Category: Saúde

Novos tratamentos para cabelos, unhas e pele são debatidos na Jornada Norte e Nordeste de Dermatologia

A atenção com os novos tratamentos para os cabelos, unhas e a pele foram destaques na Jornada Norte e Nordeste de Dermatologia que teve programação de 2 a 4 de Agosto em Natal. A Jornada contou com o debate entre 250 médicos especialistas que participaram de painéis como envelhecimento facial (e novos procedimentos) e o fórum de cosmiatria capilar.

“O compartilhamento e debate de pesquisas científicas mais recentes em todo o mundo contribuem no diagnóstico e os novos tratamentos para a pele, cabelo e doenças tropicais, tão comuns no Norte e Nordeste. Estamos muito satisfeitos com o resultado e em saber que conseguimos reunir os mais reconhecidos especialistas para o aprendizado dos dermatologistas do Rio Grande do Norte” frisa a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia no RN (SBDRN) e dermatologista, Dra. Danielle Espinel.

No auditório, as palestras tiveram interação entre os especialistas em pele que também apresentaram casos clínicos de doenças como câncer de pele, hanseníase, psoríase e novos tratamentos estéticos com aplicação de toxina botulínica e preenchedores.

Coordenada pela SBDRN, a Jornada também teve espaço para as empresas e indústrias farmacêuticas que apresentaram as novidades em produtos químicos e máquinas.

Durante os três dias de Jornada, os médicos também comentaram a importância da valorização do exercício regular da medicina (feita pelos especialistas) e os cuidados nos consultórios e nos ambientes hospitalares. O tema continua em alta na imprensa e redes sociais depois das mortes de pacientes após procedimentos feitos por profissionais não-médicos ou sem o respeito e o cuidado que a medicina exige.

Para os dermatologistas, a Jornada foi um momento importante para o aprendizado, após três dias de imersão em palestras e cursos práticos.

Casos confirmados de dengue crescem 223% no RN no primeiro semestre de 2018

G1RN  –  O número de casos confirmados de dengue cresceu 223% no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), de 1º de janeiro a 30 de junho de 2018 foram notificados 17.092 casos suspeitos de dengue, com 7.172 casos confirmados. Em 2017, no mesmo período, houve 2.218 casos de dengue confirmados.

Do blog: essa situação só será resolvida quando o poder público começar a multar as casas que promovem, pela omissão, os focos dos mosquitos; como também beneficiar com descontos nas contas de água da CAERN os que evitam a proliferação dessa infestação.

Aedes aegypti é o transmissor da dengue, zika e chikungunya (Foto: Pixabay/Divulgação)
Foto: da Internet

 

ANS volta atrás e decide revogar cobrança de até 40% de coparticipação em planos de saúde

Foto: da Internet

A Agência Nacional de Saúde Suplementar(ANS) revogou nesta segunda-feira a resolução normativa 433 que permitia que às operadoras de planos de saúde cobrar até 40% dos clientes pelos procedimentos realizados. A decisão de voltar atrás ocorreu em reunião do órgão no começo da tarde de hoje.

A norma publicada no final de junho e que tinha prazo de 180 dias para entrar em vigor estabelecia ainda limites mensal (não podendo ultrapassar o valor da mensalidade) e anual (não pode ultrapassar o equivalente a 12 mensalidades) a serem pagos pelo consumidor por coparticipação e franquia.

Durante a reunião de hoje, o diretor de desenvolvimento setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, afirmou que apesar da intenção inicial do órgão ter sido positiva, na prática não foi isso que os consumidores observaram, o que causou repercussão negativa. A ANS pretende agora realizar audiências publicas para tratar do assunto e construir uma proposta consensual.

O entendimento foi seguido pela diretora de normas e habilitação dos produtos da agência, Simone Freire. “A gente talvez tenha que adotar outros caminhos”, disse.

“A ANS entendeu a necessidade de ser sensível à apreensão que se instaurou na sociedade e decidiu rever seu ato de aprovação da norma para reabrir o debate sobre o tema e, assim, captar mais adequadamente os anseios e receios dos usuários do sistema, por intermédio de maior articulação com as principais entidades públicas e privadas da sociedade civil, bem como buscando formas de interagir diretamente com o consumidor”, afirmou em nota a agência.

