Category: Política

Presidente Ezequiel Ferreira reafirma apoio da Casa ao esforço dos bispos por melhoria hídrica

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB), recebeu nesta segunda-feira (14) o arcebispo da Arquidiocese de Natal, dom Jaime Vieira Rocha, e externou o apoio do Legislativo Potiguar às lutas dos bispos em defesa da melhoria hídrica na região Nordeste. O encontro aconteceu antes da sessão solene alusiva à divulgação da Campanha da Fraternidade 2016 prevista para a manhã desta segunda, no plenário da Casa.

“A bispos do Nordeste de 29 de fevereiro a 03 março do corrente ano participaram da Caravana Socioambiental em visita às Obras de Integração das Bacias do rio São Francisco. Como presidente do Comitê de Combate à Seca da Assembleia visitei as obras da transposição do São Francisco e tenho consciência da sua relevância para o povo nordestino, como também da importância que a visita dos bispos representa para o bom andamento da obra”, disse o deputado Ezequiel Ferreira.

De autoria do deputado Ezequiel Ferreira, foi aprovada por unanimidade pelo plenário da Casa uma moção de congratulação para os bispos participantes da caravana.

Durante o encontro com o bispo dom Jaime, o presidente da Assembleia esteve acompanhado do deputado Hermano Morais (PMDB), presidente da Frente Parlamentar de Incentivo ao Produtor Rural, e do deputado José Dias (PSDB). Ezequiel Ferreira chamou atenção de que esta semana é decisiva para a revisão da Medida Provisória 707, que trata da renegociação do endividamento rural, em Brasília. Tema que também é monitorado pela Frente Parlamentar da Água, presidida pelo deputado Galeno Torquato (PSD). “A MP 707 do modo que foi publicada em 31 de dezembro de 2015, atende somente 5% dos produtores rurais do Rio Grande do Norte. Por isso a necessidade de modificar a medida provisória”, justificou.

Assessoria

Exposição em homenagem às mulheres continua em cartaz no Salão Nobre da AL

Crédito da foto: João Gilberto
Crédito da foto: João Gilberto

Prossegue até o dia 23, no Salão Nobre Deputado Iberê Ferreira de Souza, na Assembleia Legislativa, a exposição coletiva em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março, data em que a exposição foi aberta.

São obras de 12 mulheres, entre telas e esculturas, que estão, inclusive, disponíveis para serem comercializadas.

Segundo a curadora da exposição, Maria do Socorro Sarmento, o Salão Nobre está aberto à visitação de segunda a sexta-feira, das 8 horas às 15 horas, e qualquer informação, inclusive sobre venda das peças, pode ser passada por ela para os interessados.

Entre as artistas selecionadas para expor na Semana da Mulher da Assembleia Legislativa, Ana Antunes é a única que assina as esculturas expostas.

Viúva do ex-deputado Carlos Alberto de Sousa, a empresária Miriam de Sousa é uma das artistas plásticas em destaque.

A “Existência” é uma das obras em exposição, que retrata a criação do Universo.

Miriam de Sousa disse que despertou para a arte quando o marido, então senador, estava internado num hospital em São Paulo, onde um projeto, “Arte nos Hospitais”, lhe chamou atenção. Foi na oficina desse projeto que ela tentou criar um cartão para a primeira neta que tinha acabado de nascer. Daí surgiu o interesse e o desejo de exprimir em telas, a definição da vida a partir do seu imaginário. De lá para cá já foram muitas obras e muitas exposições, com o dinheiro arrecadado com a venda para o Instituto Ponte da Vida.

 

Assessoria

Albert Dickson assume presidência da CCJ e garante independência nos debates

Crédito da foto: João Gilberto
Crédito da foto: João Gilberto

Escolhido para presidir a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, o deputado Albert Dickson (PROS) estreia sua nova missão na terça-feira (15), quando na primeira reunião da nova composição, receberá, para análise, o projeto do Ministério Público Estadual que extingue cargos de promotores. Projeto aprovado pelo Colégio de Procuradores do MP, e que após tramitar na CCJ será encaminhado ao plenário para votação.

Albert Dickson foi membro da Comissão no ano passado, e diz que os 300 projetos que tramitaram lhe deu experiência suficiente para atuar como presidente.

