Category: Saúde

Meta do RN é vacinar quase 1 milhão contra o vírus influenza; campanha começa nesta quarta (10)

Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe influenza começa nesta quarta (10) — Foto: Valdo Leão/Secom

Começa nesta quarta-feira (10) a 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe influenza. A ação é promovida pelo Ministério da Saúde e tem o ‘Dia D’ marcado para 4 de maio. A campanha termina no dia 31 de maio. Em todo o país, a meta a imunizar 59 milhões de pessoas. Destas, 972.875 no Rio Grande do Norte.

Neste ano, nos primeiros dias de campanha (de 10 a 19 de abril), as doses serão direcionadas a crianças, gestantes e puérperas, sendo aproveitado este momento para atualizar a Caderneta de Vacinação. Após o dia 19 de abril, a campanha continuará para estes e para todo os demais grupos prioritários.

Devem ser vacinadas:

  • Crianças entre 6 meses de vida e menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
  • Gestantes
  • Puérperas (até 45 dias após o parto)
  • Indivíduos com 60 anos ou mais de idade
  • Trabalhadores da saúde
  • Professores das escolas públicas e privadas
  • Povos indígenas
  • Grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas
  • População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional

Influenza

A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

Fonte: https://g1.globo.com

Caso Bruninha: Morre Bruninha, uma semana após campanha nas redes sociais

De Thaisa Galvão

A menina nasceu com uma má formação nas artérias do coração, que dificulta a circulação do sangue. / Foto: Reprodução
A menina nasceu com uma má formação nas artérias do coração, que dificulta a circulação do sangue. Foto: Reprodução

A menina Brunna, de 7 anos, que mobilizou o Rio Grande do Norte na semana que passou, chegando a se submeter a um transplante de urgência em Recife…não resistiu.

A campanha #todosporBrunninha que começou domingo passado nas redes sociais, se encerra neste domingo com muita tristeza.

Brunninha contou com o carinho das pessoas, o apoio dos médicos, da Amico, do Hospital Rio Grande, do IMIP em Pernambuco, da classe política que mobilizou o Ministério da Saúde, a Força Aérea, o Governo do Estado, Assembleia Legislativa…

Todos que se envolveram na luta pela vida de Brunninha estão de luto.

As orações agora para a família de Brunninha, a menina do coração frágil, mas que em apenas uma semana se mostrou tão forte.

Orações para a mãe de Brunninha, que nunca perdeu a esperança e a fé, essenciais para que tudo pudesse acontecer em uma semana.

O domingo passado terminou começando, o que termina no final deste domingo.

#todosporBrunninha…

 

Como o horário das refeições afeta a sua cintura

Foto de arquivo mostra medida de cintura: aumento da gordura localizada nesta região pode ter relação com a quebra do círculo circadiano, ou seja, comer fora dos horários adequados. — Foto: Michal Jarmoluk/Pixabay

Quando jovens começam a universidade, frequentemente ganham peso. Nos Estados Unidos, existe um nome para esse fenômeno: o “calouro 7”, referindo-se aos 7 quilos tipicamente ganhos durante o primeiro ano de vida dos alunos fora de casa.

Em parte, esse ganho de peso pode ser explicado pela substituição de refeições caseiras por comida pronta e fast food, combinada à redução da atividade física.

Cada vez mais, no entanto, os cientistas estão culpando um outro fator: a ruptura do círculo circadiano, provocada por uma cultura de comer tarde, beber e por padrões inconsistentes de sono.

Por décadas, nos foi dito que o ganho de peso, juntamente com as consequentes doenças, como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas, estavam relacionadas exclusivamente à quantidade e ao tipo de alimentos que consumimos, em consonância com o número de calorias que gastamos fazendo exercícios físicos.

Mas evidências crescentes sugerem que o horário também é importante: não é apenas o que você come, mas quando você come, que importa.

A ideia de que nossa resposta biológica aos alimentos varia ao longo do dia é antiga. Médicos chineses acreditavam que a energia fluía em torno do corpo em sintonia com o movimento solar, e que as nossas refeições deveriam ser realizadas de acordo: 7h-9h da manhã era a hora do estômago, momento em que a maior refeição do dia deveria ser feita; 9h-11h da manhã centrada no pâncreas e no baço; 11h-13h a hora do coração, e assim por diante. O jantar, eles acreditavam que deveria ser algo leve, consumido entre 17h e 19h, quando a função renal predominava.

Embora a explicação seja diferente, a ciência moderna sugere que há muita verdade nessa antiga sabedoria.

