Obra do Gancho de Igapó é discutida discutida na Comissão do Meio Ambiente

A obra do complexo do Gancho de Igapó, que está paralisada e que é considerada de grande importância para a mobilidade em Natal, foi o tema central da reunião da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Interior, realizada nesta terça-feira (9), na Assembleia Legislativa, contando com a participação de representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), que vieram prestar esclarecimentos aos deputados.
“A construção do viaduto e do túnel era para ser concluída em 2017 e no momento se encontra paralisada. A nossa Comissão está cumprindo o seu papel. Agora temos um horizonte com a informações que foram repassadas pelo superintendente regional do Dnit, Daniel Almeida Dantas e pelo gerente de grandes clientes da Cosern, Guilherme Gilson. Vamos ficar atentos na fiscalização para que os trabalhos sejam concluídos em dois anos”, destacou o deputado Sandro Pimentel (PSOL), presidente da Comissão.
O representante do órgão federal confirmou que o Dnit dispõe dos recursos para tocar a obra, mas está faltando a conclusão do processo desapropriação, para que a Cosern faça a mudança dos postes da rede de distribuição de energia que estão na área do complexo.
“Quando a Companhia Energética relocalizar a posteação haverá o desvio do trânsito para ruas que já foram preparadas com este fim. A partir daí a obra levará dois anos para ser concluída. Primeiro será feito o viaduto, que será concluído em um ano a partir do início das obras, e depois o túnel. Os trabalhos ainda não foram iniciados por causa das desapropriações, pagamentos e demolições”, explicou Daniel Almeida.
O representante da Cosern disse que o assunto está sendo discutido com o Dnit para que o impacto com o deslocamento da rede de energia seja o menor possível para o consumidor da Zona Norte.
“Ainda esta semana faremos uma nova visita ao local, juntamente com o Dnit, para que seja elaborado o projeto preliminar. Quando for para remover a posteação, vamos bloquear o trânsito na área para que o trabalho seja feito com segurança. A duração dos trabalhos deve durar 90 dias”, explicou Guilherme Gilson aos deputados.
Participaram da reunião os deputados Sandro Pimentel, Cristiane Dantas (SDD) e Ubaldo Fernandes (PTC).

Assessoria