A Comissão tem ainda o deputado Carlos Augusto Maia (PTdoB) como vice e os deputados Márcia Maia, Gustavo Fernandes (PMDB), José Adécio (DEM), Kelps Lima (SD) e Galeno Torquato (PSD) como membros.

Ele lembra que entre os mais polêmicos que ele relatou, estava o projeto do Executivo que aumentou o IPVA – Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores – e o projeto que extinguiu cargos do Tribunal de Justiça.

Para este ano, prevê muito debate em torno do projeto do Executivo sobre a reposição pelo governo do Estado, das retiradas do Fundo Previdenciário.

Tema que vai requerer muita discussão, mas que, segundo Albert, será tratado com muita independência.

Ouvir a sociedade e a classe política continuará dando o tom da Comissão, que no ano passado trouxe para as sessões polêmicas, representantes de entidades de classe. Ele lembra de um projeto que aumentava custas cartoriais, onde debates com cartórios e Ministério Público antecederam a tramitação e o projeto foi retirado.

Para a missão que começa na terça-feira, com a visita de estudantes do curso de Direito à Comissão, Albert Dickson conta com o apoio da Procuradoria da Assembleia Legislativa.

Albert Dickson de Lima tem 43 anos, é casado, pai de dois filhos, e antes de se eleger deputado, foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Natal.0

Assessoria

Até que ponto protestos de domingo pioram destino de Dilma?

Bonecos Pixuleco em varal na Avenida Paulista, em SP, em 13/03/2016
Bonecos Pixuleco em varal na Avenida Paulista, em SP, em 13/03/2016

Talita Abrantes, de EXAME.com

Uma série de decisões das mais elevadas cúpulas políticas de Brasília (DF) dependiam do resultado dos protestos convocados para este domingo, 13 de março – muitas delas a serem definidas pelo próprio Palácio do Planalto.

A resposta das ruas de centenas de cidades em todos os estados brasileiros não foi nada favorável para a presidente Dilma Rousseff, que se vê envolta no mais dramático momento de seu segundo mandato e inicia a semana ainda mais enfraquecida.

A estimativa da Polícia Militar é de que 3 milhões de pessoas participaram dos atos pelo Brasil. Só em São Paulo, foram 1,4 milhão de manifestantes – um número superior aos protestos de março de 2015, considerados os maiores até ontem.

“Diferentemente das manifestações de março [de 2015], as de domingo foram focadas no impeachment do governo Dilma, contra Lula e a favor da Lava Jato”, afirma Paulo Baia, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em termos práticos, os protestos endossam a série de desaprovação recorde ao governo Dilma dos últimos meses.

“O governo desfruta de uma maioria teórica, obtida através das urnas em 2014 e de acordos políticos. Mas essa maioria se vê fragilizada diante dos fatos emanados da Lava Jato e também das más notícias na economia”, enumera o cientista político Antonio Lavareda, autor do livro “Emoções Ocultas e Estratégias Eleitorais” (Editora Objetiva) e presidente do conselho do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

Para os analistas, a materialização desse sentimento pelas ruas pode acelerar o processo de impeachment, que deve ser retomado na próxima quinta-feira na Câmara dos Deputados.

“Manifestações como as de domingo afetam as opiniões e o posicionamento de muitos dos membros da base aliada. Isso colocará em maior risco a sobrevivência do governo Dilma”, diz Lavareda.

O próprio PMDB pode liderar a debandada de apoiadores do governo Dilma Rousseff. No último sábado, os membros da legenda determinaram um prazo de 30 dias para definir se desembarcam ou não da gestão do PT. Os números dos protestos só reforçam os argumentos de quem torce pelo fim da aliança.

No entanto, embora sinalizem o enfraquecimento da capacidade de governo da presidente, a temporada de más notícias das últimas semanas não pode ser encarada como um prenúncio certo do fim de seu mandato, segundo análise de Roberto Romano, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“Entre essa imensa massa reunida e o encaminhamento para que Dilma seja afastada, há muita engenharia política a ser vencida”, afirma. “O governo está acuado, não tem liderança, nem consultores ou intelectuais capazes de mudar a situação. Como está hoje parece fadado ao desaparecimento. Mas nada é irreversível, você tem que contar com a capacidade de reação dos grupos e indivíduos”, afirma.