Vamos às dietas. A maioria delas gira em torno da redução do número total de calorias consumidas – mas e se o horário também determinasse seus benefícios?

Quando mulheres com sobrepeso e obesas foram submetidas a uma dieta para emagrecer por três meses, aquelas que consumiram a maior parte das calorias no café da manhã perderam duas vezes e meia mais peso do que as que tomaram um café da manhã leve e comeram a maior parte das calorias no jantar. Mesmo consumindo o mesmo número total de calorias.

Muitas pessoas pensam que a razão pela qual você ganha mais peso se comer tarde da noite é porque tem menos oportunidades de queimar essas calorias, mas essa é uma visão simplista.

“As pessoas às vezes supõem que nossos corpos param durante o sono, mas isso não é verdade”, diz Jonathan Johnston, da Universidade de Surrey, no Reino Unido, que estuda como nossos relógios biológicos interagem com os alimentos.

Então, o que mais poderia estar acontecendo? Algumas evidências preliminares sugerem que uma quantidade maior de energia é usada para processar uma refeição pela manhã, em comparação com o final do dia.

Você queima, portanto, um pouco mais de calorias se comer mais cedo. No entanto, ainda não está claro o quanto isso faz diferença no seu peso total.

Outra possibilidade é que ao comer muito tarde nós ampliamos o período do dia durante o qual consumimos alimentos.

Isso dá ao nosso sistema digestivo menos tempo para se recuperar e reduz a oportunidade de nosso corpo queimar gordura – a queima de gordura só ocorre quando nossos órgãos percebem que não há mais comida chegando.

Antes da invenção da luz elétrica, os seres humanos acordavam com os primeiros raios de sol e dormiam logo após ele se pôr. Sendo assim, quase todos os alimentos eram consumidos diurnamente.

“A menos que tenhamos acesso à luz, temos dificuldade para ficar acordados e comer na hora errada”, diz Satchin Panda, biólogo circadiano do Instituto Salk, em La Jolla, Califórnia, nos Estados Unidos, e autor de The Circadian Code (O Código Circadiano, em tradução livre).

Sua pesquisa revelou que a maioria dos americanos come durante um período de 15 ou mais horas por dia, com mais de um terço das calorias diárias sendo consumidas após as 18h, o que é muito diferente de como nossos ancestrais provavelmente viviam.

Comer à noite — Foto: Divulgação
Comer à noite — Foto: Divulgação

Agora, considere esses universitários, comendo e bebendo até tarde da noite. “Um estudante universitário típico raramente dorme antes da meia-noite e também costuma comer até a meia-noite”, diz Panda.

No entanto, muitos estudantes ainda precisarão acordar cedo para as aulas no dia seguinte, o que – supondo que eles tomem o café da manhã – reduz a duração do jejum noturno ainda mais.

Isso também significa que eles estão diminuindo as horas de sono, e assim ficam mais propensos a ganhar peso. Uma noite de sono ruim dificulta a tomada de decisões e o autocontrole, levando potencialmente a más escolhas alimentares. Além disso, prejudica os níveis dos “hormônios da fome”, leptina e grelina, aumentando o apetite.

Está cada vez claro que nossos ritmos circadianos estão intimamente ligados à nossa digestão e metabolismo de muitas formas, como através dos complexos sistemas de sinalização do corpo – um novo entendimento que poderia explicar os efeitos a longo prazo do jetlag e do trabalho em turnos.

Dentro de cada célula do nosso corpo existe um relógio molecular que regula praticamente todos os processos e comportamentos fisiológicos, desde a liberação de hormônios e neurotransmissores, passando pela pressão sanguínea e pela atividade de nossas células imunológicas, até quando nos sentimos mais sonolentos, alertas ou deprimidos.

Esses relógios são mantidos em sincronia entre si e com a hora do dia por um grupo de neurônios do hipotálamo medial chamado núcleo supraquiasmático (NSQ). Sua interação como mundo exterior é feita através de um subconjunto de células sensíveis à luz na parte de trás do olho chamadas células ganglionares da retina intrinsicamente fotossensíveis (CGRif).

O objetivo de todos esses relógios “circadianos” é antecipar e preparar o corpo para eventos regulares em nosso ambiente, como quando vamos nos alimentar. Isso significa que diferentes reações bioquímicas são favorecidas em diferentes momentos do dia, permitindo que nossos órgãos internos mudem de tarefa e se recuperem.