 

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/07/30/internas_economia,976691/ans-volta-atras-e-decide-revogar-cobranca-de-ate-40-de-coparticipacao.shtml

Campanha de vacinação contra a gripe é encerrada com meta cumprida no RN

RN atingiu meta de vacinação contra Influenza (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

O Rio Grande do Norte conseguiu cumprir a meta de vacinar pelo menos 90% do público-alvo da 20º Campanha de Vacinação contra a Influenza, que começou no dia 23 de abril e foi prorrogada até a última sexta-feira, dia 22 de junho. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, foram aplicadas 835.729 mil doses, atingindo uma cobertura vacinal geral de 90,07%.

A coordenadora estadual de imunização, Katiúcia Roseli, explicou que a partir desta segunda-feira (25), os municípios que ainda não cumpriram suas metas deverão buscar estratégias para continuar vacinando os grupos prioritários, em especial crianças e gestantes, pois são os dois únicos grupos que ainda não atingiram a meta da campanha.

“Caso haja disponibilidade de vacinas no município, esta poderá ser oferecida para crianças de cinco a nove anos de idade e adultos de 50 a 59 anos, conforme recomendação do Ministério da Saúde”, pontuou.

A coordenadora afirmou ainda que a campanha terá resultados positivos para a saúde pública no estado, uma vez que protege a população de casos de influenza e reduz as complicações e internações ocasionadas por ela.

Fonte: https://g1.globo.com

Interligação entre violência e saúde mental é tema de debate na Assembleia

Em audiência pública proposta pela deputada Cristiane Dantas (PPL), o tema “Violência gerando transtorno mental” foi debatido na tarde desta segunda-feira (14), na Assembleia Legislativa. A discussão aconteceu, principalmente, em torno das graves consequências que a violência tem gerado à saúde mental e à qualidade de vida da população em geral, vítima da insegurança, como também aos agentes de Segurança Pública, constantemente expostos ao perigo no exercício da profissão.

“A relação entre violência e doença mental é direta e constitui um sério problema de Saúde Pública. Conviver numa condição de iminentes ameaças pode provocar transtornos mentais, como ansiedade, síndrome do pânico, depressão e intenção suicida”, esclareceu Cristiane Dantas.

Para a parlamentar, a questão norteadora do debate seria “o que é possível fazer para prevenir e buscar soluções eficazes no sentido de minimizar os danos da violência, estresse e ansiedade à saúde mental das pessoas”.

A representante da Associação de Psiquiatria do RN, Dra. Patrícia Cavalcanti, relatou que as consequências do crescente clima de insegurança no Estado são constantemente percebidas nos consultórios e ambulatórios.

“A população está sendo cada vez mais acometida por transtornos relacionados à sensação de vulnerabilidade causada pela violência. Essas doenças mentais, a exemplo da depressão e do transtorno de estresse pós-traumático, já atingem 10% dos potiguares. Isso acaba gerando faltas ao trabalho, afastamentos, maior uso de álcool e drogas e aumento da própria violência, devido à irritabilidade constante”, revelou a psiquiatra.

A médica abordou ainda algumas maneiras de se prevenir tais males. “Primeiro vem a prevenção à violência. É preciso melhorar a Segurança Pública, e uma das formas de se fazer isso é dando melhores condições de trabalho aos policiais. Depois vem o acolhimento às vítimas e a tentativa de evitar que elas passem por novos eventos traumáticos. Em terceiro lugar, vem o tratamento adequado e com profissional capacitado”, informou.

Segundo o Diretor Técnico do Hospital Psiquiátrico São Camilo, localizado em Mossoró, Daniel Lima Sampaio, cada vez mais pessoas vem tentando suicídio no RN. “A ponte Newton Navarro aparece direto nos noticiários, não pela sua beleza arquitetônica, mas pelos crescentes casos de tentativa de suicídio”, exemplificou o diretor.

Já Paoulla Maués, delegada e presidente da ADEPOL (Associação dos Delegados de Polícia Civil), informou que os agravos de saúde mental têm sido determinantes para os afastamentos de agentes de segurança pública no RN. “No ano passado, a polícia civil teve 375 licenças relacionadas a saúde mental, um impacto de 30% do efetivo”, esclareceu.

“O papel da ADEPOL nesta audiência é também o de voltar a atenção da população aos profissionais da Segurança e dizer que precisamos de cuidado mental e físico, porque somos nós que cuidamos de vocês o tempo todo”, argumentou a delegada.

A educadora física e idealizadora do projeto social “Mais Vida”, Leila Maia, contribuiu como defensora da atividade física para melhorar a qualidade de vida não só dos policiais, mas de toda a população.