Não se sabe, contudo, se a reação chegará a tempo e será eficaz para salvar o segundo mandato de Dilma Rousseff. Dada a rapidez dos acontecimentos e as propostas desesperadas do governo (como escalar Luiz Inácio Lula da Silva para a equipe ministerial), a impressão é de que o clamor dos manifestantes de domingo até pode ser atendido. A questão é o que virá depois.

Marcado para 15h30, ato na Paulista já reúne manifestantes

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São Paulo – Apesar de estar agendado para as 15h30, o ato contra a presidente Dilma Rousseff na Avenida Paulista registra grande concentração de manifestantes, muitos vestidos de verde e amarelo, desde o início da tarde deste domingo (13). A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) distribui balões em apoio ao ato e contra o aumento de impostos.

A assessoria de Comunicação Social da PM informou, questionada pelo Broadcast, que, a piori, não divulgará informações sobre o número de participantes na manifestação na capital paulista.

O quarteirão onde fica o Museu de Arte de São Paulo (Masp) estava todo tomado. O público chegava principalmente pelas estações de metrô.

No começo desta tarde, na Marginal Tietê, caminhoneiros se deslocavam no sentido Castelo Branco, fazendo buzinaço contra o governo de Dilma, repetindo ato feito em manifestações anteriores. Não há informações, conforme a Polícia Militar local, sobre o trajeto e o número de participantes do ato.

Exame

Dilma afirma que não renuncia ao mandato

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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (11) durante entrevista coletiva convocada pela assessoria do Palácio do Planalto que não renunciará ao mandato.

Na última quarta-feira (9), o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, principal partido de oposição, sugeriu a renúncia da presidente como saída para as crises política e econômica.

“Eu acredito que não é absolutamente correto por parte de nenhum líder da oposição pedir a renúncia de um cargo de presidente legitimamente eleito pelo povo, sem dar elementos comprovatórios de que eu tenha, de alguma forma, ferido qualquer inciso da Constituição ou qualquer previsão que haja na Constituição para meu impeachment”, declarou.

Segundo a presidente, “a renúncia é um ato voluntário. Aqueles que querem a renúncia estão reconhecendo que não há uma base real para pedir a minha saída desse cargo. Portanto, por interesses políticos de quem quer que seja, por definições de quem quer que seja, eu não sairei desse cargo sem que haja motivo para tal”.

Na última quarta, em pronunciamento na tribuna do Senado, Aécio Neves, derrotado por Dilma no segundo turno da eleição presidencial de 2014, propôs que, “num gesto magnânimo, num gesto generoso para com o país, a presidente da República, compreendendo que perdeu as condições mínimas de governar, permita que, com a sua renúncia, o Brasil inicie uma nova etapa na sua história”.

Impeachment
A presidente afirmou que não há base para a tentativa de removê-la da Presidência por meio de umprocesso de impeachment, que tramita na Câmara dos Deputados.

“Solicitar a minha renúncia é reconhecer que não existe base para impeachment. Ou então tentem o impeachment, e nós vamos disputar isso, nós vamos discutir com a sociedade, com o país inteiro por que querem tirar um presidente legitimamente eleito. Não há base para qualquer ato contra a minha pessoa”, declarou.

Resignação
Indagada sobre se estaria “resignada” diante de um eventual afastamento da Presidência, Dilma afirmou que não é do seu perfil estar resignada frente a dificuldades.

“Eu não estou resignada diante de nada. Não tenho esta postura diante da vida”, disse. “Tem dó, esta história de resignação não é comigo, não”, complementou.

Do G1

Quinta edição do Parlamento Jovem se destaca pela bancada feminina

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A posse do novo Parlamento Jovem, na Assembleia Legislativa, que está na sua quinta edição, trouxe à tona, pelo menos nas escolas potiguares, o interesse das mulheres pela política.

Da bancada de 24 deputados, 9 são mulheres, superando a 61­a legislatura, que dos 24 parlamentares, somente constam duas mulheres.