Quando viajamos para o exterior, nosso tempo de exposição à luz muda e nossos relógios biológicos são empurrados na mesma direção – embora o relógio de cada órgão e tecido se adapte em ritmo diferente. O resultado é o jetlag, que não só nos deixa sonolentos ou acordados nos momentos errados, mas também pode desencadear problemas digestivos e mal-estar geral.

No entanto, a luz não é a única coisa que pode afetar nossos relógios biológicos. O horário em que comemos nossas refeições também modifica nossos relógios do fígado e sistema digestivo, mesmo que nosso relógio cerebral não seja afetado. Evidências recentes também sugerem que o horário das atividades físicas pode ajustar os relógios em nossas células musculares.

Quando voamos de um fuso horário para outro, ou comemos, dormimos e nos exercitamos em horários irregulares, os diferentes relógios em nossos órgãos e tecidos saem de sincronia. É improvável que isso seja um problema se você se deitar tarde uma única vez ou se tiver uma refeição tardia, mas se isso acontecer de forma regular, pode acarretar consequências para sua saúde no longo prazo.

Processos complexos, como o metabolismo de gorduras ou de carboidratos, exigem o trabalho conjunto de numerosos outros processos que ocorrem no intestino, fígado, pâncreas, músculo e tecido adiposo. Se o diálogo entre eles fica desregulado, se tornam menos eficientes, o que no longo prazo pode aumentar o risco de várias doenças.

Em um estudo recente, pesquisadores compararam os efeitos físicos de um sono de cinco horas por noite durante oito dias seguidos, com a mesma quantidade de sono, mas em momentos espaçados.

Em ambos os grupos, a sensibilidade das pessoas ao hormônio insulina diminuiu e a inflamação sistêmica aumentou, e com isso o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. No entanto, esses efeitos foram ainda maiores naqueles que estavam dormindo em horários irregulares (e cujos ritmos circadianos estavam, portanto, desalinhados): nos homens, a redução na sensibilidade à insulina e o aumento da inflamação dobraram.

Isso pode ser um problema para os passageiros aéreos frequentes, os estudantes que dormem de maneira não regular ou funcionários que trabalham em turnos.

De acordo com pesquisas na Europa e na América do Norte, cerca de 15% a 30% da população ativa está empregada em trabalhos divididos por turnos, o que muitas vezes equivale a comer ou estar ativo quando o corpo não está esperando. O trabalho por turno tem sido associado a uma série de condições, incluindo doenças cardíacas, diabetes tipo 2, obesidade e depressão. O distúrbio circadiano causado por essa irregularidade é um dos principais suspeitos.

No entanto, somos todos trabalhadores por turnos pelo menos em parte do tempo, diz Panda.

Estima-se que 87% da população mantêm um horário de sono diferente nos dias de semana, em comparação com os fins de semana, resultando em uma espécie de jetlag social. As pessoas também tendem a tomar o café da manhã pelo menos uma hora mais tarde nos fins de semana, o que pode resultar no chamado jetlag metabólico.

Não é apenas a consistência no horário das refeições, mas também a quantidade de comida que comemos em cada refeição que parece ser importante.

Gerda Pot é uma pesquisadora de nutrição da Universidade King’s College, em Londres, no Reino Unido. Ela pesquisa como a irregularidade cotidiana na ingestão de energia afeta nossa saúde a longo prazo.

Pot diz ter se inspirado em sua avó, Hammy Timmerman, que era rigorosa com a rotina. Todo dia, ela tomava café da manhã às 7h da manhã; almoçava às 12h30 e jantava às 18h00. Até mesmo o horário de seus lanches era rígido: café às 11h30; chá às 15h da tarde. Quando Pot foi visitá-la, logo descobriu que dormir até tarde era um erro: “Se eu acordasse às 10h, ela ainda insistiria que eu comesse o café da manhã, e tomasse café com biscoitos meia hora depois”, diz ela. Porém, está cada vez mais convencida de que a rotina rígida de sua avó ajudou a mantê-la em boa forma até quase seus 95 anos.

Existem algumas razões para isso. Nossa sensibilidade ao hormônio insulina, que permite que a glicose dos alimentos ingeridos entre em nossas células seja usada como combustível, é maior durante a manhã do que à noite.

Quando nos alimentamos tarde (como Hammy Timmerman nunca fez), a glicose permanece no sangue por mais tempo, o que no longo prazo pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2, quando o pâncreas não produz insulina suficiente.

Também pode danificar outros tipos de tecidos, como vasos sanguíneos ou nervos dos olhos e nos pés. Nos piores casos, pode causar cegueira ou até mesmo amputações.

