Natal. Destas, dois taxistas foram detidos por embriaguez ao volante e um foi autuado administrativamente. De acordo com o capitão Styvenson Valentim, o motorista de uma carreta de combustíveis também foi preso.

A blitz foi realizada na Av. João Medeiros Filho, uma das mais movimentadas da região. Ao todo, foram 48 carteiras de habilitação retidas e 19 veículos apreendidos. “Um dos taxistas se recusou a soprar o bafômetro, mas ele vai pagar multa de R$ 1.915,40 e terá a carteira suspensa”, afirmou o capitão.

Sete presos
Na madrugada desta quinta-feira (26), sete pessoas foram presas pela Lei Seca. Destas, seis foram detidas por embriaguez ao volante e uma por conduzir uma motocicleta sob influência de maconha.

A operação teve dois pontos de fiscalização: um na Av. Hermes da Fonseca, no bairro de Petrópolis, na Zona Leste da cidade, e outro após a rotatória da Rota do Sol, trecho que dá acesso à Cidade Verde, na Zona Sul.

Ao todo, 74 carteiras de habilitação foram retidas e 12 veículos apreendidos.

Renan chama Janot de “mau caráter” em gravação

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Exame ´Novos diálogos da bombástica delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado trazem à tona a preocupação e os ânimos exaltados dos políticos diante dos avanços da Lava Jato, maior operação de combate à corrupção já feita no Brasil. Em uma das conversas com o presidente do Senado,Renan Calheiros (PMDB), os dois revelam suas impressões sobre o procurador-geral da República Rodrigo Janot, responsável por conduzir as investigações contra os políticos com foro privilegiado.

Machado – Agora esse Janot, Renan, é o maior mau-caráter da face da terra.

Renan – Mau caráter! Mau-caráter! E faz tudo que essa força-tarefa (Lava Jato) quer.

Machado – É, ele não manda. E ele é mau caráter. E ele quer sair como herói. E tem que se encontrar uma fórmula de dar um chega pra lá nessa negociação ampla pra poder segurar esse pessoal (Lava Jato). Eles estão se achando o dono do mundo.

Renan – Dono do mundo.

O trecho foi revelado nesta quinta-feira, 26, pelo Jornal Hoje, da TV Globo. Renan é alvo de ao menos 12 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) devido às investigações da Lava Jato e Machado também é alvo de investigações na Corte.

Temendo que seu caso fosse enviado para a primeira instância, ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, o ex-presidente da Transpetro acabou aceitando fazer um acordo de delação premiada e entregar os áudios e contar o que sabe à Procuradoria-Geral da República.

Uma de suas conversas gravadas com políticos já levou à queda de Romero Jucá (PMDB) do Ministério do Planejamento. No diálogo revelado na segunda-feira, 23, o senador aparece discutindo propostas para “estancar” a Lava Jato com a saída de Dilma e a chegada de Temer à Presidência. Machado também gravou conversas com o ex-presidente José Sarney (PMDB).

Machado foi filiado ao PSDB por dez anos, período em que chegou a se eleger senador e virar líder da sigla no Senado. Posteriormente se filiou ao PMDB e, há pelo menos 20 anos, mantém proximidade com a cúpula do partido que chegou à Presidência da República após o afastamento temporário de Dilma Rousseff com a abertura do processo de impeachment no Senado.

A delação do ex-presidente da Transpetro foi homologada nesta semana pelo ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Com isso, a partir de agora Janot pode decidir quais serão os próximos passos das investigações e solicitar a abertura de novos inquéritos.

Não é a primeira vez que políticos investigados na operação criticam o procurador-geral. O ex-presidente e também senador Fernando Collor (PTB-AL) já lançou vários xingamentos a Janot, desde “fascista da pior extração” e até de “filho da puta”, na tribuna do Senado.

“Trata-se de um fascista da pior extração, e cuja linhagem pode ser perfeitamente traduzida nas palavras de Plutarco: ‘Nada revela mais o caráter de um homem do que seu modo de se comportar, do que quando detém um poder e uma autoridade sobre os outros. Essas duas prerrogativas despertam toda a paixão e revelam todo o vício'”, afirmou o parlamentar no ano passado, dois dias antes de Janot ser sabatinado no Senado para ser reconduzido ao cargo.