Cíntia Aparecida, Débora Amanda, Érica Taís, Luana Ribeiro, Maria Auxiliadora, Fátima de Melo, Michelle Marilane, Raíssa Alves e Wanessa de Paula representam suas escolas, pelas quais foram eleitas, para, durante um ano, reivindicarem melhorias.

Wanessa tem 18 anos e foi eleita como aluna da Escola Estadual Zila Mamede, no Pajuçara, em Natal. De seu mandato iniciado na véspera do Dia da Mulher, a estudante, aprovada no ENEM para o curso de Pedagogia, espera absorver conhecimentos do legislativo. “A sociedade julga muito, mas a maioria é leiga”, afirma a nova deputada.

Fátima de Melo deixou o município de Georgino Avelino para tomar posse como deputada e levou com ela, para a Assembleia Legislativa, uma torcida.
Aluna da Escola Estadual José Alves Accioly, Fátima passou por um processo seletivo que incluía 10 estudantes, indo para a final com outra mulher. A disputa foi acirrada e entre as duas, a deputada eleita obteve 25 votos contra 22 da adversária.

Fátima de Melo espera ter condição de obter melhorias para sua escola. “No esporte, porque os jovens precisam ocupar mais seu tempo”, justifica a deputada jovem, que enxerga o Brasil como “muito burocrático e muito confuso”.

Aos 16 anos, e cursando o segundo ano do ensino médio, ela é a única mulher entre os 3 irmãos da casa, e quando concluir os estudos pretende ser enfermeira.

Melhoria para sua escola também é a missão da deputada Michelle Marilane, que representa a Escola Estadual Stoessel de Brito, no município de Maxaranguape, de onde saiu para tomar posse na Assembleia Legislativa na companhia da prefeita Neidinha (PMDB).

Aos 17 anos e sonhando com a profissão de engenheira civil, Michelle quer melhorar o quadro de professores da escola e até a direção.

Prestes a ganhar o terceiro irmão, único homem, Michelle define a política no Brasil hoje como em “decadência total”, e afirma que, mesmo assumindo o mandato precoce de deputada, ela disse não sentir vontade de seguir a carreira.

A música corre nas veias da deputada Érica Taís, aluna do segundo ano da Escola Estadual Walter Duarte Pereira, no bairro Potengi, em Natal.

Estilosa, com os cabelos vermelhos, a deputada jovem de 17 anos vai conciliar esse ano, os estudos e o mandato de deputada, a um estágio em uma empresa de crédito consignado, sem deixar de lado a guitarra e o violão, que já lhe fizeram parte integrante de uma banda na escola. Quando concluir o ensino médio, no próximo ano, é a Música que ela irá buscar na universidade.

Érica vai aproveitar o mandato legislativo para lutar pelo fim da homofobia e do bullying nas escolas. “O índice é muito alto”, afirma a deputada, que vive em uma família de cinco irmãos.

Autora do projeto que criou o Parlamento Jovem em 2011, a deputada Márcia Maia enalteceu a grande participação feminina na quinta edição do projeto, lembrando que a participação é espontânea nas escolas. “É um bom sinal ver que a participação da mulher tem crescido nessa quinta edição, e bom seria que esse interesse também nos partidos políticos”, sugeriu Márcia.

História
O direito ao voto feminino começou pelo Rio Grande do Norte em 1927, quando o Estado se tornou o primeiro do país a permitir que as mulheres votassem nas eleições.

Naquele mesmo ano, a professora Celina Guimarães, de Mossoró, se tornou a primeira brasileira a fazer o alistamento eleitoral.

Em 1928, Alzira Soriano, aos 32 anos, foi eleita, no município potiguar de Lajes, a primeira prefeita do Brasil.

Campanha da Fraternidade 2016 será tema de Sessão Solene na Assembleia

A Campanha da Fraternidade 2016 será tema da Sessão Solene marcada para segunda-feira (14) na Assembleia Legislativa, proposta pelo deputado Hermano Morais (PMDB). Durante a solenidade, marcada para começar às 10 horas, o arcebispo metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira da Rocha, será homenageado.

A Campanha tem como tema este ano, “Casa Comum, nossa responsabilidade”, e como lema, “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”.

Hermano explica que todo ano tem o cuidado de inserir nos debates do poder legislativo, a Campanha da Fraternidade, que trata de assuntos importantes. “E este ano a Igreja propões uma discussão sobre o meio-ambiente, setor em que o Brasil está muito atrasado e o nosso Estado também”, afirmou Hermano.