Usando dados de uma pesquisa nacional do Reino Unido que rastreou a saúde de mais de 5 mil pessoas por mais de 70 anos, Pot descobriu que, apesar de consumirem menos calorias em geral, as pessoas que tinham uma rotina de refeições mais irregular tinham maior risco de desenvolver síndrome metabólica – um conjunto de condições, incluindo hipertensão arterial, níveis elevados de açúcar no sangue, excesso de gordura na cintura e níveis anormais de gordura e colesterol no sangue, que juntos aumentam o risco de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.

Então, o que devemos fazer?

Esforçar-se por uma maior consistência no tempo de sono e refeições é um bom primeiro passo e, idealmente, todos os nossos relógios internos devem estar operando no mesmo fuso horário.

Quando abrimos as cortinas e vemos a luz forte de manhã, isso reinicia o relógio principal no nosso cérebro. Portanto, ao tomar o café da manhã logo em seguida, isso reforça a mensagem da manhã para os relógios do fígado e sistema digestivo. Comer um bom café da manhã pode, portanto, ser essencial para manter nossos relógios circadianos funcionando em sincronia.

Um estudo recente envolvendo 18 indivíduos saudáveis, e 18 com diabetes tipo 2, descobriu que pular o café da manhã ocasiona ritmos circadianos alterados em ambos os grupos, bem como picos maiores nos níveis de glicose no sangue quando eles finalmente se alimentavam.

No entanto, regular nossos horários internos não deve ser feito às custas de menos horas de sono. Apesar de ser improvável que dormir tarde ocasionalmente cause algum mal, geralmente devemos nos esforçar para ir para a cama em um horário que nos permita dormir o suficiente – a quantidade recomendada é de sete a oito horas para a maioria dos adultos – todos os dias da semana. Aqui, a exposição à luz poderia ajudar.

Diminuindo as luzes à noite e aumentando a exposição à luz intensa durante o dia mostrou que a hora do relógio principal no cérebro (o SQN) mudou várias horas antes, tornando as pessoas mais bem-humoradas.

Alguns defendem jejuar por pelo menos 12 horas, e possivelmente por até 14-16 horas durante a noite. Em um estudo histórico publicado em 2012, Panda e seus colegas compararam um grupo de ratos que tinha acesso a alimentos gordurosos e açucarados a qualquer hora do dia ou da noite, com outro grupo que só consumia esses alimentos em uma janela de oito a 12 horas durante o “dia”.

Mesmo consumindo o mesmo número de calorias, os camundongos cuja janela de alimentação era restrita pareciam estar completamente imunes às doenças que começaram a afligir o outro grupo: obesidade, diabetes, doenças cardíacas e problemas no fígado.

No entanto, ao serem colocados em um cronograma de restrição de tempo, os ratos com essas doenças ficaram bem novamente.

“Quase todos os animais, incluindo nós, evoluíram neste planeta com um ritmo muito forte de 24 horas, entre luz e escuridão, e os ritmos associados em comer e jejuar”, explica Panda.

“Achamos que uma das principais funções [desses ciclos] é permitir a recuperação e o rejuvenescimento a cada noite. Você não pode consertar uma rodovia quando o tráfego ainda está em movimento.”

Testes em humanos com restrição de tempo alimentar estão apenas começando, mas alguns dos primeiros resultados parecem promissores – pelo menos em alguns grupos. Por exemplo, quando oito homens com pré-diabetes foram induzidos a comer todas as suas refeições entre 8h e 15h, sua sensibilidade à insulina melhorou e sua pressão caiu em média 10 a 11 pontos, em comparação a quando eles consumiram as mesmas refeições em um intervalo de 12 horas.

O que tudo isso significa para o resto de nós ainda não está claro, mas o ditado de que você deveria tomar café da manhã como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um mendigo nunca fez tanto sentido. E é quase certeza que vale a pena colocar um cadeado na geladeira durante a noite.

Hemonorte e ABC lançam campanha para doação de sangue com direito a ingressos para jogos em Natal

Objetivo da campanha é aumentar o estoque de bolsas de sangue do estado — Foto: Vagner de Castro

O Hemonorte e o ABC Futebol Clube lançam nesta quinta-feira (28), às 15h, a campanha ‘Sangue Alvinegro’. O objetivo é aumentar as doações de sangue. Durante o período da campanha, o clube disponibilizará ingressos de arquibancada para as 100 primeiras pessoas (vestidas com a camisa do Mais Querido) que doarem sangue no Hemonorte. A parceria vai até dezembro e vale para todos os jogos do ABC como mandante em Natal.