Collor foi denunciado pelo procurador ao Supremo, teve sua mansão revistada pela Polícia Federal e até seus veículos de luxo chegaram a ser apreendidos a pedido de Janot, que acusa o parlamentar de acumular o patrimônio com dinheiro de propina.

Natal recebe Museu Itinerante com histórias e peças sobre as Olimpíadas

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Faltam poucos dias para Natal viver a presença olímpica com o Revezamento da Tocha, que chega a capital potiguar no dia 4 de junho e vai percorrer as principais ruas e avenidas da cidade. A partida acontecerá no Forte dos Reis Magos e o encerramento será na Arena das Dunas. Mas, o público vai poder conhecer um pouco mais sobre a historia dos Jogos Olímpicos neste fim de semana, com a passagem do Museu Itinerante das Olimpíadas. A exposição vai acontecer neste domingo e segunda-feira na Praça Augusto Severo, na Ribeira, das 11h às 20h.

A exposição é gratuita e tem viajado o Brasil desde o dia 30 de abril em duas carretas, que contam com mais de 100 peças dos acervos do Comitê Olímpico Internacional (COI), Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê dos Jogos Rio 2016. O museu é dividido nas seções História, Esportes, História Brasileira, Curiosidades e Rio 2016.

Globo Esporte

Sarney chama delação da Odebrecht de metralhadora ponto 100

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Exame – Em mais um áudio obtido pelo jornal Folha de São Paulo, o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) afirmou ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que a delação premiada em negociação pela empreiteira Odebrecht seria “é uma metralhadora de [calibre] ponto 100”.

Nesta versão, o ex-presidente também relacionou a empresa a uma ação irregular que a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) teria feito durante uma de suas campanhas eleitorais.

“Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela [Dilma] está envolvida diretamente é que falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]”, diz o jornal.

Além de Sarney, Renan Calheiros (PMDB-AL) também menciona o fato de que uma eventual delação da empreiteira atingiria a presidente Dilma.

Sarney afirma, ainda segundo o jornal, que “tudo isso” era de responsabilidade do governo. “Esse negócio da Petrobras, só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?”, indagou o ex-presidente.

No assunto, Sérgio Machado disse que Lula “acabou”. “O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão”, concordou Sarney.

Machado usou as conversas realizadas em março deste ano justamente com esses interlocutores para fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. O contrato foi homologado pelo ministro do STF Teori Zavascki nesta terça-feira (24).

Como resposta ao jornal, em nota, o ex-presidente Sarney diz que não tem como responder às perguntas pontuais feitas pela Folha por não conhecer o inteiro teor dos áudios.

Gustavo Fernandes participa de solenidade de entrega do Prêmio Dr. Pinotti

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O deputado estadual Gustavo Fernandes (PMDB) participou, na manhã desta terça-feira (24), em Brasília, da solenidade de entrega do prêmio Dr. Pinotti para a Maternidade Escola Januário Cicco (Mejc), que é referência no Rio Grande do Norte.

Representando a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o parlamentar acompanhou a premiação ao lado do médico e diretor da instituição, Kleber Moraes. Ao todo, cinco instituições foram eleitas pelo Conselho Deliberativo da Câmara dos Deputados

“Esse prêmio é o reconhecimento de uma entidade responsável por atender milhares de mulheres potiguares. O trabalho da Maternidade Januário Cicco é referência em assistência às mulheres para o Brasil inteiro”,  destacou.

Concedido desde 2010, o prêmio leva o nome do médico ginecologista paulista José Aristodemo Pinotti (1934-2009), que se notabilizou por promover políticas voltadas para as mulheres nos diversos cargos públicos em que ocupou, como deputado federal e secretário de Saúde do Estado de São Paulo.

A premiação homenageia instituições que se destacam no atendimento às brasileiras. O evento faz parte da comemoração, no Congresso Nacional, pelo Dia Mundial de Combate à Mortalidade, celebrado em 28 de maio.

Operação combate facções dentro da Cadeia Pública de Caraúbas, RN

Buscas dentro das celas foram iniciadas ainda na tarde desta terça-feira (24) (Foto: G1/RN)
Buscas dentro das celas foram iniciadas ainda na tarde desta terça-feira (24) (Foto: G1/RN)

G1 – Agentes penitenciários do Grupo de Operações Especiais (GOE), policiais militares e policiais civis realizam, desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira (25), uma operação de busca e apreensão dentro da Cadeia Pública de Caraúbas, na região Oeste potiguar. O objetivo é combater facções e evitar o planejamento de crimes a partir da unidade.