O objetivo geral da Igreja com essa discussão, é assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas, e o empenho, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro da sociedade.

Os objetivos específicos são os seguintes:

Unir igrejas, diferentes expressões religiosas e pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico; estimular o conhecimento da realidade local em relação aos serviços de saneamento básico; incentivar o consumo responsável dos dons da natureza, principalmente da água; apoiar e incentivar os municípios para que elaborem e executem o seu Plano de Saneamento Básico; acompanhar a elaboração e a excussão dos Planos Municipais de Saneamento Básico; desenvolver a consciência de que políticas públicas na área de saneamento básico apenas tornar-se-ão realidade pelo trabalho e esforço em conjunto; denunciar a privatização dos serviços de saneamento básico, pois eles devem ser política pública como obrigação do Estado; desenvolver a compreensão da relação entre ecumenismo, fidelidade à proposta cristã e envolvimento com as necessidades humanas básicas.

A solenidade está sendo programada numa parceria do gabinete do deputado Hermano Morais com o Pároco coordenador da Campanha da Fraternidade no Rio Grande do Norte, Padre João Maria Nascimento.

Foram convidados para a cerimônia o Reitor do Seminário de São Pedro, Padre José Nazareno, padres de várias paróquias da capital, representantes da UFRN, escolas católicas, e membros do Projeto Rede pela Vida.

O presidente da Câmara Municipal de Natal, Franklin Capistrano (PSB), também foi convidado. Do setor de saneamento público, foram convidados representantes da Caern, Semarh, Idema e Igarn.

A expectativa é que o tema seja debatido também na Assembleia Legislativa, nas sessões e nos veículos oficiais de comunicação da Casa, como rádio, tv e site.

Assessoria

Protestos e convenção do PMDB criam final de semana decisivo para Dilma

Manifestações e uma convenção do PMDB marcadas para esse fim de semana podem complicar a situação de Dilma
Manifestações e uma convenção do PMDB marcadas para esse fim de semana podem complicar a situação de Dilma

Depois de semanas seguidas de notícias negativas para o governo, a presidente Dilma Rousseff enfrentará um fim de semana que pode ser decisivo para seu futuro.

No sábado, o PMDB realiza em Brasília sua Convenção Nacional para reeleger o vice-presidente Michel Temer como líder do partido. As alas adversárias ao Planalto tentarão pôr em votação a saída da legenda do governo. A aprovação de um rompimento poderia ser determinante para o impeachment de Dilma no Congresso.

Já para o domingo estão convocadas manifestações antigoverno em diversas cidades do país. Embora esses protestos tenham encolhido de tamanho desde março de 2015 – quando 210 mil pessoas foram às ruas apenas em São Paulo, segundo cálculo do instituto Datafolha -, seus líderes acreditam que as novas denúncias contra Dilma e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva possam reverter essa tendência.

Nas últimas duas semanas, Lula foi alvo de uma ação da Polícia Federal e teve sua prisão solicitada pelo Ministério Público de São Paulo. O ex-presidente é acusado de ter sido favorecido por empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Lava Jato com doações, contratações em palestras e reformas em imóveis supostamente seus – o que ele nega.

Na semana passada também foi revelado pela revista IstoÉ o suposto conteúdo de um depoimento do senador Delcídio Amaral (PT-MS) à PF em que ele acusa Lula e Dilma de tentarem intervir na operação Lava Jato. Ele teria dito também que ambos sabiam sobre a existência de corrupção dentro da Petrobras.

“Até uma semana atrás, se eu tivesse que fazer uma aposta, eu diria que as manifestações desse domingo não seriam do porte que foram em março de 2015. Entretanto, os acontecimentos da última semana, sobretudo a ação da Polícia Federal contra Lula, acirraram os ânimos, tanto dos que querem manter o governo quanto dos que querem a saída de Dilma”, afirma a cientista política Maria Hermínia Tavares, professora da USP.

Segundo cientista política, ‘acontecimentos da última semana, sobretudo a ação da Polícia Federal contra Lula, acirraram os ânimos’

Na sua visão, o mais importante não são as manifestações em si, mas como elas serão “lidas” pelos políticos, principalmente os da base do governo.