A assessoria de comunicação do ABC reforça que é preciso estar vestido com a camisa do time para poder ter direito ao ingresso, que será válido para a partida seguinte na qual o clube for o mandante, seja qual for a competição em disputa.

O lançamento da campanha acontece no Hemocentro, e contará com a presença do diretor geral do Hemonorte, Rodrigo Villar, do presidente do ABC, Fernando Suassuna, e alguns jogadores do clube.

Doações

Para doar é preciso:

  • Estar saudável
  • Ter entre 16 e 69 anos de idade (quem for menor de 18 anos precisa de autorização prévia do responsável legal)
  • Pesar acima de 50 quilos
  • Repouso mínimo de 6 horas na noite anterior
  • Evitar alimentos gordurosos antes da doação
  • Não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores
  • Estar alimentado e portar um documento oficial com foto

Fonte: https://g1.globo.com

RN notifica 450 casos de dengue em janeiro e reduz índices de Zika e Chikungunya

No RN, casos de Dengue, Zika e Chikungunya diminuíram em relação a janeiro de 2018 — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que o número de casos notificados de dengue no Rio Grande do Norte continuou praticamente o mesmo no período de janeiro ao dia 2 de fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. A redução foi de 0,2%, considerando que foram notificados 450 casos da doença, contra 451 no período anterior. Não houve mortes provocadas pela dengue no estado.

Mantendo o número de casos, o estado aparenta estar na contramão do país, que registrou crescimento de 149% nas notificações de possíveis casos de dengue, no mesmo período.

Enquanto ano passado, foram registrados 21.992 casos, o número saltou para 54.777 casos prováveis da doença. Quando verificado a incidência, em 2019, os casos chegam a 26,3 por 100 mil habitantes. Em relação ao número de óbitos, o país registrou, até o momento, cinco mortes.

“Os dados epidemiológicos alertam para a necessidade de intensificação das ações de eliminação dos focos do Aedes aegypti em todas as regiões. São ações que envolvem gestores estaduais, municipais e Governo Federal, e a população. É essencial fazer do combate ao mosquito uma rotina de toda a sociedade em qualquer época do ano, embora, o verão seja a estação mais propícia para a proliferação do vetor. São medidas simples a serem adotadas, porém, eficientes, como manter bem tampado tonéis, caixas e barris de água; trocar água dos vasos de planta uma vez por semana; manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo; e acondicionar pneus em locais cobertos”, informou o Ministério da Saúde.

Já os casos de Chikungunya e Zika tiveram queda no estado. O primeiro teve redução de 79, no início do ano passado, para 30 casos suspeitos no mesmo período de 2019 – diminuição de 62%. No caso da Zika, a queda foi de 60 para 5 (-91,6%). Essas reduções seguem uma tendência nacional. A Zika teve redução de 18% no país e a chikungunya, 51%.

Fonte: https://g1.globo.com

Atriz Fernanda Montenegro recebe alta de hospital no Rio

Fernanda Montenegro recebeu alta depois de dois dias internado em hospital. Foto: Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil
Fernanda Montenegro recebeu alta depois de dois dias internado em hospital. Foto: Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil
A atriz Fernanda Montenegro, de 89 anos, recebeu alta médica hoje (22) depois de passar dois dias internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.
A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do hospital.
A atriz estava no sul do país gravando cenas da próxima novela das 21h da TV Globo, quando passou mal na última terça-feira (19) e foi atendida inicialmente em um hospital na cidade gaúcha de Jaguari, com um quadro de desidratação.
Fernanda Montenegro, uma das principais atrizes do Brasil, concorreu ao Oscar e ao Globo de Ouro de 1999, na categoria de melhor atriz, por sua atuação no filme Central do Brasil.

Greve na Saúde impede campanha de doação de sangue do Hemonorte

G1 – O Hemocentro do Rio Grande do Norte (Hemonorte) não vai fazer campanha de doação de sangue realizada anualmente para o carnaval 2019, por causa da greve dos profissionais de Saúde do Estado. Atualmente o estoque está equilibrado, exceto o de sangue O-, mas a preocupação é que surja uma demanda maior, por causa dos eventos carnavalescos.

De acordo com Márcia Capistrano, funcionário do apoio técnico que atua na captação de doadores e também nas campanhas, 30% do total de funcionários estão trabalhando, por causa do movimento grevista. “Infelizmente, com a quantidade de pessoas que temos não tem como fazer uma campanha para mais gente doar”, explica.