Secretário de Justiça do RN, Wallber Virgolino revelou que as revistas no presídio começaram ainda na tarde desta terça (24). Na ocasião, cinco telefones foram encontrados. “Todos serão repassados à Polícia Civil, que analisará os telefones no sentido de subsidiar as investigações”, disse ao G1.

Segundo a diretora da unidade, Ivna Benevides, ainda não foi decidido se as visitas íntimas previstas para esta quarta-feira serão suspensas ou realizadas em outro dia.

Sequestrador de Ana Hickmann foi ‘assassinado com crueldade e frieza’, diz irmã

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Em meio à dor de ver o irmão envolvido e morto em um caso policial que ganhou destaque em toda a imprensa nos últimos dias, Elaine de Pádua saiu em defesa de Rodrigo Augusto, o fã obcecado que fez a apresentadora Ana Hickmann de refém em um hotel de Belo Horizonte, no sábado passado. A ex-modelo estava na cidade para lançar uma linha de roupas. Para Elaine, Rodrigo agiu por “amor” e não por “maldade” e foi “assassinado com crueldade e frieza”.

“Ele já estava imobilizado quando levou os tiros, os três pelas costas”, escreveu em mensagem no Facebook. Rodrigo Augusto de Pádua foi morto pelo cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Corrêa, que também foi feito refém pelo fã e entrou em luta corporal quando ele teria avançado sobre a apresentadora, desarmando-o e então atingindo-o duas vezes na cabeça, além de uma terceira vez no braço. Segundo contou em entrevistas e à polícia, ele teria agido em legítima defesa: nesse meio tempo, a mulher de Gustavo, Giovanna, foi alvejada duas vezes por Rodrigo, no braço e no abdômen.

“Sinto muito pela apresentadora e sua família, sei que não foi fácil todo esse pesadelo, mas, por ela ser uma pessoa pública, estão nos crucificado e isso é injusto. Não estou aqui para defender ou isentar meu irmão da sua responsabilidade, ele não está mais entre nós para se defender. Estava transtornado sim, mas foi assassinado com crueldade e frieza”, escreveu Elaine. “Eu acredito no Deus de justiça e amor e sei que a verdade vai aparecer, caso isso não aconteça eu acredito na lei divina, porque essa não falha jamais.”

Para ela, o irmão só queria “conversar” com Ana Hickmann, e não fazer mal à apresentadora. “Muitas contradições nos depoimentos e, como minha mãe mesma disse, ele só queria conversar e vê-la… queria atenção de alguma forma. Não vamos esquecer que ele foi impulsionado pelo amor que tinha por ela, em seu mundo ele sofria muito com tudo isso… só quem convivia com ele sabe o que estou dizendo”, escreveu. “O amor levou o meu irmão a tudo isso, não à maldade e crueldade como estão falando.”

Elaine continua descrevendo o irmão morto como um filho dedicado à mãe e contando seus planos para o futuro. “Respeitem a minha família e a memória do meu irmão, ele não está mais aqui… e não tentem achar um culpado crucificando minha família…. minha mãe sangra, ele era a menina dos olhos dela e ele como sempre dizia: ‘Minha mãezinha linda e gordinha. Te amo e não vivo sem a senhora, cuida da sua saúde’, e abraçava o tempo todo, quando podia…”, publicou. “Seu grande sonho era ser médico, dermatologista… Enfim… uma vida interrompida pela brutalidade. Orem por mim e pela minha família, a dor é imensa.”

Outro irmão de Rodrigo Augusto, Helisson, frisou em seu perfil no Facebook que o sequestrador era um “ser humano bom e amável”. “Todos que nos conhecem sabem que Rodrigo Augusto de Pádua era alegre, amoroso, gentil, cuidava dos meus pais com muito amor”, escreveu.

Governo Temer enfrenta teste com Lava Jato

Jucá não teve como se explicar à imprensa sobre sua fala gravada
Jucá não teve como se explicar à imprensa sobre sua fala gravada.

Exame – O otimismo do mercado com o governo interino de Michel Temer sofreu um abalo com a revelação, feita pela Folha de S. Paulo, de conversa gravada entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá, e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, na qual eles discutem sobre um pacto para barrar as investigações da Lava Jato.