“Acho que se houver um confronto (entre manifestantes contra e pró governo), uma coisa muito feia, acho que isso poderia ser lido (pelos políticos) como ‘não dá mais para (o governo) ficar assim’. Mas não acredito que haverá confronto porque o PT se manifestou em sentido oposto e protestos de apoio ao governo previstos também para domingo foram adiados”.

Imprevisibilidade

O desfecho de ambos os eventos parece imprevisível. No entanto, é possível dizer que o cenário poderia ser ainda pior para o governo se a ordem dos acontecimentos fosse invertida, nota o cientista político Rafael Moreira, que estuda o PMDB em seu doutorado pela USP.

“Não sei se (os peemedebistas) deram sorte ou azar que a convenção deles vai ser antes das manifestações. Imagina se houvesse manifestações no sábado, com apoio popular monstruoso, cobertura da imprensa, e eles, no dia seguinte, tivessem uma convenção. Acho que seria uma pressão enorme para romperem”.

“Mas sendo no dia anterior (às manifestações), acho que talvez eles consigam de alguma maneira empurrar com a barriga (a decisão de deixar o governo) para ver o termômetro do dia seguinte nas ruas”, afirmou.

Para Tavares, a convenção pode ser mais determinante para o governo Dilma que os protestos.

“A convenção talvez seja até mais importante porque nesse momento o PMDB é o fiel da balança que pode dar ou não maioria para o processo de impeachment no Congresso”, analisa a professora.

“O PMDB está dividido sobre essa questão, mas a postura da maioria tem sido de apoio ao governo até muito recentemente. Entretanto, à medida que a crise se agrava alguns setores do partido já começam a dizer que talvez possam sair desse barco”, ressalta.

Sair ou ficar?

Parlamentares de oposição à Dilma afirmam que a maioria da base do partido quer deixar o governo. No entanto, acreditam que Michel Temer, presidente do partido, pode impedir que o assunto seja colocado em votação no sábado.

Michel Temer ‘está numa situação delicada,

“Quem vai decidir se vota ou não vota é o Michel. Se for à votação, vai dar 70%, 80% para sair do governo”, disse o deputado federal Osmar Terra, vice-presidente estadual do PMDB no Rio Grande do sul.

“Ele pode botar para votar ou segurar isso para decidir depois com o diretório (do partido). Pode ser uma alternativa”, acrescentou.

Em tese, a maioria da plenária reunida na convenção até poderia pressionar para derrubar uma eventual decisão do presidente, mas isso causaria um constrangimento ao líder do partido, e a ideia é que evento ressalte a unidade do PMDB em torno de Temer, explica o deputado.

“O problema é que o Michel está numa situação delicada, ele é o vice-presidente da República. Se o PMDB se afastar, desestabiliza muito o governo e pode parecer que ele está patrocinando isso. E ele não quer passar essa ideia até porque ele não está patrocinando mesmo (a saída), afirmou o deputado.

Terra é um dos principais defensores do desembarque do governo, com a entrega dos sete ministérios que hoje estão nas mãos do PMDB.

De acordo com ele, ao menos 14 dos 27 Estados querem abandonar Dilma: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Tocantins, Roraima, Rondônia e Acre.

Ceará e Goiás estariam indefinidos. Já os demais onze querem permanecer no governo – Rio de Janeiro, Minas Gerais, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Amazonas, Pará, Amapá e Mato Grosso.

A distribuição dos votos na Convenção é proporcional ao tamanho dos partidos em cada Estado.

Segundo Terra, o que explica o apoio, em geral, são os cargos no governo. Minas Gerais, por exemplo, negocia indicar o novo secretario de Aviação Civil (SAC). A expectativa é que o deputado mineiro Mauro Lopes seja indicado após a convenção, na próxima semana.

“Os (diretórios estaduais) que estão esperando ministério ou que tem ministro é mais complicado (de aprovar a saída do governo). O que não significa que a base não pense diferente. Acho que a base de Minas Gerais deve ter muito mais gente querendo sair do que se manter no governo”, afirma.