“Se as pessoas não encontrarem uma maneira de externar o estresse através do exercício físico, será no álcool, na comida, em seus familiares. A atividade física é importante não só para a saúde corporal, mas principalmente mental e espiritual”, argumentou Leila.

A respeito do seu projeto social, Leila disse que o programa “Mais Vida” teve, em sua primeira temporada, 150 participantes. “Durante 30 dias, nós realizamos atividades físicas diversificadas, trilhas ecológicas e ações de melhoria de saúde física e mental. Havia pessoas prestes a cometer suicídio, mas que hoje estão mais equilibradas e, inclusive, ajudam outras através de projetos voluntários”.

Por fim, o psiquiatra Emerson Nunes, Diretor Médico do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), relatou a importância de a população ir atrás e usufruir dos serviços médicos que tem à disposição, na área da saúde mental, seja nos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), seja nos Postos de Saúde.

“Além de abrir portas para novos convênios e atendimentos, precisamos garantir o acesso da população aos serviços que já existem. É preciso que se busque mais ajuda. Temos que aumentar a interlocução, para que a violência não maltrate mais ainda nossa população”, concluiu Dr. Emerson.

A gripe H1N1 está começando a matar na grande Natal; cuidado!

Caso aconteceu na UPA Nova Esperança, em Parnamirim (Foto: arquivo) (Foto: Prefeitura de Parnamirim/Divulgação)
Caso aconteceu na UPA Nova Esperança, em Parnamirim (Foto: arquivo) (Foto: Prefeitura de Parnamirim/Divulgação)

Já são duas mortes sem explicações em uma semana, possivelmente pela gripe H1N1. A primeira de um médico, neurocirurgião, que trabalhava no hospital Walfredo Gurgel, ele tinha 63 anos de idade. Segundo informações o médico estava apenas gripado e trabalhando normalmente, quando de repente passou mal e logo foi levado à UTI onde veio a falecer. A segunda vítima fatal é um garoto de 14 anos que foi atendido, na quarta feira passada, 25, na Unidade de Pronto-Atendimento de Parnamirim, na região metropolitana de Natal.

O Estado do Rio Grande do Norte, por meio de sua secretaria de saúde não tem dado respostas que ajude a população. Apenas diz que é um vírus, uma bactéria, um surto pulmonar. Nada de concreto que ajude a colaborar com o norteriogranse.

Aconselha-se que lavem bem as mãos com sabão e álcool gel; que se possível use mascaras de proteção. Mas o bom seria que as autoridades providenciasse que as pessoas gripadas ficassem em casa se protegendo e recebendo atendimentos médicos. Será mais econômico para o Brasil.

 

 

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/morte-de-adolescente-com-suspeita-de-gripe-h1n1-e-investigada-na-grande-natal.ghtml

Médico morre com suspeita de H1N1 em hospital de Natal

Resultado de imagem para Médico com h1n1
Foto: Internet

Um médico que fazia parte dos quadros do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, o maior do Rio Grande do Norte, localizado em Natal, morreu nesta quarta-feira (25) após passar mal no dia anterior e ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A suspeita, confirmada pelo próprio hospital, por meio de sua assessoria de imprensa, é de que a morte tenha ocorrido pela gripe do tipo H1N1.

A vítima deste caso seria um neurocirurgião do próprio Walfredo Gurgel, identificado como Fernando Cunha, de 63 anos. Segundo informações, ele trabalhou ontem, mas se sentiu mal. Em seguida foi internado na UTI do hospital.

Após a morte confirmada, no início desta tarde, por volta das 13h, uma amostra foi enviada para o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Lacen-RN). Testes mais detalhados serão feitos para determinar se a morte ocorreu mesmo por H1N1. Segundo o Walfredo Gurgel, só após o exame será possível responder essa questão, mas não foi divulgado um prazo para o resultado.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foi notificada sobre o caso. A pasta deverá conduzir uma investigação sobre o caso, mas por meio de sua assessoria adiantou que o neurocirurgião apresentava uma síndrome respiratória aguda, o que podia indicar a atuação do vírus da Influenza (gripe).

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/medico-morre-com-suspeita-de-h1n1-em-hospital-de-natal.ghtml

Redução de peso pode evitar 15 mil casos de câncer por ano no Brasil

obesidade
Foto: da Internet

Estima-se que pelo menos 15 mil casos de câncer por ano no Brasil, ou 3,8% do total, poderiam ser evitados com a redução do excesso de peso e da obesidade. E esse número deve ainda crescer até 2025, quando se estima que mais de 29 mil novos casos de câncer atribuíveis à obesidade e sobrepeso devam surgir por ano, índice que vai representar 4,6% de todos os novos casos da doença no país.