Unidade móvel do Hemonorte — Foto: Assembleia Legislativa do RN
Unidade móvel do Hemonorte — Foto: Assembleia Legislativa do RN

Hemonorte volta a receber doações de sangue em shopping de Natal nesta quarta (13)

Unidade móvel do Hemonorte ficará estacionado na entrada do shopping de 9h às 17h — Foto: Assembleia Legislativa do RN

O Hemonorte voltará a receber doações de sangue no Shopping Cidade Jardim, em Capim Macio, na Zona Sul de Natal, em toda segunda quarta-feira do mês. Após período de inatividade em janeiro, a ação retorna nesta quarta-feira (13). Uma unidade móvel do centro estará no local das 9h às 17h para receber os doadores.

A intenção do Hemonorte é facilitar o acesso desse serviço à população da Zona Sul, com localização acessível e agenda fixa. A campanha durante o mês de janeiro havia sido adiada por conta da paralisação dos servidores públicos da saúde do Rio Grande do Norte.

Para doar, basta estar em boas condições de saúde e ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos. É importante frisar que menores de 18 anos precisam apresentar documentos e formulário de autorização. É necessário ainda pesar no mínimo 50 kg, ter dormido pelo menos seis horas, estar alimentado e apresentar documento original com foto recente.

No dia da ação, a clínica Médico do Shopping também comparecerá para oferecer alguns atendimentos de forma gratuita, como teste de índice glicêmico e aferição de pressão arterial.

Fonte: https://g1.globo.com

Funcionária da saúde do RN grava vídeo de descaso contra técnicos de enfermagens

Funcionária do Hospital Ruy Pereira, em Natal(RN), gravou vídeo denunciando que técnicos de enfermagem estão tendo como “setor de repouso” um local improvisado, na UTI, que tem como vizinha uma sala de expurgo (ambiente destinado à limpeza, desinfecção e guarda dos materiais e roupas utilizadas na assistência ao paciente e também poderá ser utilizado para a guarda temporária de resíduos). A gravação, feita nesta terça-feira, 5 de fevereiro de 2019, foi obtida, com exclusividade, pelo Companhia da Notícia.

Mutirão de mamografias retoma atendimentos na Zona Norte de Natal

Grupo Reviver retoma atendimento de mamografias na Zona Norte de Natal, a partir desta quarta (23) — Foto: Divulgação

O mutirão de mamografias realizado pelo Grupo Reviver em Natal foi encerrado nesta terça (22) na Ribeira, Zona Leste e será retomado nesta quarta-feira (23) na Zona Norte da capital potiguar. Os serviços gratuitos seguem até o dia primeiro de fevereiro na Unidade de Saúde de Santarém.

O atendimento da Unidade Móvel Savana Galvão é direcionado a mulheres a partir dos 40 anos de idade. As fichas são distribuídas todos os dias, das 7h às 7h30 e o atendimento vai das 8h às 18h.

Para fazer a mamografia, as mulheres dos 40 aos 49 anos devem levar carteira de identidade, cartão do SUS, comprovante de residência e encaminhamento médico. Mulheres a partir dos 50 anos não precisam de solicitação médica.

A mamografia é a única maneira de se detectar precocemente o câncer de mama. “O exame realizado no início tem chances de cura em 90% dos casos. A aceitação do público é muito grande e consciente, surtindo um efeito positivo. Somente este mês foram realizados 600 exames”, coordenadora do Grupo Reviver, Ana Tereza Mota.

Fonte: https://g1.globo.com

Em protesto contra salários atrasados, servidores da saúde paralisam atendimento no maior hospital público do RN

Apenas casos de emergência estão sendo atendidos no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal — Foto: Marksuel Figueredo/Inter TV Cabugi
Apenas casos de emergência estão sendo atendidos no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal — Foto: Marksuel Figueredo/Inter TV Cabugi

Os servidores da saúde do Rio Grande do Norte iniciaram na manhã desta quinta-feira (10) uma paralisação de 24 horas no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, maior unidade da rede pública do estado. Apenas casos de emergência estão sendo atendidos. O ato está sendo chamado de ‘apagão’, e é em protesto contra o atraso no pagamento de salários.

À tarde, por volta das 14h, haverá também uma assembleia onde será avaliada a proposta apresentada na noite desta quarta (9) e que foi aprovada por 10 categorias de servidores. Nela, ficou acertado o parcelamento do salário de janeiro, com a aceitação do recebimento do passivo deixado pelo governo Robinson Faria (PSD) para quando o Executivo receber recursos extras.