Senado

Dentro do Congresso, é a bancada do PMDB no Senado que tem sido mais fiel à Dilma. O presidente da casa, Renan Calheiros, inclusive protagonizou no ano passado embates públicos com Temer, quando o vice parecia se articular em favor do impeachment.

No entanto, ambos se reconciliaram, Renan decidiu apoiar sua reeleição para presidente do partido e se tornou mais discreto no apoio ao governo.

Aécio Neves esteve em encontro entre senadores peemedebistas e tucanos na quarta-feira

Na noite de quarta-feira, senadores peemedebistas (Eunício Oliveira, Romero Jucá e Calheiros) e tucanos (Aloysio Nunes, Aécio Neves e Cássio Cunha Lima) se reuniram para discutir a crise política. Na saída, parlamentares dos dois partidos deram declarações de que “PMDB e PSDB vão caminhar juntos em busca de solução para o país”.

O encontro parecia indicar um afastamento dos senadores peemedebistas do governo, mas no dia seguinte Calheiros tratou de diminuir a temperatura dos boatos.

“O PMDB deve fazer sua convenção com muita responsabilidade porque qualquer sinalização que houver com relação ao posicionamento do PMDB pode diminuir ou aumentar a crise”, disse a jornalistas.

Na própria manhã da quarta-feira, o presidente do Senado havia se reunido também com Lula, a quem presenteou com uma edição da Constituição Federal, gesto que foi visto como uma crítica à ação da Lava Jato contra ele.

“É mais uma vez o PMDB jogando em todas as frentes, para tentar entender o cenário”, avalia o cientista político Rafael Moreira.

Galeno anuncia investimento de R$ 3,6 mi em tapa buraco no Alto e Médio Oeste

Crédito da foto: João Gilberto
Crédito da foto: João Gilberto

Após solicitação do deputado Galeno Torquato (PSD), o Governo do Estado anunciou que vai realizar uma operação tapa buraco nos municípios das regiões do Alto e Médio Oeste Potiguar. A iniciativa é fruto de requerimento apresentado em junho pelo parlamentar ao Departamento Estadual de Estradas e Rodagem (DER/RN), oportunidade em que se reuniu com diretor do órgão, General Ernesto Fraxe.
De acordo com o deputado Galeno Torquato, as obras já estão autorizadas e devem ter início nos próximos 20 dias. “Ao todo, cerca de R$ 3,6 milhões serão investidos na recuperação da malha viária da região, oferecendo maior segurança às pessoas e favorecendo o tráfego de veículos e o escoamento da produção na região”, disse o parlamentar.
A operação vai contemplar as RN´s que cortam os municípios de Patu, Alexandria, Umarizal, Pilões, Água Nova, Serrinha dos Pintos, Pilões, Rodolfo Fernandes, Luiz Gomes, Venha Ver, Severiano Melo, Tabuleiro Grande, Lucrécia, Riacho de Santana, Almino Afonso, Riacho da Cruz, Antônio Martins, Olha D´Água dos Borges, Doutor Severiano, Marcelino Vieira, Tenente Ananias, Martins, Paraná, Viçosa Portalegre, Caiçara e Pau dos Ferros.

Assessoria

Senadora Fátima divide “destaque” com ex-presidente Lula na Folha

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O jornal Folha de São Paulo, edição de hoje (10), destaca o encontro do ex-presidente Lula ladeado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, e a senadora potiguar Fátima Bezerra. Na manchete, a trouxe a denúncia feita pelo Ministério Público de São Paulo sobre o tríplex do Guarujá, para abertura de processo por “ocultação de bens”.

Vivaldo reforça ações do Governo do Estado em Segurança Pública

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O deputado Vivaldo Costa (PROS) reforçou nesta quinta-feira (10), em pronunciamento na sessão plenária da Assembleia Legislativa, a atuação do Governo do Estado na área da Segurança Pública. O parlamentar comemorou o anúncio feito pelo Comandante-Geral da Polícia Militar do RN, coronel Dancleiton Pereira Leite, sobre a abertura de concurso público para a corporação, previsto para junho.

“Quero registrar a luta que o governador Robinson Faria (PSD) vem fazendo para melhorar a Segurança em nosso Estado. É um gestor que vem procurando enfrentar as dificuldades”, disse Vivaldo.