Os dados são de um estudo epidemiológico feito no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em colaboração com a Universidade de Harvard (Estados Unidos).

“O problema principal é que vem ocorrendo um aumento nas prevalências de excesso de peso e obesidade no Brasil e, com isso, os casos de câncer atribuíveis a essas duas condições também devem crescer. Fora isso, espera-se que haja um aumento nos casos de câncer como um todo, pois a população do país vai aumentar e envelhecer”, acredita o doutorando na FMUSP, Leandro Rezende.

De acordo com o estudo, o crescimento do sobrepeso e da obesidade na população está elevando o número de casos de câncer  (Wilson Dias/Agência Brasil)
Rezende é um dos autores do artigo publicado na revista Cancer Epidemiology, com o título The increasing burden of cancer attributable to high body mass index in Brazil. O trabalho é resultado de uma Bolsa de Pesquisa no Exterior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) realizada na Harvard University. Segundo o pesquisador, o aumento do poder econômico nos últimos anos levou a um maior consumo, porém, no caso da alimentação, o fenômeno ficou atrelado principalmente aos alimentos ultraprocessados.

Estima-se que pelo menos 15 mil casos de câncer por ano no Brasil, ou 3,8% do total, poderiam ser evitados com a redução do excesso de peso e da obesidade. E esse número deve ainda crescer até 2025, quando se estima que mais de 29 mil novos casos de câncer atribuíveis à obesidade e sobrepeso devam surgir por ano, índice que vai representar 4,6% de todos os novos casos da doença no país.

Os dados são de um estudo epidemiológico feito no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em colaboração com a Universidade de Harvard (Estados Unidos).

“O problema principal é que vem ocorrendo um aumento nas prevalências de excesso de peso e obesidade no Brasil e, com isso, os casos de câncer atribuíveis a essas duas condições também devem crescer. Fora isso, espera-se que haja um aumento nos casos de câncer como um todo, pois a população do país vai aumentar e envelhecer”, acredita o doutorando na FMUSP, Leandro Rezende.

De acordo com o estudo, o crescimento do sobrepeso e da obesidade na população está elevando o número de casos de câncer  (Wilson Dias/Agência Brasil)
Rezende é um dos autores do artigo publicado na revista Cancer Epidemiology, com o título The increasing burden of cancer attributable to high body mass index in Brazil. O trabalho é resultado de uma Bolsa de Pesquisa no Exterior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) realizada na Harvard University. Segundo o pesquisador, o aumento do poder econômico nos últimos anos levou a um maior consumo, porém, no caso da alimentação, o fenômeno ficou atrelado principalmente aos alimentos ultraprocessados.

“O estudo mostra essa fase de transição nutricional epidemiológica. São justamente esses alimentos altamente calóricos, com quantidade elevada de açúcar, sal e gordura, que também são os produtos mais baratos”, disse.

Obesidade e sobrepeso estão associados ao aumento de risco de 14 tipos de câncer, como o câncer de mama (pós-menopausa), cólon, reto, útero, vesícula biliar, rim, fígado, mieloma múltiplo, esôfago, ovário, pâncreas, próstata, estômago e tireoide, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a incidência desses 14 tipos de câncer corresponde à metade do total de casos da doença diagnosticados por ano.

O estudo feito por Rezende, em colaboração com pesquisadores brasileiros e norte-americanos, calculou a fração atribuível populacional (FAP) do câncer relacionado ao índice de massa corporal (IMC) elevado. A FAP é uma métrica para estimar a proporção da doença possível de prevenir na população caso o fator de risco (nesse caso o sobrepeso e a obesidade) fosse eliminado, mantendo os demais fatores/causas estáveis.

POPULAÇÃO FEMININA

De acordo com o estudo, 3,8% dos mais de 400 mil casos de câncer diagnosticados anualmente são atribuíveis ao IMC elevado. Verificou-se também que esses casos são mais comuns em mulheres (5,2%) do que em homens. Isso se dá não apenas pelo fato de a média do IMC ser mais elevada nas mulheres, mas, principalmente, porque três tipos de câncer atribuíveis à obesidade e sobrepeso – ovário, útero e câncer de mama – afetam quase exclusivamente a população feminina.

