O casamento partidário que pode turbinar Bolsonaro

 | WALTERSON ROSA/ESTADÃO CONTEÚDO
Foto: da Internet

Pré-candidato à presidência da República por um partido nanico, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) discute alianças para dar musculatura à campanha. As conversas mais recentes tentam uma costura com o PR, do mensaleiro Valdemar Costa Neto, para garantir o senador Magno Malta (PR-ES) como vice na chapa. Antes de escolher o PSL para disputar a Presidência, Bolsonaro cogitou migrar para o PR, mas as negociações não foram bem sucedidas.

O casamento partidário pode turbinar a campanha de Bolsonaro. Enquanto o PSL elegeu um deputado federal em 2014, o PR elegeu 34. O número de parlamentares eleitos é importante para a divisão de tempo de TV entre os candidatos e para distribuição de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC), aprovado pelo Congresso na última reforma eleitoral. Enquanto o PSL vai receber cerca de R$ 62 milhões do fundo, o PR vai abocanhar R$ 105 milhões – 6% do total de R$ 1,7 bilhões distribuídos entre as legendas.

 

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/o-casamento-partidario-que-pode-turbinar-bolsonaro-cbyqadqaetbxtwojwp1ohp6in

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