O deputado também destacou a importância do projeto “Ronda Cidadã” para a segurança na capital. “Essa experiência de Mãe Luiza é exitosa. A população reconhece que é válido esse programa”, afirmou Vivaldo, sugerindo que o Ronda Cidadã seja expandido para outros bairros da cidade e municípios do Estado. “Reforço o meu pleito para que, com o aumento do quadro da PM, Caicó tenha direito ao Ronda Cidadã”.

Durante o pronunciamento, Vivaldo também comentou sobre o resultado do encontro que teve na última quarta-feira (9) com a ex-governadora Vilma de Faria, ocasião em que debateram sobre a necessidade de investimentos para a Ilha de Santana, em Caicó, e a ponte Newton Navarro, em Natal. “Mesmo convalescida, ela me disse que vai solicitar uma audiência com Robinson para tratar sobre essas questões”, concluiu.

Assessoria

Carlos Augusto destaca audiência pública sobre medidas de combate à zika

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As medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti transmissor da zika, dengue e chincungunya foram comentadas pelo deputado estadual Carlos Augusto Maia (PTdoB) durante sessão ordinária desta quinta-feira (10). O tema será abordado em audiência pública na próxima segunda-feira (14) a partir das 14h30min, no auditório da Casa.

“A ideia da audiência é também propor soluções de enfrentamento ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti, trabalhando a prevenção, e ainda propor políticas públicas para o tratamento das doenças associadas como a microcefalia”, disse Carlos Augusto.

Foram convidados, para o evento, autoridades competentes, como secretarias de saúde, médicos infectologistas renomados, entre outros órgãos públicos e também profissionais da área para darem seus depoimentos, apresentarem suas visões, informando a população.

Parnamirim
Ainda durante a sessão, Carlos Augusto falou sobre uma denúncia realizada no município de Parnamirim em relação a uma licitação que permite a compra de kits de combate ao mosquito Aedes aegypti, por parte da Secretaria Municipal de Educação. O kit conta com uma cartilha e uma camiseta que será usada para repelir o mosquito, no valor de R$ 80.

“O assunto gerou uma repercussão negativa. Esse valor é absurdo e nosso mandato vai realizar um estudo sobre a eficácia da camiseta e avaliar a situação”, disse Carlos Augusto.

Assessoria

Comissões permanentes concluem eleição de presidentes e vice-presidentes

Crédito da foto: João Gilberto
Crédito da foto: João Gilberto

Dias e horários das reuniões semanais também foram definidos
Os presidentes e vice-presidentes de seis Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa, para o exercício de 2016, foram divulgados nesta quinta-feira (10) após escolha pelos membros titulares de cada uma delas, bem como definidos os dias e horários para as reuniões plenárias semanais.
Para presidir a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Social foi eleito o deputado Hermano Morais (PMDB) e o vice-presidente deputado Fernando Mineiro (PT). As reuniões serão realizadas às quartas-feiras, às 10 horas, na Sala das Comissões.
A Comissão de Administração, serviços Públicos e Trabalho será presidida pelo deputado Jacó Jácome (PMN), tendo como vice-presidente a deputada Cristiane Dantas (PCdoB). As reuniões acontecem nas quartas-feiras, às 9h30min.
Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Interior é a Comissão a ser presidida pelo deputado Vivaldo Costa (PROS). O vice-presidente eleito é o deputado Jacó Jácome. As reuniões serão nas quintas-feiras, às 9h30min.
Já o deputado Kelps Lima (Solidariedade) vai presidir a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania. O vice-presidente é o deputado Jacó Jácome e as reuniões vão ser realizadas às quintas-feiras, às 10 horas.
Os membros da Comissão de Minas e Energia elegeram o deputado Gustavo Fernandes (PMDB), presidente e o deputado Souza Neto (PHS) vice-presidente. As reuniões estão definidas para às 8h30min das quartas-feiras.
A Comissão de Saúde vai ser presidida pelo deputado Álvaro Dias (PMDB), tendo como Vice-presidente o deputado Albert Dickson (PROS). As reuniões serão às quintas-feiras, às 8h30min.
As Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e Finanças e Fiscalização já tinham escolhidos os seus dirigentes na quarta-feira (9).

Assessoria