Para estimar o excesso de peso e a obesidade na população brasileira, os pesquisadores usaram dados sobre IMC no Brasil em 2002 e 2013 da Pesquisa de Orçamentos Familiares e da Pesquisa Nacional de Saúde, ambas conduzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A análise de dados em dois momentos, e com dez anos de diferença, se justifica para analisar a latência da doença a partir do excesso de peso ou obesidade.

De acordo com os dados do IBGE, 40% da população brasileira tinha sobrepeso ou obesidade em 2002. Em 2013, o total subiu para aproximadamente 60%. Levando em conta IMC, magnitude do risco relativo, casos da doença e período de latência, os pesquisadores estimaram que, em 2012, cerca de 10 mil casos de câncer em mulheres e 5 mil casos em homens eram atribuíveis ao excesso de peso e obesidade aferidos dez anos antes. Já os dados sobre a incidência de câncer foram obtidos do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e da base Globocan da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, da OMS.

De modo a quantificar a dimensão da contribuição do sobrepeso e da obesidade na incidência de câncer no Brasil, os autores do estudo estimaram FAPs da doença em 2012 (com dados existentes) e em 2025 (por meio de projeção) atribuídas a IMC elevado. As frações foram calculadas de acordo com sexo, idade, área geográfica e tipo de câncer.

ABORDAGEM REGIONAL

O trabalho é um dos primeiros a fazer comparações regionais sobre a relação entre obesidade e câncer. De acordo com o estudo, as maiores FAPs, para todos os tipos de câncer, foram encontradas nos estados das regiões Sul (3,4% de mulheres para 1,5% de homens) e Sudeste (3,3% de mulheres para 1,5% de homens).

Os pesquisadores associam o aumento do sobrepeso na população ao consumo crescente de alimentos ultraprocessados (Arquivo/EBC)
Nas mulheres, as maiores FAPs foram encontradas nos estados de Rio Grande do Sul (3,8%), Rio de Janeiro e São Paulo (ambos 3,4%). Nos homens, as FAPs mais altas foram em Mato Grosso do Sul e São Paulo (ambos 1,7%).

“Houve aumento do IMC no país inteiro. Observamos que o impacto da obesidade é maior nas regiões Sul e Sudeste, principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, mais ricos e com maiores IMC. No entanto, não se justifica uma estratégia de prevenção de câncer e redução da obesidade exclusivamente nessas duas regiões”, disse Rezende.

Isso porque, de acordo com o artigo, ao comparar os dados de IMC de 2013 e de 2002, os autores perceberam que as regiões Norte e Nordeste tiveram o maior aumento de IMC em comparação com outras regiões. “Os dados mostram que é preciso tomar precauções em outros locais, além do Sul e Sudeste”, alerta Rezende.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Na avaliação do professor titular da FMUSP e orientador do estudo, José Eluf Neto, o interessante é poder mensurar o impacto da relação de câncer e obesidade para a saúde pública e, com base nisso, planejar ações e investimentos.

“Hoje, se sabe que há uma razão biológica para haver essa relação, com mecanismos moleculares ou metabólicos bem descritos. É o caso da insulina. A obesidade causa resistência à insulina gerando inflamações e o aumento da proliferação celular”, esclarece Eluf Neto.

ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS

De acordo com o artigo, as vendas de produtos ultraprocessados cresceram 103% em toda a América Latina entre os anos de 2000 e 2013, acompanhadas de um consequente aumento no IMC nos países da região. Para os autores, reverter esse quadro exige políticas públicas como a regulamentação de imposto, rotulagem nutricional e restrição de marketing de alimentos ultraprocessados.

“Esse crescimento de vendas na América Latina retrata uma estratégia da indústria de alimentos, assim como foi, ou tem sido, a da indústria de tabaco. Quando alguns países começam a regular minimamente a venda e publicidade desses alimentos, eles partem para regiões em que as leis ainda não foram estruturadas para promover a saúde da população”, analisa Rezende.

Segundo ele, o crescimento dos alimentos ultraprocessados no Brasil é comparável ao que ocorreu com a indústria de tabaco nos anos 1980. “O tabagismo, hoje, é um problema maior em países de baixa e média renda porque é onde a indústria de tabaco está focada. Fazer isso no Brasil em 2018 ficou mais complicado. Temos restrição de publicidade, é proibido fumar em ambiente fechado. Já no caso dos alimentos ultraprocessados, é como se estivéssemos em 1980. Os produtos não são comercializados, rotulados e taxados de maneira adequada a garantir a saúde da população”, disse.