G1RN

110 médicos migram da atenção básica para o programa Mais Médicos

Foto: da Internet
Nessa quarta-feira (6) foi o terceiro dia de trabalho da médica Kássia Galvão, em Santa Maria, a 66 quilômetros de Natal. Ela deixou um programa do Ministério da Saúde em outro município do Rio Grande do Norte e assumiu a vaga deixada por uma médica cubana, no Mais Médicos. O salário mais alto contribuiu para a decisão da mudança. Essa é a mesma situação de outros 109 profissionais da medicina que atuavam na atenção básica à saúde no estado potiguar.
Kássia Galvão estava lotada na cidade de Lagoa Salgada e por lá recebia R$ 7 mil. O Mais Médicos está pagando R$ 11.800, líquido. “O Programa Mais Médicos não tem desconto. É um dinheiro que vem líquido, e também nós não declaramos Imposto de Renda com ele. É considerado como uma bolsa. Para o profissional é excelente, e ainda oferta uma educação continuada. Então ele oferta pro profissional que escolhe entrar no programa uma especialização em saúde da família, da comunidade, uma saúde da atenção básica. E isso é importante para o profissional que está melhorando seu atendimento e para a população que vai ganhar com um profissional mais qualificado”, argumenta.
No Rio Grande do Norte, 110 médicos saíram do Programa de Estratégia de Saúde da Família e foram para o Mais Médicos. Os dados foram confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
Isso representa a metade dos profissionais que atuavam na atenção básica. As vagas deixadas pelos cubanos estão sendo ocupadas, porém surgiu um problema: está faltando médico nos municípios mais distantes.
Em todo o país, segundo o Conselho de Secretários Municipais de Saúde, 2.844 trocaram programas básicos de saúde pelo Mais Médicos. Na zona rural de Janduís, a 300 quilômetros de Natal, o posto de saúde está sem médico há dez dias, depois da saída do profissional que atuava lá para o programa Mais Médicos.
“Quando o médico não vem pra cá, a gente tem que pagar o transporte pra ir pra cidade. Aí fica complicado porque muitas vezes é urgência”, conta a dona de casa Jailma Alves.
O secretário de Saúde do Município, Marinaldo da Silva, afirma que está pensando numa nova proposta pra atrair os médicos. “O Mais Médicos tá pagando 11.800 reais sem desconto, líquido. Ao contrário do município, que a gente paga 10 mil reais, mas, com desconto de imposto de renda, vem pra casa de 7.500 reais na ESF (Estratégia de Saúde da Família). A gente tem que planejar uma nova proposta que se adéque mais ou menos parecida com a do Mais Médicos, pra gente ter nas nossas equipes”, explica.
Já o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte, José Leonardo Cassimiro de Araújo, quer ajuda do Governo Federal. “Nós temos a Estratégia da Família que é do Governo Federal pra levar até os municípios, e temos o Mais Médicos. Dentro desses dois programas houve essa competição. Quem está saindo ganhando é Mais Médicos, ou melhor, os médicos que estão indo para o Mais Médicos. E o problema ficando em muitos municípios brasileiros na falta do médico da Estratégia da Família”, alega.
Fonte: G1RN e https://www.blogdojoaomarcolino.com/2018/12/no-rn-110-medicos-migram-da-atencao.html?m=1

Mais de 96% das vagas do Mais Médicos já foram preenchidas

Reprodução Opas/ OMS

O Ministério da Saúde informou neste domingo (25.nov.2018) que 96,6% das vagas do edital do programa Mais Médicos foram preenchidas. As inscrições continuam até 7 de dezembro.

De acordo com dados da pasta, haviam 29.780 profissionais inscritos com registro do CRM (Conselho Regional de Medicina) no Brasil até as 17h deste domingo. Desses, 20.767 foram efetivadas e 8.230 profissionais já selecionaram o município de atuação.

Os profissionais devem se apresentar nos municípios até 14 de dezembro. Na apresentação ao município, o médico deve entregar todos os documentos exigidos no edital. Até o momento, 40 médicos já se apresentaram nas unidades básicas de saúde.

Com a instabilidade no site nos últimos dias, o Ministério da Saúde resolveu prorrogar as inscrições até o dia 7 de dezembro. A lentidão no sistema foi causada por ataques cibernéticos. Segundo o órgão, o site do programa não apresenta problemas de instabilidade no momento.

edital do programa Mais Médicos foi publicado no Diário Oficial da União em 19 de novembro como medida emergencial após a saída de Cuba do programa.

