Presidenciável Jair Bolsonaro começa a agir no RN como um ditador

Resultado de imagem para Bolsonaro
Deputado Federal Jair Bolsonaro/ Foto: da Internet

Segundo noticia veiculada no site Agorarn.com.br, em uma entrevista com o ex-presidente do antigo PEN, hoje o Patriota, o Dr. Luiz Gomes afirma que as ações do deputado federal Jair Bolsonaro é de truculência e ditadura, ferindo os princípios da democracia pela qual o Brasil lutou para se manter nesses últimos trinta anos.

O partido PEN foi transformado em o Patriota que é patrocinado pelo presidenciável Jair Bolsonaro, mesmo ele ainda não tendo se filiado ao novo partido, que está em segundo lugar nas pesquisas para presidente do Brasil.

As informações de Dr. Luiz Gomes dão conta de que por influência de Bolsonaro toda a diretoria do antigo PEN foi destituída sem nem uma consulta nem explicações; uma ação totalmente autoritária e fascista.

A direção do partido foi entregue à militares da reserva, sem nem um respeito ao trabalho construído pelos antigos dirigentes, que na última eleição conseguiram mais de 60 mil votos no RN.

Começamos a perceber que Jair Bolsonaro não tem a mínima condição de presidir este país. Não podemos concentrar uma presidência apenas no desejo da vingança, na força arbitrária, no julgamento sumário, sem respeitar o devido processo legal.

Se antes de ser presidente, Bolsonaro agiu sem respeito ao trabalho de pessoas que representam o Rio Grande do Norte, pessoas que gozam do respeito da sociedade; o que iremos vê caso viesse a ser presidente do Brasil? Não basta sair por aí matando bandidos, como pregado por Bolsonaro, para ser considerado a melhor opção para o Brasil. Se faz necessário ter conhecimento de economia, de diplomacia, do diálogo democrático, o que parece que este pré-candidato não tem.

Bolsonaro é uma febre que vai passar. O Brasil não vai se entregar a agonia.

Resultado de imagem para Luiz Gomes
DR. Luiz Gomes ex-presidente do PEN

Veja parte da entrevista: 

JARN – Como o senhor analisa o processo de mudança do partido?

LG – Levamos cinco anos para construir o partido. Estamos consolidados hoje em 89 cidades, temos 16 parlamentares, fizemos mais de 60 mil votos em 2016. Isso nos dá segurança de que construímos um projeto político para o Rio Grande do Norte dentro de um partido que se chamava Partido Ecológico Nacional. Não rasgamos as nossas bandeiras, diferente do PEN, que rasgou as suas bandeiras, o estatuto e os princípios. Assumidamente, pelo estatuto, agora é um partido de extrema direita, que é contra os direitos humanos e sociais, que defende a violência no combate à criminalidade, inclusive a intervenção militar, com o que não vamos concordar. É outro partido. O PEN acabou.

JARN – O senhor acredita que o deputado federal Jair Bolsonaro teve participação nessa “intervenção”?

LG – Eu acho que isso é orientação e direção do próprio Jair Bolsonaro, em que pese ele não seja membro do partido.

JARN – O que o senhor diz desse estilo de ação?

LG – Eu acho que isso retrata o pensamento e a postura dele. Retrata o que ele sempre defendeu: a tortura, a ditadura militar, o autoritarismo. Acho isso radical demais. Levamos 30 anos para chegar à democracia e foi contra esse tipo de postura que nós lutamos.”

 

Leave a Comment