OUTROS FATORES

A equipe de pesquisadores está calculando também o peso de outros fatores, como sedentarismo, tabagismo, alimentação e consumo de álcool, na incidência e mortalidade por câncer. Os dados desses outros fatores ainda não foram publicados, mas o objetivo final do trabalho é compará-los e estimar quantos casos de câncer seriam evitáveis no Brasil.

“Existem fatores genéticos que aumentam o risco do desenvolvimento do câncer, mas isso não é algo modificável e também eles não excluem os outros fatores que causam a doença. O tabagismo é o principal fator de risco ou causa de câncer no Brasil, podemos adiantar essa análise, mas ele está caindo de forma importante, com prevalência em cerca de 15% da população. Com isso, outros fatores começam a ganhar relevância na formação de políticas públicas. Os dados mostram que não dá para cessar os esforços para reduzir o tabagismo, mas combater o sobrepeso e a obesidade também deve ser prioridade”, avalia o pesquisador.

 

 

Fonte: https://www.portalveneza.com.br/reducao-peso-pode-evitar-mil-casos-cancer-por-ano-brasil/

Em Natal, mais de 212 mil pessoas devem ser imunizadas em campanha de vacinação contra gripe

Um total de 212.113 natalenses devem ser imunizadas na 20ª Campanha Nacional contra a Influenza, que em Natal é realizada por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e foi iniciada nesta segunda-feira (23). A campanha irá durar até 1º de junho e, de acordo com a pasta municipal, a meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para a vacinação.

Segundo números divulgados recentemente pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), a estimativa para esta edição da campanha é vacinar mais de 54,4 milhões de pessoas em todo país, sendo 879.430 pessoas no Rio Grande do Norte inteiro.

O combate à doença é feito através da vacina, que é disponibilizada para a população classificada nos grupos de risco e prioritários. Estes grupos são compostos por pessoas com maiores chances de complicações, caso acometidas com a doença.

Os integrantes dos grupos de risco e prioritário são: gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), idosos, crianças entre 6 meses e menos de cinco anos, trabalhadores da saúde, indígenas, professores, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais.

No caso dos integrantes do último grupo, é preciso apresentar uma prescrição médica comprovando a situação para receber a vacina. No caso de professores e trabalhadores da saúde, também é preciso levar algum comprovante de vínculo com as instituições de trabalho.

“Dia D” é em maio

O próximo dia 12 de maio como “dia D”. Nesta data, todas as unidades de saúde estarão abertas para atender aqueles que não podem ir se vacinar durante a semana. Ao todo, são cerca de 70 salas de vacinas abertas no município.

A diretora do Departamento em Vigilância em Saúde de Natal, Juliana Araújo, lembra que a vacina imuniza contra três sorotipos: H1N1, H3N2 e a Influenza B – os que mais tendem a circular e que podem causar os mesmos sintomas. “É a mesma gripe. Todos os vírus causam a mesma sintomatologia, podendo ser grave ou não. A vacina vai imunizar contra os três sorotipos principais”.

Fonte: https://g1.globo.com/rn

Com cadeado, posto de saúde é fechado por falta de pagamento de aluguel em Mossoró

Do G1RN

O posto de saúde do bairro Bom Jesus, em Mossoró, na região Oeste do estado, foi fechado pelos proprietários do prédio pela falta de pagamento por parte da prefeitura mossoroense. Na manhã desta segunda-feira (23), moradores que se dirigiram à Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro encontraram o prédio trancado, com direito até a cadeado e corrente.

O motivo da falta de atendimento é que o prédio onde funciona o posto de saúde é alugado e, segundo os proprietários, o aluguel não está sendo pago. Nesta manhã, após constatar que mais uma vez o pagamento não foi efetivado, os donos resolveram adotar a medida extrema.

São oito meses sem receber pela cessão da estrutura, reivindicou os proprietários do prédio. O aluguel teria sido renovado em novembro passado, e já contava com meses em atrasos por parte do Município.

Em contato com a Prefeitura de Mossoró, esta, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que a previsão é regularizar o pagamento em atraso até o final desta semana para, assim, o atendimento na unidade retornar.