As inscrições são para médicos formados no Brasil ou para os graduados no exterior que fizerem prova de revalidação do diploma, o Revalida.

 

 

Fonte: https://www.poder360.com.br/governo/mais-de-96-das-vagas-do-mais-medicos-ja-foram-preenchidas/

Foi Cuba que criou o Mais Médico, e Dilma programou secretamente

Resultado de imagem para Cuba e Dilma
A ex-presidente Dilma com Fidel Castro Foto: ALEX CASTRO/AFP / AFP

G1 – Em comunicação de 23 de abril de 2012, o então encarregado de negócios da embaixada brasileira em Cuba, Alexandre Ghisleni, relata encontro ocorrido três dias antes com Tomás Reinoso, vice-presidente de Negócios da Empresa de Serviços Médicos Cubanos (SMC), criada em 2011.

Na ocasião, Reinoso informou que já tinha contratos de serviços médicos em outros países e que conhecia o debate no Brasil sobre revalidação de diplomas e a utilização de médicos estrangeiros para solucionar o déficit de profissionais do país.

Segundo o diplomata, o representante cubano informou inclusive que uma missão da estatal cubana já havia visitado o Brasil. Em março de 2012, um grupo liderado por Maria Entenza Soto, especialista de negócios da empresa, visitou os Estados do Amapá, Bahia e Paraíba, além do Distrito Federal, onde discutiram possibilidades de cooperação.

O diplomata terminou seu comunicado sugerindo o envio do teor do encontro à Assessoria Internacional do Ministério da Saúde.

Telegramas da embaixada brasileira em Havana revelam que partiu de Cuba a proposta para criar o programa Mais Médicos no Brasil, e que a negociação com o governo Dilma Rousseff (PT) ocorreu de forma secreta. Os documentos mostram ainda que foi adotada uma estratégia para que o programa fosse colocado em prática sem precisar da aprovação do Congresso Nacional. A troca de mensagens foi publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo.

Segundo a reportagem, Cuba apresentou todo o projeto, desde o envio de médicos e enfermeiras, até a assessoria para a construção de hospitais, a preços vantajosos, demonstrando a negociação de um acordo comercial entre os dois países.

Os telegramas, mantidos em sigilo por cinco anos, mostram que as negociações foram confidenciais para evitar reações da classe médica brasileira e do Congresso.

Os telegramas mostram que a negociação ocorreu da seguinte forma:

  • Cuba criou uma empresa estatal de exportação de serviços médicos em outubro de 2011
  • Missão cubana visitou regiões carentes do Brasil em março de 2012
  • Proposta inicial foi enviar 6 mil médicos às regiões da Amazônia brasileira
  • Cuba queria inicialmente US$ 8 mil por médico, e depois passou para US$ 5 mil
  • Brasil sugeriu US$ 4 mil, sendo US$ 3 mil para o governo cubano e US$ 1 mil para o médico
  • Proposta de usar a Opas como intermediária partiu do governo brasileiro
  • O Brasil aceitou exigências de Cuba como não realizar avaliações dos médicos nem permitir que eles exercessem a profissão fora do programa
  • Questões jurídicas deveriam ser levadas à corte em Havana

Invés de revalidar e aceitar pagamento integral aos médicos, Cuba manda médicos retornarem

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Médico cubano Juan Delgado do programa Mais Médico / Foto: Alan Marques/Folhapress

O governo cubano não gostou da ideia de Bolsonaro de que quando assumisse o governo brasileiro iria adotar o regime de revalidar a todos os médicos, brasileiros ou estrangeiros, que estivesse atuando no program federal do “Mais Médico”. No caso dos brasieliros será apenas para os que se formaram no estrangeiro.

Cuba que tem mais de oito mil médicos espalhados por todo o Brasil foi que findou quebrando o contrato, se antecipando com a medida de mandar voltar os médicos cubanos. Os médicos cubanos pagam a Cuba um tributo de cerca de 75% de seus salários, e ainda tem que se submeter a ficarem distantes de suas famílias que segundo denúncias, vivem sob ameaça do governo castrense, caso algum cubando resolva não retornar ao seu país. Uma verdadeira e cruel ditadura que está sendo sustentada com o dinheiro do povo brasileiro.

Bolsonaro reafirmou que está disposto ao assumir o governo revalidar por meio de exames os médicos cubanos que desejam ficar no Brasil, e oferece asilo em caso de perseguição cubana.

Não é Bolsonaro que está mandado os médicos cubanos embora; mas é o governo cubano que não quer ser honesto com seu patrícios.