Por enquanto, a reação do mercado ainda é relativamente comedida, com o dólar subindo em torno de 1,5%.

Analistas ainda têm dúvidas sobre os desdobramentos das denúncias, que envolvem um ministro que teria o papel de negociar no Congresso reformas vitais para a recuperação da confiança dos investidores, como a da Previdência.

O consenso é que os solavancos no mercado vão aumentar se as denúncias persistirem.

A gravação com Jucá mostra que a Lava Jato, um dos fatores que precipitaram a queda de Dilma Rousseff, é também um risco para Temer, diz Ricardo Ribeiro, analista da consultoria MCM.

Para ele, é uma evidência dos riscos de instabilidade no novo governo, que o mercado considerava mais apto a encaminhar as reformas no Congresso do que o governo Dilma.

As pressões para que Jucá deixe o governo devem aumentar, diz o consultor da MCM. Em entrevista nesta segunda-feira, o ministro disse que não vê qualquer razão para pedir demissão.

A coluna de Lauro Jardim, do site do jornal O Globo, afirma que Temer decidirá até amanhã sobre o futuro de Jucá e a tendência é o ministro deixar o governo.

A tensão no gabinete de Temer surge em um momento de pausa no rali que precedeu o impeachment de Dilma e a posse de Temer. Um dos motivos desta pausa é a aposta em alta dos juros nos EUA, que aumentou após a ata da última reunião do BC americano e deixou o mercado de sobreaviso para a fala de dirigentes do Fed nesta semana.

Ou seja, a notícia sobre as gravações de Jucá encontrou um mercado naturalmente mais sensível a notícias negativas.

Para Leonardo Monoli, sócio e diretor da Jive Asset, as gravações de Jucá não devem gerar uma crise, paralisando totalmente as votações, mas o desdobramento da notícia nas vésperas da votação da meta fiscal merece atenção. “Não digo que paralisa, mas aumenta a expectativa para essa primeira importante votação”.

Ribeiro, da MCM, considera que a mudança da meta fiscal deve ser aprovada nesta semana no Congresso. Não interessaria ao Congresso inviabilizar o governo logo de partida, o que prejudicaria a própria liberação de emendas para os parlamentares. “Sem a meta, não tem dinheiro para ninguém”, diz Ribeiro.

No caso de reformas exigem 2/3 dos votos, porém, os riscos são maiores. A gravação de Jucá, mostrou que haverá um “risco efetivo” para a viabilidade do governo no caso de as denúncias continuarem, diz o consultor.

PF deflagra 30ª fase da operação Lava Jato em SP e no Rio

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Exame – A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta manhã os trabalhos da 30ª fase da Operação Lava Jato.

A Operação Vício tem a participação de cerca de 50 policiais federais e dez servidores da Receita, que cumprem 28 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e nove de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

As investigações estão relacionadas ao esquema de corrupção e lavagem de ativos decorrentes de contratos firmados com a Petrobras.

“Trata-se da apreciação de vários contratos e correspondentes repasses de valores não devidos entre empresas contratantes da Petrobras, funcionários da estatal e agentes públicos e políticos”, diz nota divulgada pela PF.

Três grupos de empresas são investigados por terem se utilizado de operadores e de contratos fictícios de prestação de serviços para repassar, principalmente, à Diretoria de Serviços e Engenharia e Diretoria de Abastecimento da estatal.

Aos investigados estão sendo atribuídos, entre outros, crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de ativos.

O nome da operação está relacionado à “sistemática, repetida e aparentemente dependente prática de corrupção por determinados funcionários da estatal e agentes políticos que aparentam não atuar de outra forma senão por meio de atos lesivos ao Estado.

O termo ainda remete à ideia de que setores do Estado precisam passar por um processo de desintoxicação do modo corrupto de contratar, presente não ação de seus representantes”, acrescenta a nota.

Em outro procedimento, estão sendo cumpridos mandados que buscam a apuração de pagamentos indevidos a um executivo da área internacional da Petrobras em contratos firmados para aquisição de navios-sondas.

Os presos e o material apreendido devem ser levados ainda hoje para a PF em Curitiba.

Mais informações serão dadas em entrevista coletiva, às 10h, no auditório da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.