Posto de saúde fica no bairro Bom Jesus, em Mossoró (Foto: Ivanúcia Lopes/Inter TV Costa Branca)
Posto de saúde fica no bairro Bom Jesus, em Mossoró (Foto: Ivanúcia Lopes/Inter TV Costa Branca)

Campanha nacional de vacinação contra a gripe espera imunizar cerca de 880 mil pessoas no RN

Vacina é importante medida de prevenção contra ocorrência de novos casos de influenza (Foto: Romero Mendonça/Secom)

Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2018 será realizada no período de 23 de abril a 1° de junho, sendo o 12 de maio o ‘Dia D’ de mobilização. De acordo com a Coordenação Estadual de Imunizações (CEI), a estimativa para esta edição é vacinar mais de 54,4 milhões de pessoas em todo país. No Rio Grande do Norte, a expectativa é imunizar 879.430 pessoas, tendo como meta atingir 90% dos grupos prioritários.

Fazem parte dos grupos elegíveis para a vacinação:

  • Crianças na faixa etária de seis meses a menos de 5 anos de idade
  • Gestantes
  • Puérperas (até 45 dias após o parto)
  • Indivíduos a partir dos 60 anos
  • Trabalhadores da saúde
  • Professores de escolas públicas e privadas
  • Indígenas
  • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas
  • População privada de liberdade
  • Funcionários do sistema prisional

Segundo Katiucia Roseli, coordenadora de Imunizações, “em 2017, o RN vacinou 85,7% desta população, e para este ano a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está concentrando esforços, por meio da CEI e das Unidades Regionais de Saúde, para que os municípios vacinem o máximo possível de pessoas pertencentes aos grupos prioritários. A ideia é que assim se possa reduzir as internações, complicações e óbitos causados por influenza”.

Influenza

A influenza, mais conhecida como gripe, é uma doença respiratória infecciosa de origem viral que pode levar ao agravamento e à morte, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

Mortes

De acordo com a Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica da Sesap, este ano, nos meses de janeiro e fevereiro foram notificados 18 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, com duas mortes confirmadas.

Fonte: https://g1.globo.com/rn

Moradora de Caçapava morre com suspeita de febre amarela

Raquel Tossetto era moradora do bairro Jardim Caçapava (Foto: Arquivo Pessoal)
Raquel Tossetto era moradora do bairro Jardim Caçapava (Foto: Arquivo Pessoal)

Uma mulher de 34 anos, moradora de Caçapava (SP), morreu na madrugada deste domingo (8) por suspeita de febre amarela. Se confirmada, essa será a primeira morte pela doença na cidade.

Segundo a Vigilância Epidemiológica, Raquel Tossetto era moradora do bairro Jardim Caçapava e morreu com complicações renais e hepáticas. Ela estava internada no hospital Frei Galvão em Guaratinguetá.

O exame que pode comprovar o diagnóstico de febre amarela será feito pelo Instituto Adolfo Lutz de Taubaté e deve ter um resultado em até 15 dias.

A Prefeitura de Caçapava informou que a mulher não foi vacinada contra a febre amarela, e realizou trilha no município de Santo Antonio do Pinhal e Monteiro Lobato. Ela recebeu os primeiros atendimentos no hospital Unimed de Caçapava, no dia 4 de abril, antes de ser transferida para Guaratinguetá.

O corpo da jovem está sendo velado desde às 13h no Velório Municipal de Caçapava e será enterrado às 16h no cemitério municipal.

Caçapava tem seis notificações de febre amarela em 2018, sendo 3 casos positivos (1 autóctone e 2 importados) e 3 casos em investigação, incluindo a morte da mulher.

Vacinação

Além das oito unidades que já realizam a vacinação, o Centro de Saúde “Dr. Odilon de Souza Miranda” – “Postão”, passa a fazer a imunização a partir desta segunda (9).

O posto fica na rua Prof° João Batista Ortiz Monteiro, n° 345 – Vila Antonio Augusto, e atenderá em horário alternativo das 14h às 22h. Os demais postos funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Confira onde se vacinar em Caçapava.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/moradora-de-cacapava-morre-com-suspeita-de-febre-amarela.ghtml

Ministério da Educação anuncia suspensão da criação de cursos de Medicina por cinco anos

Resultado de imagem para O ministro da Educação, Mendonça Filho,
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O ministro da Educação, Mendonça Filho, vai anunciar nesta quinta-feira, 5, a publicação de um decreto que suspende por cinco anos a criação de cursos de medicina no País. A medida ocorre dias antes de o ministro deixar o cargo e quatro meses depois do previsto. Em novembro, quando a decisão foi comunicada, a expectativa era a de que a moratória fosse assinada já em dezembro.
Ao anunciar a ideia de suspender a criação de vagas para cursos de Medicina no ano passado, Mendonça havia afirmado que a expansão de forma desordenada dos postos de ensino tinha colocado em risco a qualidade e que, para aumento das escolas, era preciso haver infraestrutura e corpo docente com formação adequada.
A medida atende a uma reivindicação feita há tempos por entidades de classe. Associações se queixam do expressivo aumento das vagas de cursos de medicina, sobretudo depois da Lei dos Mais Médicos.
Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2018/04/04/interna_nacional,949021/ministerio-da-educacao-anuncia-suspensao-da-criacao-de-cursos-de-medic.shtml

Pernambuco já identifica circulação de três vírus da gripe: H1N1, H3N2 e B

Até 17 de março, dos 174 casos de síndrome respiratória aguda grave, um caso foi positivo para H1N1 (Foto ilustrativa: Pixabay)

Neste ano, até o dia 17 de março, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) já identificou a circulação de três vírus da influenza em Pernambuco: A(H1N1), A(H3N2) e B. Esses vírus também já foram isolados em outros Estados brasileiros e países da América, segundo boletins recentes do Ministério da Saúde (MS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Dados do mais recente boletim epidemiológico de Pernambuco revelam que, até o dia 17 de março, dos 174 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), um caso foi positivo para H1N1. No mesmo período de 2017, foram 264 ocorrências de SRAG, com 31 casos de H3N2, 5 de influenza B e 2 do vírus sincicial respiratório (VSR).

 

Os casos de SRAG são caracterizados por quadros de agravamento da infecção pelos vírus respiratórios, o que exige internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado a desconforto respiratório.

Comparando os dois anos (2017 e 2018), houve uma diminuição de 34% nos casos de SRAG este ano. “Estamos com menos casos do que em 2017, mas continuamos atentos para realizar as medidas necessárias sempre que for preciso. A população também deve procurar imediatamente um serviço de saúde caso surjam os sintomas característicos da SRAG ou síndrome gripal”, afirma a gerente de Prevenção de Doenças Imunopreveníveis da SES, Ana Antunes.

No caso da síndrome gripal, que engloba os casos leves, o Estado faz o acompanhamento em quatro unidades sentinelas, localizadas no Recife (3) e em Jaboatão dos Guararapes (1). Nessas unidades, semanalmente, são realizadas coletas de amostras dos pacientes para identificar os vírus em circulação no Estado. Também até o dia 17 de março, já foi confirmado um caso de influenza B, 1 de influenza A(H1N1) e 1 de influenza A(H3N2).

Vacinação

Entre os dias 23 de abril e 1º de junho, o Brasil realiza a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. A vacina protege contra os três vírus em circulação em Pernambuco: influenza A(H1N1), influenza A(H3N2) e influenza B. A imunização é voltada para idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos a até 45 dias), trabalhador de saúde, professores, povos indígenas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

Fonte: http://blogs.ne10.uol.com.br/casasaudavel/2018/04/03/pernambuco-ja-identifica-circulacao-de-tres-virus-da-gripe-h1n1-h3n2-e-b/

Semi UTI móvel vai atender população da região Seridó

O deputado e Presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), fez, no início da tarde desta sexta-feira (9), a entrega de uma ambulância Semi UTI Móvel, destinada, pela sua ação legislativa, ao Hospital Regional Dr. Mariano Coelho, em solenidade realizada na cidade de Currais Novos.

“Nós sabemos da importância que representa um equipamento desse porte para um hospital responsável pelo atendimento da população de toda uma região. Investir em Semi UTI Móvel é investir em melhoria na saúde do paciente que necessite de atendimento de urgência e de emergência”, disse o deputado Ezequiel.

A Semi UTI móvel vai beneficiar os moradores não só de Currais Novos, mas também dos municípios circunvizinhos, na região do Seridó Meridional.

Participaram da solenidade de entrega os diretores do hospital regional: médico Nicolas Gabriel, Diretor Geral; Alcindo Alex, Diretor Administrativo; e Soraya Viana, Diretora Médica.

Também prestigiaram o ato gestores e lideranças de municípios da região. Dentre eles, o vice-prefeito de Currais Novos, Ânderson Alves; o presidente da Câmara, vereador João Neto; os vereadores Josefa Moura, Edmilson Souza e Gilcelia; o ex-prefeito da cidade, Vilton Cunha; a vice-prefeita de Cruzeta, Isa Carneiro; o médico Tiago Almeida, de Parelhas; e Vilania, liderança em Acari.